quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

MEDITAÇÃO E CIÊNCIA (1ª PARTE)

"Qual a importância da meditação na vida diária? Qual a importância de levarmos esses benefícios para outras pessoas, no atormentado e acelerado mundo de hoje? Qual é o benefício último da meditação?

Em A Chave para a Teosofia (Ed. Teosófica) Helena Blavatsky compara a meditação a uma ‘oração silenciosa e inarticulada’. Mas ela diz que, diferentemente da oração comum – para pedir alguma coisa -, a meditação se parece mais com a perspectiva de Platão: convidar Deus, o supremo bem universal, ‘do qual somos parte na Terra’, a se manifestar. Para Blavatsky, é por meio da meditação que o espírito supremo se manifesta. Certamente este é o benefício último, e se é a isso que aspiramos, então a meditação é um pré-requisito. (...)

Qual é o papel da meditação no caótico mundo moderno? Você já notou como a frustração do século XXI está chegando até nós? Estamos mais estressados que nunca. Trabalhamos durante muitas horas, deixando pouco tempo para nós mesmos e nossas famílias. Juntamente com essa pressão existe o crescente fardo do débito, colocando-nos sob tensão crônica: a pressão dos grupos, as normas sociais que devemos enfrentar; a raiva no trânsito; a raiva no supermercado, a raiva ao telefone...

Não é de se admirar que tenhamos chegado ao limite. O estresse e o medo estão causando mal-estar, que inevitavelmente irá levar a doenças. Já existe uma crescente epidemia mundial de ansiedade, depressão e desordens mentais relacionadas a isso. As autoridades médicas estimam que essas doenças mentais irão tornar-se a principal questão de saúde do século XXI, ultrapassando todas as outras. (...)"

(Alek Kwitko - Meditação e Ciência - Revista Sophia, Ano 7, nº 27 - Ed. Teosófica, Brasília - p. 06)


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