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Mostrando postagens com o rótulo jornada

VASO VAZIO

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"Nosso corpo é como se fosse um vaso vazio, ou um saco que só fica em pé porque existe uma energia que o preenche e anima: a energia divina. Essa energia anima todas as coisas viventes. A própria palavra anima significa alma, em latim. De fato, somos um espírito, e o corpo é nossa morada provisória. Assim como o mergulhador precisa de uma roupa especial para chegar às grandes profundezas do oceano, o espírito também precisa dessa vestimenta material para descer à Terra e viver sua jornada no mundo físico.  O propósito da vida é a evolução. Tudo evolui: os minerais, as plantas, os animais, os seres humanos... Cada um no seu nível de consciência e forma. Um dia chegaremos a perceber melhor tudo isso e decifraremos o enigma, quando nossos olhos espirituais estiverem mais abertos para as realidades internas.  Enquanto isso, nosso aprendizado se dá pelas experiências que a vida nos proporciona, com nossas escolhas, erros e acertos. Assim, vamos colhendo os frutos do que plantamos e...

A ESCALADA DA EVOLUÇÃO

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"A escalada de uma montanha pode ser usada como uma metáfora para analisar a jornada da nossa alma. Existe a possibilidade de verticalidade em nossas vidas, com muitos níveis de realidade que são apreensíveis para nós apenas nos estados mais elevados de consciência. Da mesma forma, quando subimos uma montanha, a paisagem que se revela à nossa visão muda ao atingirmos os níveis mais elevados. O importante é empreender a verdadeira subida, em vez de se engajar em discussões a respeito das paisagens, conforme foram descritas por aqueles que empreenderam a escalada antes de nós.   O pico de qualquer montanha que valha a pena ser escalada é invisível. Isso se deve às limitações do nosso aparato de percepção. Qualquer descrição do pico só pode ser compreendida no nível mental onde estamos agora. Enquanto esse nível de mente estiver ocupado com conhecimento, que inclui o desejo implícito ou explícito de controlar, a argumentação inteligente pode surgir, mas não a submissão à verdade....

UM PROCESSO CRIATIVO (PARTE FINAL)

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"(...) A ação do ego, que é individual e universal, não é sequer previsível. Uma artista australiana, Margaret Olley, afirmou: 'Estou sempre esperando para ser surpreendida. Se não restam mais surpresas, você poderia muito bem morrer agora. Mantenha o seu senso de curiosidade e de espanto. A grande obra-prima pode estar esperando na próxima esquina.' É assim também com a jornada espiritual. A curiosidade e o espanto a respeito de nós mesmos e do mundo evitam a estagnação e a previsibilidade, e estimulam a ação criativa do espírito. Essa postura evita que a mente se cristalize, presa à rotina, e nos ajuda a responder mais à vida, em vez de reagir de acordo com velhos padrões. Gradualmente nos tornamos autorresponsáveis, agindo em todas as situações alinhados com a nossa natureza mais profunda.  Como podemos manifestar isso em termos concretos? Alguns exemplos são a honestidade em assuntos financeiros, admitir um erro em vez de encobri-lo, fazer o que prometemos, ter...

PARA APRENDER, A MENTE PRECISA ESTAR TRANQUILA

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"Para descobrir algo novo, você precisa começar por você mesmo; precisa iniciar uma jornada completamente despojado(a), especialmente de conhecimento, porque é muito fácil, mediante o conhecimento e a crença, ter experiências, mas elas são simplesmente o produto da autoprojeção, por isso totalmente irreais, falsas. Para descobrir por si mesmo o que é novo, não é bom carregar o peso do velho, especialmente o conhecimento, por mais incrível que ele seja. Usamos o conhecimento como um meio de autoprojeção, de nos manter seguros, e acreditamos que estaremos certos apenas se tivermos as mesmas experiências que Buda, Cristo ou X tiveram. Porém, um homem que está se protegendo constantemente com auxílio do conhecimento, é óbvio que não é um buscador da verdade... Para a descoberta da verdade não há caminho... Quando se quer encontrar algo novo, quando se está experimentando alguma coisa, a mente tem de estar muito tranquila, certo? Se a mente está sobrecarregada, repleta de fatos...

SUCESSO E PROSPERIDADE AUTÊNTICOS

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"Milhões de crianças encetam a jornada da vida às cegas. Agem como brinquedos mecânicos que se põem em movimento com um pouco de corda, correm sem destino e batem contra qualquer coisa que lhes barra o caminho. Essas jornadas sem rumo são o quinhão de muitas pessoas porque, no começo, não avançaram para o objetivo certo nem estavam devidamente equipadas com os poderes que as manteriam numa senda definida. Nessa fase da vida, elas agem como marionetes manipuladas pelo ambiente, os instintos pré-natais e o destino. Nunca sabem que papéis poderão desempenhar com êxito nem podem harmonizar seus deveres com o roteiro do Drama Cósmico. Milhões, por assim dizer, cumprem seus deveres na vida como se estivessem em estado de sonambulismo. Você deve descobrir de vez seu caminho na vida, analisando a primeira infância e a etapa atual, para não tomar inconsideradamente o rumo errado. Depois, determinada a direção certa, tentar elaborar com base nela todos os métodos criativos de en...

SABEDORIA NA PRÁTICA (1ª PARTE)

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"Cada época revela pessoas que se tornam ícones para a sua geração e as gerações futuras. São pessoas que inspiram por seus feitos, personalidade, genialidade... Enfim, inspiram porque são diferenciadas. Salomão foi o mais sábio dos governantes em todos os tempos. Sua vida é fonte de inspiração. Transcrevo aqui um trecho da vida desse rei: 'Tendo a rainha de Sabá ouvido a fama de Salomão, veio prová-lo com perguntas difíceis. Chegou a Jerusalém com grande comitiva, camelos carregados de especiarias, muitíssimo ouro e pedras preciosas... Salomão lhe deu resposta a todas as perguntas e nada houve que não soubesse explicar. A rainha de Sabá, vendo toda a sabedoria de Salomão, o palácio que construiu, a comida de sua mesa, a casa de seus oficiais, o serviço de seus criados e as roupas deles e seus copeiros, (...) ficou perplexa e disse ao rei: 'Foi verdade a palavra que ouvi a teu respeito. Eu, contudo, não cria até que vim e vi com meus próprios olhos. E o que me cont...

A AUTÊNTICA ESPIRITUALIDADE (2ª PARTE)

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"(...) O desabrochar da espiritualidade requer atenção sustentada; ela não se manifesta rapidamente. É um empreendimento do tipo 'faça-você-mesmo', e não nos pode ser conferido por outra pessoa. Quando o conhecimento é acompanhado por um sentimento da natureza interna da vida e uma vontade genuína de se autoexaminar, a espiritualidade emerge. O antigo aforismo grego 'conhece-te a ti mesmo', inscrito no frontispício do Templo de Apolo, em Delfos, é uma mensagem perene de sabedoria para a humanidade, e não algo específico de uma era ou de uma cultura. A espiritualidade requer inteligência atenta, temperada com discernimento. Em algum estágio durante nossa jornada começamos a fazer grandes questionamentos a respeito da vida, com tanta certeza como a noite segue-se ao dia. Podemos começar a questionar os ensinamentos que cruzam nosso caminho e até mesmo buscar as assim chamadas autoridades espirituais para virem em nosso auxílio, ajudar a conhecer nosso lug...

O DESPERTAR DA ILUMINAÇÃO (PARTE FINAL)

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"(...) Uma miragem é uma ilusão de ótica que depende das condições atmosféricas. A visão de uma poça d'água pode ser criada pela luz passando através das camadas de ar quente, acima da superfície aquecida de uma estrada. Outras miragens mais elaboradas podem surgir como cidades ou florestas. Mas tudo o que são é ilusão. Nós, que estamos na jornada em busca do Graal, podemos estar vendo apenas a ilusão dos postes de sinalização no caminho para o despertar espiritual. Maya  é a palavra usada para descrever a realidade da forma como é vista através da nuvem de fumaça das nossas mentes, emoções e personalidades. Nossa vida é vista através das condições que nós criamos. Assim como um pedaço de pau parece partido quando visto parcialmente na água, por causa da refração, nossa visão da realidade é distorcida por nossos condicionamentos. Quando buscamos o Graal, estamos no nível da mente. Por isso, ele é visto como algo separado - existe o buscador e aquilo que é buscado. ...

O DESPERTAR DA ILUMINAÇÃO (1ª PARTE)

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"Apesar dessas mudanças, a história da busca seguia linhas tradicionais. Monstros ou outros perigos sempre cercavam o viajante, e tinham que ser vencidos antes que a transformação fosse alcançada. A jornada do herói é um símbolo do ciclo da vida, morte e renascimento, uma parte essencial dos mistérios e mitos de muitas épocas e culturas. Talvez por ser mais conhecida, essa jornada é algo com que todos nos identificamos. A busca espiritual, no entanto, é como o Graal: cercada de mistérios. Não temos como saber o nosso destino antes de chegar. A procura do Graal é como a jornada para uma nova visão do próprio eu. Por isso, as interpretações generalizadas não fazem sentido. O reino do Graal não é um lugar geográfico, localizado no tempo ou espaço, mas um estado de consciência. É um reino que fica além da nossa consciência em vigília. representa uma transformação alquímica interior. Quando surgir o chamado para essa jornada (que surgirá para todos, porque o despertar parte...

A MIRAGEM DO GRAAL

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"A procura do Santo Graal é uma das mais famosas histórias do Ocidente. Conhecida como 'a jornada da busca', essa peregrinação é um importante símbolo místico, que representa o esforço da mente humana em sua busca por Deus. Mas um símbolo é apenas um indicador, um sinal que pode levar ao sagrado ou santificado; como tal, ainda está aberto a interpretações individuais. A lenda do Graal foi, muito provavelmente, inspirada pelas mitologias celta e clássica. O Graal ou cálice é apenas um entre muitos exemplos de recipientes, como chifres e caldeirões mágicos, capazes de restaurar a vida. No mito celta, a taça ou caldeirão devolvia a vida, provia saúde, sustento e coragem. Essas qualidades estavam ligadas à natureza e ao ciclo das estações do ano, com suas características de regeneração e fertilidade; faziam parte de um modo simples de vida. Durante o século XIII, quando a religião cristã substituiu grande parte dos ensinamentos pagãos, um significado espiritual nov...

COMO SEGUIR O CAMINHO (2ª PARTE)

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"(...) Quando você continua procurando o tempo todo, a busca em si se torna uma obsessão que o domina. Você se torna uma espécie de turista espiritual, circulando muito sem nunca chegar a parte alguma. Como disse Patrul Rinpoche: 'Você deixa o elefante em casa e fica procurando as pegadas dele na floresta'. Seguir um ensinamento não é um modo de confinar você ou de, por ciúme, monopolizá-lo. É uma maneira compassiva e hábil de mantê-lo centrado e sempre no caminho, apesar de todos os obstáculos que você e o mundo inevitavelmente enfrentarão. Assim, quando tiver explorado as tradições místicas, escolha um mestre e siga-o. Uma coisa é sair para a jornada da espiritualidade; outra completamente diversa é encontrar a paciência e a persistência, a sabedoria, a coragem e a humildade para ir até o fim. Você pode ter o carma para encontrar um professor, mas deve então criar o carma para segui-lo; pois poucos entre nós sabem verdadeiramente seguir um mestre, o que em si é uma...

COMO SEGUIR O CAMINHO (1ª PARTE)

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"Todos nós temos carma para encontrar algum caminho espiritual, e eu gostaria de encorajar você, do fundo do meu coração, a seguir com total sinceridade o caminho que mais o inspirar. Leia os grandes livros sobre espiritualidade de todas as tradições, chegue a algum entendimento sobre o que os mestres querem dizer com liberação e iluminação e descubra qual é a abordagem da realidade absoluta que mais o atrai, que é mais adequada a você. Desenvolva sua busca com todo o discernimento de que for capaz; o caminho espiritual exige mais inteligência, mais sóbrio entendimento, mais poder sutil de discriminação do que qualquer outra disciplina, porque a mais alta verdade está em jogo. Use seu bom senso a todo instante. Venha para o caminho o mais espirituosamente consciente possível da bagagem que traz com você: suas carências, fantasias, fracassos e projeções. Combine, com elevada consciência do que sua verdadeira natureza pode ser, humildade realista e sensata com a clara avaliaçã...

O CAMINHO ESPIRITUAL

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"Na obra do mestre sufi Rumi, Conversa à Mesa , há esta passagem veemente e mordaz: O mestre disse que há uma coisa neste mundo que nunca deve ser esquecida. Se vocês esquecerem todo o resto, mas não esquecerem dela, não haverá motivo para preocupação; por outro lado, se forem atentos, dedicados e competentes em relação a tudo mais e esquecerem essa coisa, não terão feito de fato absolutamente nada. É como se um rei houvesse enviado vocês a um país para cumprirem uma tarefa especial. Vocês vão para o tal país e executam cem outras tarefas, mas se não realizaram aquela para a qual foram mandados é como se não tivessem feito nada mesmo. Desse modo, o homem veio ao mundo para uma tarefa particular, que é o seu objetivo. Se ele não a leva a cabo, nada terá realizado. Todos os mestres espirituais da humanidade nos disseram a mesma coisa, que a finalidade da vida na terra é obter a união com a nossa natureza fundamental e iluminada. A 'tarefa' que o 'rei' nos...

RUMO À TRANSFORMAÇÃO (1ª PARTE)

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"As transformações no nosso conceito do divino são como uma viagem de um horizonte a outro, uma jornada que sempre nos leva além. Dionísio, o Aeropagita, afirmou: 'É mais apropriado louvá-lo retirando do que atribuindo, pois imputamos-lhe atributos quando partimos dos universais e descemos através do intermediário até os particulares. Mas aqui retiramos-lhe todas as coisas subindo dos particulares para os universais, para que possamos conhecer abertamente o incognoscível, que está oculto no interior e sob todas as coisas que podem ser conhecidas. E observamos essas trevas além da manifestação, ocultas sob toda luz natural' ( A Filosofia Perene, A. Huxley ). Helena Blavatsky chama aquilo que está além da luz e das trevas de As Grandes Trevas. Lemos em Luz no Caminho : 'Aferra-te àquilo que não tem substância nem existência./Ouve apenas a voz que não tem som./Considera apenas aquilo que é invisível/tanto para o sentimento interno quanto para o externo.' E...

LUZ VERDE NA ESTRADA

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"(...) Negar os sofrimentos da vida, é mentira e falta de honestidade para consigo mesmo. Fixar os olhos nesses sofrimentos é perigoso, porque gera amargo pessimismo e filosofia unilateral. Conceber as sombras da vida, mas espraiar os olhos pelos horizontes além, arraiados de luzes, é admitir a verdade integral e encher a alma de forças suficientes para, no meio das trevas, crer na luz. Entretanto, não te esqueças, meu amigo: essa lavorada salvadora não nasce em algum horizonte fora de ti, mas sim no horizonte dentro de ti - esse sol desponta no Grande Além de Dentro, nas divinas profundezas de tua própria alma. É, pois, necessário que descubras esse reino de Deus dentro de ti, esse reino sempre presente a ti, mas do qual estás, muitas vezes, ausente. Essa viagem rumo ao teu centro divino, naturalmente, é muito mais difícil do que todas as jornadas para as periferias externas - porque 'estreito é o caminho e apertada é a porta que conduz ao reino de Deus...

O PODER DA VIDA SILENCIOSA

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" Tao é o seio materno do Universo. Quem conhece sua mãe, sente-se filho seu. Quem se conhece como filho, vive a vida de sua mãe, Nem vê detrimento na morte. Quem refreia os seus sentidos E conserva as suas forças, Não se esgota. Mas quem se desgasta, Quem se dissipa e dispersa, Esse vive em vão. Quem tem a consciência de ser apenas uma centelha, Esse é iluminado. Quem, em seu dever, Permanece maleável e flexível, Esse é forte. Permanece maleável e flexível, Quem segue à luz interna, Esse não sucumbe à morte, É imortal. Quem vive na essência Não se prende a nenhuma aparência. EXPLICAÇÃO: O profano, sendo apenas um canal, vive na ilusão de ser a Fonte de tudo que acontece - mas o iniciado sabe que nenhum finito é Fonte. O canal cumpre a sua tarefa quando se liga à Fonte e permite que as águas dela fluam livremente através do seu condutor.  Esta receptividade dos canais é a verdade - a pretensa datividade é pura ilusão. Quem julga ter atingido a meta,...

DO SOLITÁRIO AO SOLITÁRIO

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"Nas encostas das poderosas montanhas há muitas aldeias, cada uma com sua própria deidade e seu próprio conselho responsável pelas formas de adoração e louvor ao Uno que habita o topo da montanha. De poucos em poucos anos, representantes de todos os conselhos reúnem-se para decidir que encosta é melhor para a subida. Todos eles trazem evidências e citam autoridades, discutem e partem. Muitos abandonam completamente as encostas e se estabelecem nas planícies, alguns acalentam memórias das estórias contadas por seus antepassados depois de sua subida. Umas poucas crianças ouvem o chamado do topo, entre o alarido dos adoradores no templo e dos eruditos nos conselhos. Somente algumas delas têm força e a coragem de empreender a longa e árdua jornada que conduz à presença do Uno que chama. Quem é que nos chama? Como podemos ouvir e responder? A origem do chamado está dentro de nós ou acima de nós? ‘Quem vos chamou é fiel’, como diz São Paulo. Se pudermos descobrir um modo de pres...