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Mostrando postagens com o rótulo renovação

EXCESSO DE VOCÊ

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" Cap. XIII – Item 10   Amigo, Espiritismo é caridade em movimento.  Não converta o próprio lar em museu.  Utensílio inútil em casa será utilidade na casa alheia.  O desapego começa das pequeninas coisas, e o objeto conservado, sem aplicação no recesso da moradia, explora os sentimentos do morador.  A verdadeira morte começa na estagnação.  Quem faz circular os empréstimos de Deus, renova o próprio caminho.  Transfigure os apetrechos, que lhes sejam inúteis, em forças vivas do bem.  Retirem da despensa os gêneros alimentícios, que descansam esquecidos, para a distribuição fraterna aos companheiros de estômago atormentado.  Reviste o guarda-roupa, libertando os cabides das vestes que você não usa, conduzindo-as aos viajores desnudos da estrada.  Estenda os pares de sapatos, que lhes sobram, aos pés descalços que transitam em derredor.  Elimine do mobiliário as peças excedentes, aumentando a alegria das habitações menos felizes....

BÊNÇÃO DE SOL

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" '... Nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, nos perturbe e, por meio dela, muitos sejam contaminados '. Paulo . ( Hebreus, 12:15 ) . É razoável estejamos sempre cautelosos a fim de não estendermos o mal ao caminho alheio. Os outros colhem os frutos de nossas ações e oferecem-nos, de volta, as reações consequentes. Daí, o cuidado instintivo em não ferirmos a própria consciência, seja policiando atitudes ou selecionando palavras, para que vivamos em paz à frente dos semelhantes, assegurando tranquilidade a nós mesmos. Em muitas circunstâncias, contudo, não nos imunizamos contra os agentes tóxicos da queixa. Superestimamos nossos problemas, supomos nossas dores maiores e mais complexas que as dos vizinhos e, amimalhando o próprio egoísmo, cultivamos indesejável raiz de amargura no solo do coração. Daí brotam espinheiros mentais, suscetíveis de golpear quantos renteiam conosco, na atividade cotidiana, envenenando-lhes a vida. Quantas sugestões infelizes teremos coa...

AS TRÊS ESCOLHAS

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"O discípulo apresentou-se ao orientador cristão e indagou:  - Instrutor, em sua opinião, qual é a lei que englobaria em si todas as Leis de Deus?   O interpelado respondeu:  - A Lei do Bem .  - Entretanto – acrescentou o aprendiz – quem diz 'lei' refere-se a clima de ação que todos devemos observar.  - Isto mesmo.  - Nesse caso, onde ficaria o livre-arbítrio ?  O orientador meditou alguns momentos e considerou:  - O livre-arbítrio é concedido a todas as criaturas conscientes, porquanto, 'a cada espírito será dado o que lhe cabe receber, conforme as próprias obras'. O Criador, porém, não é autor de violência. Por isso, até mesmo ante a Lei do Bem, a pessoa humana dispõe de três opções distintas. Poderemos segui-la, parar na senda evolutiva, de modo a não segui-la, ou afastarmo-nos dela pelos despenhadeiros do mal.  - Instrutor amigo, esclareça, por obséquio, a que resultados nos levam as três escolhas referidas?  O mentor aclaro...

O GRANDE EDUCANDÁRIO

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"De portas abertas à glória do ensino, a Terra , nas linhas da atividades carnal, é, realmente, um universidade sublime, funcionando, em vários cursos e disciplinas, com dois bilhões de alunos, aproximadamente, matriculados nas várias raças e nações.  Mais de vinte bilhões de almas conscientes, desencarnadas, sem nos reportarmos aos bilhões de inteligências sub-humanas que são aproveitadas nos múltiplos serviços do progresso planetário, cercam o domicílio terrestre, demorando-se noutras faixas de evolução.  Para a maioria dessas criaturas, necessitadas de experiência nova e mais ampla, a reencarnação não é somente um impositivo natural mas também um prêmio pelo ensejo de aprendizagem.  Assim é que, sob a iluminada supervisão das Inteligências Divinas , cada povo, no passado ou no presente, constitui uma seção preparatória da Humanidade, à frente do porvir.  Ontem, aprendíamos a ciência no Egito , a espiritualidade na Índia, o comércio na Fenícia , a revela...

NOS CÍRCULOS DA MATÉRIA

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"Superando as vulgaridades que lhe assinalam a romagem na carne, o Espírito reconhece a sua posição de internado nos círculos da matéria que, a seu turno, é simplesmente o conjunto das vidas inferiores, suscetível de ser examinado pela nossa capacidade de apreciação.  Em seus múltiplos estados, a matéria é força coagulada, dentro de extensas faixas dinâmicas, guardando a entidade mental de tipos diversos, em seu longo roteiro evolutivo.  Corpos sólidos, líquidos, gasosos, fluidos densos e radiantes, energias sutis, raios de variadas espécies e poderes ocultos tecem a rede em que a nossa consciência se desenvolve, na expansão para a imortalidade gloriosa.  O homem é gênio divino em aperfeiçoamento ou um anjo nascituro, no grande império das existências microscopias, em cujo âmbito é escravo natural das ordenações superiores e legítimo senhor das potências menores.  Em torno dele tudo é movimento, transformação e renovação. No seio multifário da natureza em qu...

DISCERNIR

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"Imperioso discernir, a fim de que nos reconheçamos na condição de alunos, em todos os lances e dificuldades do caminho que nos foi apontado ao trânsito comum. Empenhemo-nos em lutar pela própria elevação. Ninguém está excluído. Não basta procurar para que o êxito te acompanhe. É preciso saber o que fizeste daquilo que já encontraste. Nas obras da fé puramente cristã, há lugar para colaboradores de todas as procedências. Há quem alfabetize, quem doutrine, quem eduque, quem administre, quem obedeça, quem socorra o corpo enfermo e quem reconforte o coração desesperado. O essencial, em nossas tarefas de renovação, é trabalhar, fazer, auxiliar e produzir para o bem, fugindo à posição de espectadores indolentes. Razoável amparar aos que indagam e auxiliar aos que choram, entretanto, é imprescindível estender braço amigo aos que iniciam no aprendizado, em plena manhã da vida humana, para que aprendam a perguntar e a sofrer com proveito. A Grandeza Divina absorve a pequenez humana em tod...

DESAFIOS DA VIDA (1ª PARTE)

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"Provavelmente não fazemos a menor ideia da carga do passado em nossas vidas. Cada dia que nasce é uma oportunidade de renovação. Mas não aproveitamos, continuando a arrastar o dia de ontem, impedindo sistematicamente o surgimento do novo. Nossas ações, pensamentos e sentimentos continuam tão velhos quanto eram dez anos atrás. Você pode dizer: 'Como é possível? Estou fazendo coisas que não fiz ontem.' As oportunidades podem ser novas, mas nossa forma de lidar com elas é a mesma, seguindo a trilha que os velhos hábitos criaram em nós, modelados pela energia do pensamento. Assim, qualitativamente o resultado é sempre o mesmo, mesmo que o conteúdo varie. Nosso olhar não mudou; ele envelhece instantaneamente aquilo que chega. Diante disso, quais são as nossas chances de crescimento real? Nada se pode acrescentar à mente ocupada pelo passado, ao copo que está cheio. Crescimento é ampliação de consciência, ampliação da vida , dando mais domínio sobre as limitações im...

A MAGIA DO FINAL DE ANO

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"O  tempo é circular. Tudo o que ocorre ao longo dele é cíclico. Cada final traz um novo começo, e o modo como terminamos um ano das nossas vidas ajuda a definir como será, para nós, o ano seguinte.  Um breve momento é resultado, e semente, de processos imensamente longos. Segundo a filosofia esotérica, também cada ano que passa é um resumo de toda a nossa vida. O final de cada ciclo é oportuno para refletir sobre nossas vitórias e dificuldades, fazer um balanço – e renovar a decisão de viver de maneira sábia.  As quatro estações do ano correspondem às quatro grandes etapas de uma vida humana. A segunda metade do inverno é a infância, que prepara a primavera da juventude. Por enquanto, tudo parece ajudar o nosso desenvolvimento pessoal: somos protegidos e  educados, e as tendências da natureza conspiram a nosso favor.  Na primavera e no verão, que correspondem ao período que vai da juventude à meia-idade, ocorrem os grandes desafios e as principais re...

O AMOR UNIVERSAL

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"O amor é abordado pelas grandes tradições religiosas do mundo. São sublimes os comentários de São Paulo sobre o amor, na Bíblia: 'Ainda que eu falasse línguas, a dos homens e a dos anjos, se eu não tivesse amor, seria como um bronze que soa ou como um címbalo que tine (...) Ainda que eu tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tivesse o amor, eu nada seria.' Paulo comentou a fala, que é um poder. As palavras são extraordinariamente potentes e suas vibrações possuem efeito muito maior do que podemos imaginar. Muitas palavras são ditas descuidadamente porque vêm de uma consciência caracterizada pelo egoísmo. De nossa parte, sem uma conexão fundamental com toda a vida, elas talvez não queiram dizer muita coisa. Até que o amor universal crie raízes em nós e comece a crescer, seremos incapazes de expressar nossa humanidade mais plenamente. Talvez seja interessante dizer que geralmente só conhecemos uma versão limitada do amor. Podemos sentir uma afei...

A AUTÊNTICA ESPIRITUALIDADE (PARTE FINAL)

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"(...) Podemos também abordar o tema da espiritualidade considerando a polaridade fundamental da vida, que se encontra nos ensinamentos da sabedoria e é Purusha-Prakriti , ou espírito-matéria. Não estamos divididos em espírito e matéria, mas somos espírito-matéria unidos . O polo espiritual de nossa natureza revela-se gradualmente à medida que evoluímos, como uma flor que se abre.  Entramos agora no reino da renovação. O apóstolo Paulo disse:'Não permiti que o presente empurre-vos para dentro de seu molde. Em vez disso, transformai-vos pela renovação de vossas mentes.' Ele aludia àquela renovação mental que nasce naturalmente quando nosso condicionamento é posto de lado. Uma renovação assim não pode surgir quando a mente está cheia de coisas terrenas; ocorre quando entramos na quietude não terrena. Quando silenciamos, mesmo por um curto espaço de tempo, os espaços dentro dos recessos mais elevados de nossa mente revelam-se inevitavelmente. Associada a isso há a...

QUEM É DA VERDADE ESCUTA A MINHA VOZ (Jo 18:37)

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"A inspirada estória, assim interpretada, serve para descrever não só os processos de evolução cósmica e as experiências dos indivíduos altamente desenvolvidos no estágio final de evolução para o adeptado. Ela descreve também a vida de cada ser humano, pois, como sugerido anteriormente, todos os homens experimentarão algum dia o despertar espiritual, interior, ou 'nascimento'. Há momentos na vida da maioria das pessoas em que elas se sentem insatisfeitas consigo mesmas, quando experimentam o que tem sido descrito como uma inexprimível nostalgia do infinito, um divino descontentamento. Essa experiência humana quase universal corresponde à natividade de Cristo. A maioria das pessoas tem seu batismo nas águas da tristeza, quando a aflição, dor e desespero podem subjugá-las, da mesma forma como as águas do Jordão cobriram Jesus. Se, como ele, as pessoas permanecem imperturbáveis, emergirão mais fortes, mais sábias e capacitadas a curar as dores alheias. As tentações no des...

SOFRIMENTO SUBSTITUTIVO (PARTE FINAL)

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"(...) Enquanto a humanidade for pecadora, haverá sofredores, ainda que inocentes. O Apocalipse fala da abolição de todo o sofrimento - mas isto só acontecerá quando houver 'um novo céu e uma nova terra', e quando 'o reino dos céus for proclamado sobre a face da terra', isto é, quando não houver mais uma humanidade pecadora, então deixará de haver sofrimento individual. Há quem julgue que uma grande espiritualidade possa diminuir ou mesmo abolir o sofrimento. Mas é experiência universal que são precisamente os homens espirituais, os santos, os iniciados, os que mais sofrem. Por quê? Porque, quando o homem já não tem débito próprio, se torna ele um sofredor ideal por débito alheio. É esta a razão por que os santos e os iniciados costumam sofrer serenamente, por que se sentem como pecadores de débitos alheios. Sofrer por débito próprio é vergonhoso - sofrer por débito alheio é honroso. Enquanto a nossa humanidade for adâmica , vigorará este lei de...

BEM-AVENTURADOS OS PUROS DE CORAÇÃO, PORQUE ELES VERÃO A DEUS (1ª PARTE)

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"Encontramos em qualquer religião dois princípios básicos: o ideal de realização e o método para realizar-se. Qualquer escritura do mundo tem proclamado a verdade de que Deus existe e de que a finalidade da vida do homem é conhecê-Lo. Todo grande mestre espiritual tem ensinado que o homem precisa conhecer Deus e renascer em espírito. No Sermão da Montanha, a realização desse objetivo vem expressa como a perfeição em Deus: 'Sede perfeitos como vosso Pai que está nos céus é perfeito.' E o método de realização que Cristo ensina é a purificação do coração que leva a essa perfeição. Qual é essa pureza que precisamos ter antes que Deus se revele a nós: Todos nós conhecemos pessoas que poderíamos descrever como puras - no sentido ético - mas que não têm visto Deus. Por quê? A vida ética, a prática decidida das virtudes morais, se faz necessária como preparação para uma vida espíritual, sendo portanto, ensinamento fundamental de qualquer religião. Todavia, isso não nos hab...

O RUGIR DA TEMPESTADE (PARTE FINAL)

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"(...) Temos de provocar tormentas e perturbações a fim de criar o entusiasmo de viver?  Este remédio parece ser pior que a doença! Afinal de contas o que é uma tormenta ou uma perturbação? Obviamente é um desafio da vida. Devido a estes desafios, ficamos perturbados. Mas como no rio da vida correm novas águas a todo momento, a vida é um desafio incessante. Não há momentos em que não exista o desafio da vida. Por que não ficamos em estado de alerta, embora o desafio deva tornar a pessoa alerta e vigilante? Se vivermos cercados por desafios e não estamos alertas e vigilantes, será que não estamos nos resguardando, sob uma falsa segurança? Não há dúvida de que a vida está constantemente enviando, de maneira incessante, desafios de todos os lados e em diversos níveis. Porém, a mente, através de suas respostas, emanadas das esferas de sua memória, trabalha como um 'amortecedor de choques', em relação a estes desafios. É esta atividade da mente que nos leva a passivid...

O RUGIR DA TEMPESTADE (5ª PARTE)

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"(...) Diz LUZ NO CAMINHO: 'Procura pela flor que desabrocha durante o silêncio que segue à tormenta: não antes. Ela crescerá, se desenvolverá, lançará ramos e folhas, formará botões enquanto a tempestade prosseguir, enquanto perdurar a batalha. Porém, só quando toda a personalidade do homem estiver dissolvida e desvanecida - só quando for mantida pelo divino fragmento que a criou como mero instrumento de experimentação e experiência - só quando toda a natureza houver cedido e sido submetida ao seu Eu Superior, é que o botão pode se abrir'. O desabrochar da flor é a profunda experiência espiritual que advém após o terrível estrondo da tormenta. É na tormenta que se cria a profundeza do silêncio. A limpeza da Natureza pela tormenta é certamente a criação do espaço. O silêncio que se segue à tormenta é da mais alta significação. A tormenta revolve tão profundamente a natureza, que todas as coisas mortas são lançadas fora e o fardo do passado alijado.  Da mesma f...

RUGIR DA TEMPESTADE (3ª PARTE)

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"(...) Kabir, um grande místico indiano, disse que é quando o sono não vem que a pessoa se apoquenta com a arrumação da cama e o arranjo dos travesseiros. Somente a dançarina que não sente a dança em si é a que se queixa do palco, do soalho e da decoração. É quando a vida interna feneceu que as dificuldades objetivas parecem intransponíveis. Assim, é a falta de interesse profundo que arrefece o entusiasmo humano. O ser humano está ressequido por dentro e procura renovação de fora! Nenhuma mudança na condição objetiva, nenhuma alteração na disposição do Karma  lhe trará renovação, enquanto não penetrar nas reais profundezas de seu próprio ser. É possível ao ser humano cultivar um interesse profundo pela vida? Pode o interesse ser criado - ou é tão somente um dom do Karma ? É a vida espiritual assunto de mero subjetivismo, negando toda a realidade às condições objetivas? Não tem o ser espiritual que trabalhar na mudança das circunstâncias objetivas? As condições objetivas vi...

O PRANTO

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“O pranto, às vezes, é como a chuva tão esperada pela semente escondida no leito de humo. Dele a vida pode brotar.” (Hermógenes – Mergulho na paz – p. 65)

RENOVAÇÃO

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“Sentindo dilaceradas suas carnes e a queda de seus membros, a mangueira agradecia ao homem que a podava. Agradecia aquela dor necessária ao esplendor de sua floração, à fartura de sua safra.” (Hermógenes – Mergulho na paz – p. 197)