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Mostrando postagens com o rótulo renascimento

PREEXISTÊNCIA DA ALMA

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"38. Sem a preexistência da alma, a doutrina do pecado original não seria somente inconciliável com a justiça de Deus, que tornaria todos os homens responsáveis pela falta de um só, seria também um contrassenso, e tanto menos justificável quanto, segundo essa doutrina, a alma não existia na época a que se pretende fazer que a sua responsabilidade remonte. Com a preexistência, o homem traz, ao renascer, o gérmen das suas imperfeições, dos defeitos de que se não corrigiu e que se traduzem pelos instintos naturais e pelos pendores para tal ou tal vício. É esse o seu verdadeiro pecado original, cujas consequências naturalmente sofre, mas com a diferença capital de que sofre a pena das suas próprias faltas, e não das de outrem; e com a outra diferença, ao mesmo tempo consoladora, animadora e soberanamente equitativa, de que cada existência lhe oferece os meios de se redimir pela reparação e de progredir, quer despojando-se de alguma imperfeição, quer adquirindo novos conhecim...

PERDA

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" São compreensíveis as lamentações e os pesares, o pranto e os suspiros, pois o ser humano passa por processos psicológicos de adaptação e de reajuste às perdas da vida. ' Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque, o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos. ' Nascer e morrer fazem parte de um fenômeno comum e necessário. Tudo nasce, tudo se desenvolve, mas tudo se definha. Sempre há um tempo de partir. A morte na Terra é o término de uma existência física, é a passagem do ser infinito para uma nova forma existencial. Ela é um interlúdio, ou seja, um intervalo entre as diversas transformações da vida, a fim de que a renovação e a aprendizagem se estabeleçam nas almas, ao longo da eternidade. Morrer não é uma perda fatal, não é um mal, é um essencial processo de harmonização da Natureza. Durante quanto tempo lamentaremos o passamento de um ser amado? Dependerá de como estamos prep...

O ÚNICO DESEJO BOM

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" Tudo isso é simples; é necessário somente que compreendas. Há, porém, algumas pessoas que renunciam à busca de objetivos terrenos somente com o intuito de alcançar o céu, ou para atingir a libertação pessoal dos renascimentos; neste erro não deves cair. (§23) C. W. L. - É principalmente na Índia que se encontra o desejo de libertação pessoal dos renascimentos, porque a maioria das pessoas lá acreditam na reencarnação. Para o cristão comum, o céu é também uma libertação da Terra. Estas instruções foram dadas a um menino indiano; portanto, antes e acima de tudo elas se referem às condições indianas, embora as ideias possam também ser aplicadas ao nosso mundo ocidental. Nós, teósofos, não estamos particularmente propensos a fazer esforços violentos para obter a felicidade do mundo céu, no qual os homens passam centenas e até mesmo milhares de anos entre encarnações. Muitos de nós prefeririam retornar rapidamente para trabalhar na Terra, e isso é possível àqueles que realmente o des...

DEUS É O AMANTE POR TRÁS DE TODO AMOR

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"Enquanto buscava o amor duradouro, vim a compreender que Alguém Mais cuidava de mim por intermédio de todos os amores humanos. O Divino me tem amado como mãe, pai e amigo. Procurei o único Amigo por trás de todos os amigos, aquele Amante a Quem agora vejo brilhando nas faces de todos vocês. E esse amigo nunca me abandona. Deus está por trás de tudo. 'Honrarás teu pai e tua mãe',³ mas 'amarás ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força'.⁴ Vocês precisam compreender como é importante cultivar a amizade divina com Ele, sem mais perda de tempo. Ao dormir, como podem ter certeza de acordar no dia seguinte? Um a um, nós deixamos esta terra. Mas não se deve lamentar nada. Ao morrer, seremos chamados a renascer aqui, iniciando outra vida a partir do ponto em que interrompemos esta.  Vejo a vida e a morte como o subir e o descer das ondas do mar. No nascimento, uma onda levanta-se da superfície e, na morte, ela cai adormecida no sei...

ABANDONAR O APEGO ÀS COISAS INANIMADAS

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"O apego a posses materiais e similares é outro obstáculo que devemos abandonar em nossa busca do tranquilo permanecer. Podemos nos opor a essa atitude de aferramento treinando da maneira que se segue. Primeiro, devemos considerar que, [17] se formos apegados à nossa riqueza, fama ou reputação e gerarmos orgulho desses atributos elogiados pelos outros, as delusões de orgulho e de apego vão nos levar a renascer em reinos inferiores, onde sofreremos terríveis medos. [18] Devemos compreender que nossa mente confusa é incapaz de discriminar entre o que é benéfico e o que é prejudicial a si mesma. Por isso, ela corre descontroladamente para os objetos de apego, inconsciente do imenso tormento que, em nome deles, terá de suportar em vidas futuras. [19] Sábia é a pessoa que permanece desapegada de riqueza, fama e coisas do gênero, porque é o nosso aferramento a esses deleites que dá origem a todos os nossos medos. [20] Outro ponto a considerar é que todas as nossas posses e tudo aquilo p...

PRATIQUES O DARMA AGORA (1ª PARTE)

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"Buda disse que, enquanto os seres sencientes estiverem sob a influência da ignorância, terão de experienciar as quatro características do samsara: 1) o nascimento conduz inevitavelmente à morte; 2) aquilo que é reunido, por fim, deve se dispersar; 3) aqueles que ocupam posições elevadas, por fim, caem em estados inferiores; 4) todos os encontros, por fim, resultam em separação. Devemos examinar essas quatro características com muito cuidado. Quem quer que possua um status elevado, uma boa reputação ou riqueza verá isso, por fim, diminuir, decair e, em última instância desaparecer. Existe algum real prazer a ser extraído dessas aquisições e alguma delas pode nos ajudar na hora da morte? Quem pode nos ajudar nessa hora - nosso cônjuge, amigos, familiares, nossas posses ou o governo do nosso país? Pensar que viveremos neste mundo para sempre é enganar-se grosseiramente. Este mundo não possui moradores permanentes. Dos bilhões de indivíduos que hoje estão vivos, quem ainda estará aqu...

DESTINO DOS CORPOS

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"Os corpos têm de ser utilizados, gastos e, por último, abandonados. O homem utiliza seu corpo mental durante todo o ciclo de evolução nos três mundos , desde o nascimento no mundo físico até que deixa o mundo celeste para renascer na terra. É o primeiro corpo do qual se reveste em cada ciclo de vida e o último que abandona. Depois do corpo mental, se reveste do astral para descer do mundo mental ao mundo das emoções e o abandona quando deste mundo emocional ascende ao mental. Finalmente se reveste do corpo físico ou de ação, que abandona ao morrer na terra, ou seja, quando do mundo físico ascende ao astral em seu caminho para o mental. Portanto, vemos que o homem está revestido de três corpos ou roupagens inseparáveis durante a série de reencarnações, e sobrevestido de outros três corpos ou roupagens transitórias e separáveis, que nascem e morrem e cuja matéria componente reverte à massa geral de seu respectivo mundo, para fazer parte de outras agregações de matéria mineral, ...

O HOMEM E SUA ROUPAGEM

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"As palavras nascimento e morte significam tão somente as portas onde o homem passa de um mundo para o outro. Em realidade não nasce e nem morre e sim vive sempre. Porém quando deixa um mundo, os habitantes do mesmo, dizem: 'Morreu' , enquanto os habitantes do mundo em que acaba de ingressar por sua vez exclamam: 'Nasceu' . Em verdade, é o mesmo homem que vai de mundo em mundo aprendendo as lições que em cada um o ambiente lhe oferece, permanecendo a maior parte do tempo em que percorre este ciclo¹ na pura felicidade das mansões celestes. O homem é semelhante à ave que tendo o seu ninho na adorável beleza de um bosque, ao sentir fome, deixa sua ditosa morada e voando para o lago vizinho, em suas águas busca com o bico o alimento, regressando ao seu silvestre retiro logo que satisfaça sua necessidade, a fim de ali consumir o alimento encontrado. Assim o homem vive normalmente no mundo celeste;  consome ali o alimento que levou consigo e, quando sente fome,² bate...

TEXTO ZAZEN WASAN

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" Desde o princípio todos os seres são Budas. Como a água e o gelo, sem água não há gelo, Fora de nós não há Budas Quão próximos da verdade, todavia quão longe a buscamos. Como alguém dentro d'água gritando 'Tenho sede'. Como uma criança de rica linhagem vagueando neste terra como se fosse pobre, nós vagueamos eternamente e damos voltas aos seis mundos. A causa de nossa dor é a ilusão do ego. De um caminho sombrio a outro vagueamos nas trevas, Como podemos nos livrar da roda de samsara? A passagem para a liberdade é o Samadhi Zazen, além da exaltação, além de nossos louvores, o puro Mahayana. A observação dos preceitos, o arrependimento e o doar-se, as incontáveis boas ações e o caminho do reto viver surgem todos de Zazen. Assim, um verdadeiro Samadhi extingue os males; purifica o carma, dissolvendo as obstruções. Então, onde estão os caminhos sombriso que nos fazem extraviar? A Ter...

CELEBRA O TEU NATAL - DE DENTRO!

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"Quantas vezes, meu amigo, celebrastes o Natal de fora? O Natal litúrgico, de 25 de dezembro de cada ano? 20, 30, 50 vezes em tua vida? Foi um verdadeiro Natal - ou foi apenas um pseudonatal? Foi um Natal  - ou foi o teu Natal ? Foi como um fogo pintado na tela - ou foi um fogo real, cheio de força, luz e calor? Natal sem natalidade não passa de ilusão e mentira... Que quer dizer um Natal onde não haja nascimento do Cristo? Nasceu ele, é verdade, há quase 2000 anos, na gruta de Belém - mas não nasceu na gruta de teu coração. Foi reclinado na singela manjedoura de palha - mas podes tu dizer em verdade: Já não sou eu que vivo, o Cristo é que vive em mim? Ainda que mil vezes nasça Jesus em Belém - se não nascer em ti, perdido estás... A árvore de Natal que costumas armar em tua casa é bem o símbolo inconsciente do teu pseudonatal interior: árvore sem raízes, morta ou moribunda, ostentando lindos enfeites de papel sem vida, frutinhas ocas de cel...

OS BARDOS (PARTE FINAL)

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"(...) 2. O bardo doloroso da morte se estende do início do processo de morrer até o fim do que é conhecido como 'respiração interior'; esta, por sua vez, culmina no despontar da natureza da mente, o que chamamos a 'Luminosidade Base', no momento da morte. 3. O bardo luminoso do dharmata abrange a experiência pós-morte da radiância da natureza da mente, a luminosidade ou 'Clara Luz', que se manifesta como som, cor e luz. 4. o bardo cármico do vir a ser é o que em geral denominamos 'bardo ou estado intermediário', que dura até o momento em que assumimos um novo nascimento. O que distingue e define cada um dos bardos é que todos eles são intervalos ou períodos em que a possibilidade do despertar está particularmente presente. As oportunidades de liberação estão ocorrendo de maneira contínua e ininterrupta ao longo da vida e da morte; os ensinamentos do bardo são a chave ou a ferramenta que nos permitirá descobrir ou reconhecer essas op...

OS BARDOS (1ª PARTE)

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"Devido à popularidade do Livro Tibetano dos Mortos , as pessoas comumente associam a palavra bardo com a morte. É verdade que 'bardo' é usado na linguagem diária dos tibetanos para designar o estado intermediário entre a morte e o renascimento, mas ele tem um sentido muito mais amplo e profundo. É nos ensinamentos sobre o bardo que, talvez mais do que em qualquer outro lugar, podemos ver como é profunda e abrangente a sabedoria dos budas sobre a vida e a morte, e como é inseparável essa coisa chamada 'vida' daquilo que chamamos 'morte', quando vistas e entendidas claramente a partir da perspectiva da iluminação. Podemos dividir o conjunto da nossa existência em quatro realidades: vida, o morrer e a morte, o pós-morte e o renascimento. São esses os Quadro Bardos: o bardo 'natural' desta vida o bardo 'doloroso' da morte o bardo 'luminoso' do dharmata o bardo 'cármico' do vir a ser 1. O bardo natural desta vida ...

DUAS BOAS DEFINIÇÕES (KARMA)

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"E. D. Walker, em sua obra Reencarnação,  nos oferece a seguinte explicação:  " A doutrina de Karma explica que nós mesmos nos fizemos o que somos por atos anteriores e que formamos nossa eternidade futura com as ações presentes. Não existe outro destino além daquele que nós mesmos determinamos.  Não há salvação nem condenação alguma, exceto aquela originada por nós mesmos... Como Karma não oferece nenhum amparo aos gestos culpáveis e requer muito valor, não encontra entre as naturezas débeis tão boa acolhida como as fáceis doutrinas de remissão dos pecados, a intercessão, o perdão e as extremas-unções... No domínio da eterna justiça, a ofensa e o castigo estão unidos inseparavelmente como um único fato porque não existe real diferença entre a ação e sua consequência... Karma ou nossos antigos atos são os responsáveis pela nossa volta à vida terrestre. A residência do espírito muda segundo seu Karma que não permite uma larga permanência na mesma condição, uma ve...

ESFORÇO E PACIÊNCIA

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"Tanto quanto os sankalpas  ou desejos permaneçam no homem, é-lhe inviável escapar do nascimento (compulsório). No dia em que ele se tornar totalmente livre de seus sankalpas , nesse dia, estará liberto da reencarnação⁷². A fim de que possa tomar tal caminho sagrado, tornando-se isento de desejos, o homem deve render-se às mãos de Deus. Há alguns obstáculos para aquele que pretende se render. Todos compreendem que neste mundo não é possível adentrar a residência de uma pessoa influente ou que tenha posição importante, sem esbarrar com dificuldades e questionamentos. Na entrada da casa encontrará um 'segurança', que perguntará sobre que negócio tem com o proprietário. Uma pessoa de limitado poder e posição mundana enfrentará as restrições que regulam sua entrada na tal casa. Que estranheza pode haver quando se trata de Deus, que tem ilimitado poder? Para a entrada em Sua mansão, existem austeras normas restritivas. Se você deseja entrar no palácio de moksha  ou ...

AS INTELIGÊNCIAS KÁRMICAS

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"O Karma não é uma lei cega, nem, de forma alguma, sem endereço. Há grandes inteligências à sua retaguarda, e assim deve ser, especialmente para a direção de suas di­versas correntes, e para a orientação quanto ao tempo, a forma e o lugar do renascimento. Todas as Mitologias têm algo a dizer a esse respeito. Os gregos foram mestres no personalizar ou tornar de certa maneira concretas as maravilhosas e algumas vezes deslumbrantes abstrações dos Sábios e Filósofos do Oriente. O Oriente entrega-se a infinitas e ilimitadas abstrações; o Ocidente personali­za. Assim, por exemplo, o Karma do Oriente é transfor­mado, nos ensinamentos do Ocidente, na Deusa Nêmesis, ou Fatalismo, com os Três Destinos e as Três Fúrias. Outro exemplo: a imortalidade e a persistência dos pen­samentos e ações, como são ensinados no Oriente, pas­sam a ser, no Ocidente, a doutrina do Anjo Registrador, que anota nossos atos, bons ou maus. Vamos lançar os olhos para as personificações das Inteligências Ká...

O CARMA (1ª PARTE)

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"Na segunda vigília da noite em que o Buda atingiu a iluminação, ele ganhou outro tipo de conhecimento que completou o que havia aprendido sobre o renascimento: o conhecimento sobre o carma, a lei natural de causa e efeito. 'Com o olho divino, purificado e situado além do alcance da visão humana, vi como os seres desaparecem e voltam a ser outra vez. Vi alto e baixo, brilhante e insignificante, e como cada um deles obtém, de acordo com seu carma, um renascimento favorável ou doloroso.'¹⁵ A verdade e a força propulsora que estão por trás do renascimento são o que se chama de carma. Frequentemente o carma é compreendido de modo totalmente errôneo no Ocidente, confundido com destino e predestinação; melhor seria entendê-lo como a infalível lei de causa e efeito que governa o universo. A palavra carma significa literalmente 'ação', e carma é tanto o poder latente que existe dentro das ações quanto os resultados que nossas ações trazem. Há muitas espécie...

UM PODER SUSTENTADOR (PARTE FINAL)

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"(...) Há uma passagem no Bhagavad Gita que pode, a princípio, parecer um tanto insensível, contudo fala da força dentro de nós e não nega a verdadeira compaixão: 'A morte é certa para todas as coisas que nascem, e o renascimento é certo para todos os que morrem; daí não ser conveniente afligir-se a respeito do inevitável.' Uma sabedoria tão iluminada como a contida nessas palavras jamais teria sido dada numa escritura que tem guiado as vidas de milhões de pessoas através dos séculos, a não ser que contivesse uma filosofia que pudesse ser compreendida e aplicada. Como seres humanos, conquistamos o direito, devido ao nosso potencial mental e espiritual, de lidar com a missão, por mais difícil que possa ser, de nos tornarmos cada vez mais universais e impessoais em perspectiva e compreensão. A vida não é uma estrada fácil, e a morte, que chega para toda a humanidade, é uma das muitas experiências de despertar através das quais provamos nosso vigor e penetramos em nós...

A MEMÓRIA NEGA O AMOR

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"É possível amar sem pensamento? O que você entende por pensamento? O pensamento é uma resposta às lembranças de sofrimento ou prazer. Não há pensamento sem o resíduo deixado pela experiência incompleta. O amor é diferente da emoção e do feeling . O amor não pode ser colocado no campo do pensamento; enquanto o felling  e a emoção podem. O amor é uma chama sem fumaça, sempre fresco, criativo, alegre. Esse amor é perigoso para a sociedade, para o relacionamento. Então, o pensamento entra nele, o modifica, guia, legaliza e o coloca fora de perigo; desse modo, é possível viver com ele. Você não sabe que, ao amar alguém, ama toda a humanidade? Você não sabe que, é perigoso amar o homem? Não há barreira, não há nacionalidade; não há anseio por poder e posição, e as coisas assumem seus valores. Um homem assim é um perigo para a sociedade.  Para o indivíduo de amor, o processo da memória deve ter um fim. A memória só aparece quando a experiência não é completamente entendida. ...

O DESPERTAR DA ILUMINAÇÃO (1ª PARTE)

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"Apesar dessas mudanças, a história da busca seguia linhas tradicionais. Monstros ou outros perigos sempre cercavam o viajante, e tinham que ser vencidos antes que a transformação fosse alcançada. A jornada do herói é um símbolo do ciclo da vida, morte e renascimento, uma parte essencial dos mistérios e mitos de muitas épocas e culturas. Talvez por ser mais conhecida, essa jornada é algo com que todos nos identificamos. A busca espiritual, no entanto, é como o Graal: cercada de mistérios. Não temos como saber o nosso destino antes de chegar. A procura do Graal é como a jornada para uma nova visão do próprio eu. Por isso, as interpretações generalizadas não fazem sentido. O reino do Graal não é um lugar geográfico, localizado no tempo ou espaço, mas um estado de consciência. É um reino que fica além da nossa consciência em vigília. representa uma transformação alquímica interior. Quando surgir o chamado para essa jornada (que surgirá para todos, porque o despertar parte...