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UM SISTEMA NERVOSO SAUDÁVEL É ESSENCIAL A UM CORPO SAUDÁVEL

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"Os nervos são como os fios que conectam todas as seções de uma fábrica. Se ficarem desencapados ou se partirem, toda a fábrica ou certas áreas não poderão funcionar. De modo parecido, o sistema nervoso dá vida a todas as partes do corpo, inclusive às funções perceptivas, cognitivas e reativas dos cinco sentidos. Se os nervos são destruídos, também é destruído o intercâmbio com o mundo. Há dois sistemas nervosos: o sistema nervoso central - no cérebro, no bulbo raquiano e na medula espinhal; e o sistema nervoso periférico que liga os centros nervosos aos diferentes órgãos do corpo, transmitindo-lhes energia. O sistema nervoso envia sensações ao cérebro e o habilita a processá-las, e então reage à interpretação que o cérebro fornece a esses estímulos. Na fase inicial do crescimento do cérebro no embrião, o primeiro estado de formação dos nervos é como um líquido. Gradualmente surgem fibras, que acabam por se tornar nervos - superestradas resistentes que levam energia do cérebro a t...

INFLUÊNCIAS NEUTRALIZANTES (3ª PARTE)

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"Mudança de companhia é o melhor remédio para o alcoolismo mental agudo de qualquer espécie, pois a vontade do alcoólatra mental tornou-se escrava do hábito e, portanto, ele não oferece a menor resistência ao mal. A cura mais eficaz é mudá-lo, imediatamente, para um ambiente que possa servir de antídoto específico à sua condição mental tóxica.  Se possível, o alcoólatra mental da raiva deve ser colocado com um ou mais indivíduos que nunca se encolerizam, mesmo sob circunstâncias irritantes. A pessoa sexual deve ter a seu redor pessoas de autodomínio; o ladrão precisa da companhia de pessoas honestas. O indivíduo cronicamente tímido pode ser ajudado pela associação com pessoas corajosas e pela leitura de histórias de homens que foram heróis. Tipos mal-humorados, desdenhosos ou 'azedos', devem ter a companhia de pessoas habitualmente alegres.  O alcoólatra mental deve lembrar-se de que a alimentação deficiente, bem como a ingestão de carne (especialmente de boi ...

EXCESSO DE SUSCETIBILIDADE

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"A suscetibilidade se deve à falta de controle sobre o sistema nervoso. Às vezes, os nervos se rebelam contra um pensamento que atravessa a mente. Mesmo havendo razões para o descontrole, não devemos nos melindrar nem ficar irritados. Se, com todos os motivos para o descomedimento, você se refreia, então é dono de si mesmo.  Não sejamos por demais irritadiços nem tenhamos piedade excessiva de nós mesmos, pois isso aumenta a suscetibilidade. Talvez você esteja agastado com alguma coisa e ninguém o saiba. É melhor olhar para dentro de si mesmo e remover a causa desses melindres. Muitas pessoas sentem pena de si mesmas e acham que isso lhes traz algum alívio. Mas a autopiedade é um vício como o do ópio. Toda vez que o viciado em ópio toma a droga, mais se afunda na dependência. Seja forte como o aço contra a autopiedade. Você deve ser capaz de controlar seus arroubos prontamente. Se o fogo da suscetibilidade devorar seu coração e você permitir que ele ali permaneça, a...

NÃO SEJA SUSCETÍVEL

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“A suscetibilidade se expressa como falta de controle do sistema nervoso. A ideia de estar sendo ofendido percorre a mente, e os nervos se rebelam. Ao reagir, algumas pessoas fervem de raiva internamente ou sofrem com os sentimentos feridos e não mostram a irritação externamente. Outras exprimem as emoções por meio de uma reação óbvia e instantânea nos músculos dos olhos e da face – e frequentemente também com a língua, numa resposta ríspida. Em qualquer caso, ser suscetível é tornar-se infeliz e criar uma vibração negativa que afeta igualmente os outros de maneira adversa. Ser sempre capaz de difundir uma aura de bondade e paz deveria ser a razão da vida. Mesmo que haja um bom motivo para estar exaltado por causa de maus-tratos, a pessoa que, em vez disso, controla-se nessa situação é senhora de si mesma. Nada se consegue ruminando silenciosamente algo que percebemos como uma ofensa. É melhor remover, pelo autocontrole, a causa que produz essa suscetibilidade. Qu...