OBJETIVOS DO BLOGUE

Olá, bem-vindo ao blog "Chaves para a Sabedoria". A página objetiva compartilhar mensagens que venham a auxiliar o ser humano na sua caminhada espiritual. Os escritos contém informações que visam fornecer elementos para expandir o conhecimento individual, mostrando a visão de mestres e sábios, cada um com a sua verdade e experiência. Salientando que a busca pela verdade é feita mediante experiências próprias, servindo as publicações para reflexões e como norte e inspiração na busca da Bem-aventurança. O blog será atualizado diariamente com postagens de textos extraídos de obras sobre o tema proposto. Não defendemos nenhuma religião em especial, mas, sim, a religiosidade e a evolução do homem pela espiritualidade. A página é de todos, naveguem a vontade. Paz, luz, amor e sabedoria.

Osmar Lima de Amorim


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

A SINCRONICIDADE E O SÍMBOLO (1ª PARTE)

"As ocorrências sincrônicas podem ser de várias espécies, mas relacionam fatos subjetivos e objetivos; são projeções do mundo inconsciente ou subconsciente do indivíduo em acontecimentos sociais, no meio físico. Há um fator transpessoal entre essas duas realidades, que Jung, em particular, não confirmava. Para ele não havia uma causa; ele apenas constatava os eventos, sem tentar explicar sua procedência.

Pensadores de várias épocas, porém, procuraram uma explicação para esses fenômenos. Alguns o atribuíram a uma causa primordial, imanente e transcendental, presente na natureza de todo o mundo manifesto. Todos os seres e objetos estariam intimamente ligados em uma grande teia cósmica, onde qualquer movimento interfere nos demais, gerando consequências temporalmente longínquas ou imediatas.

Shopenhauer aludiu a uma vontade criadora que tudo determina; nela há uma causa primária que produz a simultaneidade e a inter-relação dos acontecimentos, gerando um paralelismo psicofísico. Cornélio Agripa, contemporâneo de Paracelso, afirmou que a alma do mundo penetra todas as coisas, ligando-as e mantendo-as unidas; a ‘máquina do mundo’ seria, portanto, uma só, produzindo correspondências e coincidências significativas. (...)"

(Lúcia Cristina Batalha - A sincronicidade e o símbolo - Revista Sophia, Ano 1, nº 4 - p. 9)


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