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Mostrando postagens de junho, 2019

OPÇÃO

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"Na vida chamada 'normal', isto é, na vida mundana aderimos a muitas coisas, muitos hábitos, muitos valores que nos agradam, mas, como tudo acaba, com eles também acaba nossa alegria. Começo bom. Amargo fim. Na vida espiritual é exatamente o oposto. A gente começa fazendo esforço e mesmo, em algumas horas, sacrifícios, mas, aos poucos, vamos nos transformando e encontrando a 'paz que não cessa nunca'. O começo é árduo. Mas o fim é feliz. Ensina-me, Senhor, a fazer a opção correta ." ( Hermógenes - Deus investe em você - Ed. Record, Rio de Janeiro, 1995 - p. 73/74 ) www.record.com.br

O MOMENTO DA MORTE

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"Lembre-se de que todos os hábitos e tendências acumulados na base da nossa mente ordinária estão prontos para ser ativados por qualquer influência. Sabemos que basta a menor provocação para trazer as nossas reações instintivas e habituais à superfície. Isso é especialmente verdadeiro no momento da morte. O Dalai Lama explica: No momento da morte, as atitudes com que temos familiaridade há muito tempo impõem-se e determinam o renascimento. Por essa mesma razão, o eu gera um forte apego, já que tememos que esse eu esteja se tornando inexistente. Tal apego serve como elo de conexão com o estado intermediário entre as vidas, enquanto o desejo de um corpo age por sua vez como causa que estabelece o corpo do ser que está no estado intermediário (bardo). Desse modo, o estado da nossa mente no instante da morte é absolutamente importante. Se morremos com a mente estruturada de maneira positiva podemos melhorar nosso próximo nascimento, apesar do nosso carma negativo. E se estam...

POR QUE SOMOS NEGLIGENTES?

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"O pensador raciocina mediante o hábito, a repetição, a cópia, produzindo ignorância e tristeza. O hábito não é uma negligência? A consciência cria ordem, mas nunca o hábito. As tendências acomodadas só produzem negligência. Por que somos negligentes? Porque pensar é doloroso, cria perturbações, oposição, pode fazer com que nossas ações sejam contrárias ao padrão estabelecido. Pensar-sentir de maneira extensiva, tornar-se conciente sem escolha, pode conduzir a profundidades desconhecidas, e a mente se rebela contra o desconhecido. Então, ela se move do conhecido para o conhecido, do hábito para o hábito, do padrão para o padrão. Tal mente jamais abandona o conhecido para descobrir o desconhecido. Entendendo a dor do pensamento, o pensador torna-se negligente mediante a cópia, ao hábito; temendo pensar, ele cria padrões de negligência. Quando o pensador está com medo, suas ações nascem do medo, e então ele encara suas ações e tenta mudá-las. O pensador tem medo de suas próprias c...

UMA NOVA AURORA

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"Uma verdadeira transformação social não é algo que possa ser alcançado por meio de leis. Não pode ser imposta de cima. O fator mais implortante em relação a isso é a perspectiva dos que querem produzir a transformação social. Como sabemos, quando se considera transformação no contexto teosófico, a ênfase é colocada sobre a transformação no nível individual. A ênfase está na transformação da natureza, da conduta e da perspectiva da pessoa com relação à vida.  É sempre pertinente entender a natureza da transformação que ocorre no interior do indivíduo; uma transformação na própria psique, em todo o seu ser - que é a verdadeira fonte, o verdadeiro manancial da revolução exterior. Somente a mudança interna pode produzir mudança no mundo externo, pois muda a perspectiva da pessoa com relação à vida. É a agitação interior, as questões e dúvidas, que ajudam a perceber a beleza da vida interna - uma vida que não se opõe à vida mundana, mas que é mais plena, mais rica e mais compl...

O HOMEM PERFEITO

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"Quando um homem é perfeito, ele vê a perfeição nos outros. Quando vê a imperfeição, é sua própria mente que ele projeta. Como pode ver a imperfeição a não ser que ele próprio a tenha dentro de si? É por isso que o jnani não se preocupa com perfeição; é algo que não existe para ele. Assim que se torna livre, não vê o bem nem o mal. Quem vê o bem ou o mal? Quem os têm em si mesmo. Quem vê o corpo? Quem pensa que é o corpo. No momento em que se livra da ideia de que é o corpo, você não mais vê esse mundo, que desaparece para sempre. O jnani  procura livrar-se dos laços que o prendem à matéria, pela força da convicção intelectual. Percorre o caminho negativo - neti, neti - 'isto não, isto não.'" *Jnani - é aquele que atingiu a liberação enquanto vivo, aqui e agora. (Ramana Maharshi) ( Swami Vivekananda - O que é Religião - Lótus do Saber Editora, Rio de Janeiro, 2004 - p. 145 ) www.lotusdosaber.com

COMPAIXÃO, PAZ E LIBERDADE

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"Quando a mente é virtuosa e paciente, temos tranquilidade. Quando ela está sob o controle da ira, não há paz nem felicidade, mesmo que vivamos num apartamento que custe milhões de reais, que nos alimentemos em restaurantes de luxo e usemos roupas caríssimas. Se não subjugarmos nossa mente e dela cuidarmos, nossa vida será sempre vivida em sofrimento, mesmo que sejamos ricos. Nosso sofrimento mental será maior do que se fôssemos mendigos. Quando a mente é virtuosa e vibra na frequência da gentileza e da compaixão amorosa, há grande contentamento e uma incrível realização de paz. O sofrimento mental vem de uma sensação de descontentamento. Temos um apartamento, mas pensamos em adquirir um maior ou melhor. Temos uma TV, mas depois de algum tempo queremos uma melhor. O mesmo acontece com os automóveis. Se seguirmos essa atitude egoísta, será sempre assim: um caminho sem fim, o tempo todo buscando mais. Quando não obtemos as coisas que desejamos, vem o sofrimento. A mente in...