Postagens

Mostrando postagens com o rótulo esperança

CULTIVO DO BEM

Imagem
"Seleciona os temas do teu cotidiano para as cogitações de cada hora. À semelhança de uma corrente elétrica que deve ser periodicamente interrompida, não te deixes fixar nas ideias deprimentes que rondam as tuas telas mentais. Há mensagens de variada gama que te alcançam, quanto incontáveis outras que emites em todas direções. Aplica o seletor do bom senso, de modo a registrar, apenas, as que edificam, e emitir, somente, as que enobrecem. Toda imagem perniciosa que te recebe a contribuição mental transforma-se em fulcro de desequilíbrio próximo ou remoto. Desvia a atenção das impressões destruidoras, enriquecendo as paisagens mentais com otimismo, a fim de haurires saúde e valor. * Aqui é uma calúnia que te alcança. Adiante é uma agressão inesperada que te atinge. Hoje é um amigo que te abandona. Amanhã é um familiar que te acusa. Num momento é a deserção de um afeto; noutro é a chegada da tentação. Agora é o cansaço, inspirando-te ao desânimo; depois é a ansiedade exigindo-te des...

PARA AUXILIAR

Imagem
"Para auxiliar na extinção das trevas de espírito, ninguém te pede espetáculos de grandeza. Basta te disponhas a estender essa ou aquela migalha de amor num raio de luz.  Quando tiveres de sanar algum momento de tristeza, medita nas horas de contentamento e esperança que te alimentam os dias.  Quando tiveres de atravessar alguma dificuldade no mundo, soma as bênçãos que já possuis e sentirás o coração mergulhado no oceano sem fim da bondade de Deus.  Convence-te de que Deus pode sanar-nos qualquer preocupação, mas deixa nos a cada um a benção, do trabalho, de modo a que consigamos sair da ingenuidade e da inércia para sermos, um dia, colaboradores conscientes da Divina Sabedoria que sustenta a Criação."   (Meimei) Texto extraído do livro "Agenda de Luz", de Francisco Cândido Xavier, ditado por Espíritos diversos, p. 16. Imagem: Pinterest 

OS OUTROS

Imagem
"Cap. XIII – Item 13  Dizes trazer o deserto no coração; entretanto, pensa nos outros.  Muitos pisam teus rastros, procurando-te as mãos no grande vazio...  Pára um pouco e perceberá a presença nas sombras da reta guarda.  Enquanto gritas a própria solidão, compreenderás que a voz deles está morrendo na garganta, através de longos gemidos.  Volta-te e vê.  Compara os teus braços robustos com os ossos descarnados que ainda lhe servem de suporte às mãos tristes em que os dedos mirrados são espinhos de dor. Enxuga o teu pranto e observa os olhos fatigados que te contemplam... Falam-te a história de esperanças e sonhos que o tempo soterrou na areia da frustração. Referem-se ao frio cortante do lar perdido e à agonia da ramagem nas trevas...  Pára e compadece-te.  Deixa que respirem, ainda mesmo por um momento só, no calor de teu hálito.  Quem poderá medir a extensão da grandeza de uma simples semente, caída na terra que o arado martirizou...