terça-feira, 4 de março de 2025

UM SISTEMA NERVOSO SAUDÁVEL É ESSENCIAL A UM CORPO SAUDÁVEL

"Os nervos são como os fios que conectam todas as seções de uma fábrica. Se ficarem desencapados ou se partirem, toda a fábrica ou certas áreas não poderão funcionar. De modo parecido, o sistema nervoso dá vida a todas as partes do corpo, inclusive às funções perceptivas, cognitivas e reativas dos cinco sentidos. Se os nervos são destruídos, também é destruído o intercâmbio com o mundo.

Há dois sistemas nervosos: o sistema nervoso central - no cérebro, no bulbo raquiano e na medula espinhal; e o sistema nervoso periférico que liga os centros nervosos aos diferentes órgãos do corpo, transmitindo-lhes energia. O sistema nervoso envia sensações ao cérebro e o habilita a processá-las, e então reage à interpretação que o cérebro fornece a esses estímulos.

Na fase inicial do crescimento do cérebro no embrião, o primeiro estado de formação dos nervos é como um líquido. Gradualmente surgem fibras, que acabam por se tornar nervos - superestradas resistentes que levam energia do cérebro a todas as partes do corpo. O cérebro é a sede do governo, e os 27 trilhões de células são os súditos. Portanto, o sistema nervoso que conecta tudo isso precisa estar em bom funcionamento. Talvez você recorde o efeito paralisador da recente greve na companhia telefônica. É o que pode ocorrer no corpo. Quando os 'telefones' dos nervos estão paralisados, não conseguem transmitir suas mensagens vitais. Por exemplo se o centro ótico do cérebro for danificado em razão de doenças, má alimentação ou excesso de esforço, os nervos óticos serão afetados e a visão se enfraquecerá."

Paramahansa Yogananda, Jornada para a Autorrealização, Self-Realization Fellowship, p. 83/84.
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

FALAR E OUVIR

"Em nossas relações interpessoais diárias temos noção do quanto falamos e do quanto ouvimos? Em nossas conversas informais, presenciais ou por telefone, como nos colocamos? E nas reuniões de trabalho ou mesmo espirituais? Temos consciência do quanto falamos? Prestamos atenção no que o outro diz? Estamos presentes, realmente?

Isso é um treinamento, como tudo na vida. Uma prática de autopercepção, que leva ao autoconhecimento. Nesse processo deve haver auto-observação, sem julgamentos. O julgamento atrapalha a clareza do entendimento, a visão da realidade.

Se você está interessado nisso, observe-se quando estiver participando de uma conversa, de um encontro, de um grupo. Perceba quais são suas reações, como você age e reage. É retraído? Fala muito? Sabe escutar? Acha que o que você sabe é o mais importante? Ou ainda não tinha pensado nisso e simplesmente faz o que faz sem se dar conta? Tem noção do tempo de sua fala? Tem paciência para ouvir as ideias do outro? Consegue ouvir críticas sem se aborrecer, avaliando se são ou não corretas e o que podem ter de positivo?

Viver é relacionar-se. É aí que os aprendizados se dão: nesse espaço de trocas.

É preciso coragem, abertura pessoal e, principalmente, estar presente, por inteiro, em cada instante.

Vamos!"

Fernando Mansur, Escrita Divina, A comunicação da alegria, Edição do Autor, 2017, p. 128.
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terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

AÇÃO DO BEM (PARTE FINAL)

"(...). Agrada a Deus toda e qualquer ação meritória, porque faculta o inter-relacionamento útil entre as criaturas que, em estado de sociedade, se necessitam para progredir.

Não fazer o mal é meritório, porque a sua prática é degradante e cruel. No entanto, há que se atuar de forma fecunda no contexto social, gerando simpatia e cordialidade, evitando que se degenerem os sentimentos humanos por falta de calor e de amizade, de compreensão e de ajuda.

O progresso da Ciência e da Tecnologia que faculta o desenvolvimento da Humanidade e ameniza as agruras e desafios existenciais, está firmado nos propósitos dignificantes que estimulam os seus lutadores e missionários, a fim de que o bem, um dia que não está longe, domine na Terra."


Extraído do livro "Lições para a Felicidade", de Divaldo Franco/Joanna de Ângelis, Espírito, Livraria Espírita Alvorada Editora, Salvador/BA, 2003, p. 104/105.
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