OBJETIVOS DO BLOGUE

Olá, bem-vindo ao blog "Chaves para a Sabedoria". A página objetiva compartilhar mensagens que venham a auxiliar o ser humano na sua caminhada espiritual. Os escritos contém informações que visam fornecer elementos para expandir o conhecimento individual, mostrando a visão de mestres e sábios, cada um com a sua verdade e experiência. Salientando que a busca pela verdade é feita mediante experiências próprias, servindo as publicações para reflexões e como norte e inspiração na busca da Bem-aventurança. O blog será atualizado diariamente com postagens de textos extraídos de obras sobre o tema proposto. Não defendemos nenhuma religião em especial, mas, sim, a religiosidade e a evolução do homem pela espiritualidade. A página é de todos, naveguem a vontade. Paz, luz, amor e sabedoria.

Osmar Lima de Amorim


sábado, 1 de agosto de 2015

ANTIAMOR

"Quase todos pensamos que o maior inimigo do Amor é o ódio. Na verdade, porém, não é.

O maior adversário do Amor é tudo que, parecendo Amor, imitando Amor, nos engana, e se faz passar por Amor.

Apego parece Amor, mas enquanto Amor é fruto da negação de nosso ego; o apego só serve ao ego. Egoísta tem apego, mas é incapaz para o Amor, no entanto supõe que ama aquele ou aquilo a que se apega. O apego, portanto, frustra o Amor.

Gozo sensual e até mesmo gozo simplesmente genital vem sendo tido por Amor. O erotismo animal que move os indivíduos sensuais engana os medíocres que o chamam de Amor. E assim inviabilizam o Amor, pois o Amor liberta enquanto que a paixão bestial escraviza.

Certas relações afetivas entre indivíduos de sexos diferentes se aproximam do Amor, mas para que a Ele cheguem precisam se libertar da impureza do egoísmo, que leva à exploração do outro.

O Amor independe do componente sexual. Amor filial, Amor maternal ou paternal, Amor fraternal, Amor ao belo, Amor ao Bem, Amor à Verdade, Amor a Deus nada têm de sexo.

Aprender a amar, isto é, amar o Amor é o que me levará a Teu reino."

(Hermógenes - Deus investe em você - Ed. Nova Era, Rio de Janeiro, 1995 - p. 134/135)


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