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Mostrando postagens com o rótulo Vedanta

A IMPORTÂNCIA DE CONTROLAR OS SENTIDOS

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"A filosofia vedanta  ensina que, desde que reconheçamos a base essencial de tudo que vemos, desnecessário se torna qualquer outro sadhana  (disciplina). Se você tem um pote com um furo, jamais o encherá de água. Da mesma forma, se o pote de nossa mente tem alguns furos, na forma de desejos sensuais, todo trabalho que fizermos será inútil; nunca a plenificaremos com pensamentos sagrados. Somente quando já hão haja orifícios, suas tentativas serão eficazes e você poderá elevar-se ao Divino. Rancor, orgulho e outras paixões reduzem o homem ao nível de um lunático e algumas vezes o degradam ao nível da besta. Portanto, é necessário que devamos reconhecer vijnana , prajnana e sujnana⁶⁹ , que latentes no homem, o dirigem, por canal apropriado, para assim atingir o estado mais alto da felicidade suprema. A causa de todos os problemas, confusões e desordens é o fato de que perdemos o domínio sobre nossa sensualidade. Permitimos que tudo ocorra de maneira selvagem. Por deixar ...

OS RESULTADOS DO KARMA NA MEDITAÇÃO

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"446 - Os Vedas  dizem que, mesmo aquele que estiver entregue a uma profunda meditação, está sujeito à dependência dos objetos externos devido aos resultados do [ prããhabdha ] karma  que está em operação.  COMENTÁRIO - É muito difícil, durante a prática da meditação, libertar a mente dos objetos externos e internos (pensamentos). Eles são como moscas a voar e pousar naquele que medita, perturbando a sua concentração. Uma das técnicas a ser adotada (e há várias) é manter-se imperturbável na posição física escolhida e ficar plenamente atento aos pensamentos sem se fixar neles. Observá-los como quem olha as águas de um rio que constantemente corre diante de nós. Esse não apego às sensações físicas, emocionais e mentais gradualmente irá minimizar a sua ação sobre nós, conseguindo desta forma neutralizar o seu efeito perturbador." ( Sankara - Viveka-Chudamani a Joia Suprema da Sabedoia - Comentários de Murillo N. de Azevedo - Ed. Teosófica, Brasília, 2011 - p. 16...

HÁBITOS DESTRUTIVOS (1ª PARTE)

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"Um corpo doente fica estressado, e uma mente com temores, esperanças e incertezas também se estressa. Esse estresse está em alta no mundo moderno, com sua filosofia de competitividade e autopromoção. Por isso bastante pessoas estudam o budismo, o Zen, o Vedanta, ouvem palestras e frequentam templos, tentando escapar de tudo. O monge erudito Srngeri afirmou: ‘As pessoas acreditam que é necessário ir para uma floresta praticar tapas , mas ela pode ser praticada onde quer que se esteja.’ Tapas significa ‘queimar’ os elementos do mundanismo e da impureza. Tapas corporal inclui ser honrado, inofensivo e casto.  Tapas verbal são palavras corretas, que não causem dor, que sejam úteis, que levem ao autoconhecimento. Tapas mental é ser sereno, ter sentimentos puros e uma mente controlada. Estar fora do mundo significa ser livre, controlar a própria vida sem ser levado a adotar atitudes, valores e crenças por compulsão. No Yoga-Vasishtha e na Bíblia, encontramos conselhos de...

O CAMINHO DA ESPIRITUALIDADE (1ª PARTE)

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"Segundo a Vedanta, uma das seis escolas filosóficas da Índia, são quatro as qualificações para o Caminho Espiritual. Em sânscrito, elas são assim descritas: Viveka, Vairagya, Shatsampatti e Mumukshutva . Viveka significa Discernimento entre o irreal e o real, entre o falso e o verdadeiro, entre o útil e o inútil. Viveka é aquela percepção atenta que busca sempre o essencial e desvincula-se do superficial. É a falta desta percepção que faz as pessoas correrem atrás da fama, do poder, do dinheiro, crendo que tais coisas são as únicas coisas essenciais da vida. Viveka é aquela percepção purificada que distingue o real do ilusório e assim nos aproxima da Realidade das coisas como elas são. Vairagya significa Desapego , desprendimento, ausência de interesse pessoal. Decorre, necessariamente, de Viveka . Quando se percebe que uma coisa é ilusória, não nos apegamos a ela. As gotas de água não se aderem às pétalas da flor de lótus. Vairagya implica estado interior de libe...

VOCÊ TEM AUTORIZAÇÃO DIVINA?

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"Um grande mestre espiritual concentra as almas puras à sua volta e as ensina, não apenas por palavras, mas também através da transmissão efetiva de espiritualidade. Não lhes dá simplesmente autoconfiança; ilumina de fato os corações de seus discípulos e converte-os em luz do mundo. Somente aqueles que alcançaram a iluminação, através da união com a luz que mora no coração de todos, podem tornar-se a luz do mundo. Somente esses iluminados têm condição de ensinar a humanidade; somente eles podem dar continuidade à mensagem da encarnação divina. Quando Sri Ramakrishna encontrava alguém que desejava pregar a palavra de Deus, perguntava-lhe: 'Você tem autorização divina?' Somente quem já viu Deus pode receber sua autorização, sua ordem direta para ensinar. A religião se perverte quando ensinada por pessoas não iluminadas. Não é bom fiar-se num diploma obtido em escolas de teologia: os livros não podem dar a iluminação. Pode-se estudar as escrituras, filosofia, história - p...

JOVENS PARA SEMPRE (2ª PARTE)

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"(...) Em diferentes épocas as pessoas tentaram descobrir o elixir da vida. Os Vedas indianos falavam a respeito do soma , um suco que os deuses apreciavam. A alquimia pesquisou esse assunto; encantamentos foram criados, poções foram preparadas e severas rotinas foram adotadas, na tentativa de preservar o corpo e evitar que ele envelheça. Mas nada disso parece ter dado certo, porque ninguém passou adiante o segredo da juventude. Poderá o tempo ser conquistado com tais atividades? Para descobrir, precisamos pesquisar qual é a essência da juventude, qual a sua fonte. Ela é inerente ao corpo? Sri Ramana Maharishi pergunta: ‘quem sou eu?’ Quem é o ‘eu’ que quer ser jovem? Essa é uma pergunta crucial; sem uma resposta verdadeira é impossível descobrir o segredo de permanecer jovem. Somente o habitante do corpo é imortal e invulnerável. A não ser que compreendamos que o ‘eu’ não é o corpo, e sim aquele elemento misterioso que o utiliza, e que o abandona quando necessário, não...

O FOGO DA CRIAÇÃO

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"Max Muller, o grande erudito europeu, disse que os Upanixades são ‘a fonte da filosofia Vedanta, um sistema no qual a especulação humana parece ter alcançado seu ápice. Eles são para mim como a luz da manhã, como o ar puro das montanhas tão simples, tão verdadeiros, uma vez compreendidos’. Alguns pensadores ocidentais modernos disseram que o Vedanta é a única abordagem científica à religião que os homens e as mulheres desta civilização podem aceitar. Podemos perguntar: o Vedanta tem uma abordagem científica? O que é, afinal, uma abordagem científica? Sua característica fundamental é uma percepção objetiva das coisas. A ciência se esforça para olhar para as coisas de um ponto de vista objetivo e não-tendencioso. Precisamos, entretanto, compreender que dois agentes estão envolvidos em todas percepções: os sentidos e a mente. Um mero impacto sensorial não é percepção. Só quando a mente coloca sua assinatura nos impactos sensoriais é que o ato da percepção se completa. Pois bem, ...

O QUE O VEDÃNTA ENSINA?

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"O Vedãnta  ensina ao homem reconhecer que tudo está carregado de sofrimento, exceto Brahman  não dual. Portanto, deve-se abandonar todos os desejos por prazeres; estar livre do amor e do ódio; cortar completamente o nó do ego que aparece como 'eu', 'tu', 'ele', 'isto', 'aquilo', 'meu' e 'seu'; livrar-se da noção de 'eu' e 'meu'; viver indiferente aos pares de opostos como frio e calor, prazer e dor, etc.; permanecer fixo no conhecimento perfeito da igualdade de tudo e não fazer distinções de nenhum tipo; nunca estar ciente de nada além de Brahman , e estar sempre vivenciando a Beatitude do Ser não dual.  Embora o Vedãnta  seja lido e bem compreendido, se o desapaixonamento não é praticado o desejo por prazeres não desaparece. Não existe aversão por coisas agradáveis, e o desejo por elas não sai da pessoa. Se o desejo não é controlado, não desaparecem o apego, a raiva, etc., o ego ou falso 'eu' n...

UTILIZE O CONHECIMENTO/EXPERIÊNCIA ADQUIRIDOS PARA RESPONDER AOS QUESTIONAMENTOS DA SUA EXISTÊNCIA

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"Há quatro respostas à caça das quais o homem se deve empenhar: "Quem sou eu?" "De onde vim?" "Para onde vou?" "Por quanto tempo ainda estarei aqui?" Os quatro Vedas oferecem tais respostas. Toda pesquisa espiritual começa com estas perguntas e tenta chegar às respostas. Suponha que uma carta posta na caixa do correio não leve o endereço para onde vai e nem de onde veio. Por certo não chegará a nenhuma parte. Escrevê-la foi puro desperdício. De igual forma, é desperdício ter nascido neste mundo sem saber de onde se veio e para onde se vai. A carta irá para a posta restante. O jivi * será presa do círculo de nascimentos e mortes sem nunca se encontrar. Para evitar isso (tal desperdício), é necessário praticar atmavichara  **, e para obter respostas corretas, é essencial o sadhana (disciplina). As respostas devem fazer parte da experiência de cada um."  * Jivi  é a alma individual, que está presa à roda de samsara (círculo de reen...

SOMBRA E LUZ (1ª PARTE - II)

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" (...) Além da necessidade de modéstia, enfatiza-se a importância, o poder e a glória de cada ser humano individual: "O homem é a medida de todas as coisas". Diz um Upanishad : "Isso sou eu dentro do coração, maior do que a Terra, maior do que a atmosfera, maior do que o céu, maior do que esses mundos." Esses aspectos que nos reduzem à total insignificância e que ao mesmo tempo proclamam nossa grandeza não são contraditórios entre si. Referem-se a dois lados - à sombra em nossa veste e à luz interior que ainda deve brilhar. Somos nós que bloqueamos a luz e depois reclamamos da escuridão. Várias escrituras fazem referência a isso. A Bíblia diz que "a luz brilha nas trevas e as trevas não a compreendem". O Vedanta compara isso ao eclipse solar ou ao sol oculto por trás das nuvens. Nós, na Terra, vemos as trevas ou a sombra, mas na verdade o sol continua a brilhar com o mesmo esplendor de sempre.  O caminho espiritual leva da sombra para a l...

TANTRA YOGA - CARACTERÍSTICAS DO TANTRA (3ª PARTE)

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"As diversas escrituras tântricas apresentam uma série de características comuns: (1) Aceitam os vedas e não contestam os seis dharsanas ou ângulos de visão na interpretação dos Vedas (as seis "escolas filosóficas"). (2) Têm por objetivo salvar o homem da kali yuga. (3) São democratizantes, pretendendo ajudar a todos. Ninguém é excluído por motivo de casta, cor, sexo, temperamento, tempo, lugar etc. Esta catolicidade ampla do tantra , em seu aspecto chamado dakshina, isto é, o "Tantra da mão direita", torna-o aceitável e assimilável pelas mais diferentes religiões. Até mesmo sem o saber, religiões ocidentais utilizam procedimentos litúrgicos e princípios tipicamente tântricos.  (4) Enfatizam a prática, o exercício. Asseveram que os textos que são simples especulações intelectuais sobre a natureza última das coisas não chegam a saciar a sede espiritual, da mesma forma que só a leitura da bula não cura o doente. Tem de haver a experiência. Não somen...

O PROPÓSITO DA EXISTÊNCIA HUMANA É CONTEMPLAR DEUS

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"A submissão (a Deus) somente pode ser eficaz após o perfeito desapego aos prazeres dos sentidos, acompanhado pela discriminação entre o real e o irreal. As noções de "eu" e do "meu" são nódoas que devem ser removidas por um rigoroso sadhana , sendo namasmarana a parte mais importante porque, quando você pronuncia o nome do Senhor, em Sua Majestade, em Sua Graça, em Sua Potência, em Sua Onipresença, tudo isso se fixa na consciência, e as capacidades e virtudes pessoas se eclipsam no divino. Assim, muito facilmente a humildade cresce e a submissão se torna possível. O propósito da existência humana é contemplar Deus e imergir em Sua Glória. Todas as demais glórias são fúteis. Os Vedas proclamam isso como sendo a meta final do homem. Os Upanishads  ensinam o caminho. A Gita o ilumina. Os Santos e os Sábios anunciam sua magnitude. Os Avatares  vêm quando as pessoas se extraviam e se perdem no deserto, nos caminhos." ( Sathya Sai Baba - Sadhana o Camin...

JNANA YOGA - O REAL E O IRREAL (PARTE FINAL)

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"Finalmente, que é real e que é irreal? Que faz uma coisa real e outra não? São perguntas que você tem, não somente o direito, mas o dever de fazer. A Vedanta Adwaita lhe responde. Real é aquilo que não sofre mudanças tais como vir à existência, existir, minguar e depois se extinguir. O Real é sempre igual: o mesmo no presente, no passado e no futuro. Obviamente, irreal é tudo que, no curso do tempo, muda. Ao perguntar a uma pessoa quem é ela, a resposta imediata é sempre "eu sou Fulano". Para sermos exatos, podemos retrucar e dizer-lhe que está enganado. Para grande surpresa, lhe diremos: Você não é. Você, transitoriamente, está Fulano. As pessoas confundem, e se identificam com aquilo que muda e muda sempre, com aquilo que supõem ser - o corpo, a mente, o falso ego, este grande embusteiro. O que qualquer pessoa realmente é, em essência, é o Divino Ser, que todos somos. (...) Não há conquista tão elevada, tão preciosa, tão próxima do impossível ao homem como est...

JNANA YOGA - OS DOIS PÁSSAROS (6ª PARTE)

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"Uma alegoria nos Uppanishads - a dos "Dois Pássaros" - ajuda-nos a compreender esta cosmovisão vedantina, que fundamenta a Jnana Yoga. Vejamo-la na descrição de Swamiji Sivananda: Há dois pássaros na mesma árvore. Um, num dos galhos mais altos, o outro, mais abaixo. O primeiro se encontra perfeitamente sereno, silente, majestoso para todo sempre. É totalmente bem aventurado. O outro, nos ramos inferiores, come umas vezes frutos doces, outras, amargos. Por vezes, dança alegre. Por vezes, se sente miserável. Rejubila-se agora e depois chora. Às vezes prova uma fruta extremamente amarga e é presa de desgosto. Olha para o alto e contempla o outro, o pássaro maravilhoso de áurea plumagem, sempre venturoso. Deseja fazer-se igual a ele, mas logo se esquece, e novamente volta a comer frutas doces e amargas. Novamente come uma daquelas mais amargas e volta a sentir-se miserável. Volta então a desejar tornar-se igual ao pássaro lá do alto. Gradualmente, vai deixando de co...

JNANA YOGA - AJNANA E JNANA (3ª PARTE)

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"O que nos prende à "roda dos nascimentos e mortes", explicam os Mestres, é ajnana , ou seja, a "ignorância" sobre nossa própria Realidade e Essência.  Ajnana escraviza. Jnana liberta . Fica entendido então que o Yoga da sabedoria nos tira da servidão para a redenção. O caminho da sabedoria redentora é essencialmente vedantino, isto é, baseado nos ensinos da parte final dos Vedas. Mas é também cristão. Ao afirmar Eu e o Pai somos Um, o Cristo manifestou a Verdade desta Unidade Real e Essencial; referiu-se ao Uno Sem Segundo de que falaram sábios vedantinos, os adwaitas . Estes denunciam a ignorância como nosso cárcere a deter-nos na equivocada convicção da dualidade, isto é, de sermos distintos e estarmos distantes uns dos outros e, o que é mais dramático, de nos sentirmos distantes e distintos do Ser Supremo, que nós mesmos somos. Embora o Cristo tenha tentado convencer de que o "Reino de Deus" está dentro de nós, ainda hoje teimosamente ...

O UNIVERSO É O SONHO DE DEUS

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"Nas filosofias Vedanta e Ioga, o universo é considerado um sonho de Deus. Matéria e mente - o cosmos com suas estrelas e planetas; as densas ondas da superfície e as sutis correntezas da criação material; as faculdades humanas do sentimento, da vontade e da consciência, e os estados de vida e morte, dia e noite, saúde e doença, sucesso e fracasso - são realidades segundo a lei de relatividade que governa este sonho de Deus.  Todas as dualidades percebidas através da lei da relatividade são reais para o sonhador, o homem mortal que desempenha seu pequeno papel no grande sonho cósmico. Para escapar de maya , ilusão, a lei da relatividade, é preciso acordar do sonho para a eterna vigília de Deus. Não é possível modificar o sonho legítimo pela imaginação ou pela negação de sua existência, aceitando a "vida" e rejeitando a "morte", ou reconhecendo a saúde, mas ignorando a doença. Cada estado é parte do seu estado oposto, como as duas faces de um tecido. As ...