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Mostrando postagens com o rótulo plano astral

O QUE SE VÊ (PARTE FINAL)

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"(...). Pouco a pouco, porém, vão os mortos se convencendo de que estão no outro lado da vida, e então se inquietam e desassossegam devido aos ensinamentos errôneos recebidos, pois não compreendem onde estão, nem o que lhes aconteceu, porque a sua situação não é a que esperavam, sob o ponto de vista ortodoxo. Sobre isto disse certa vez um falecido general inglês: 'Mas eu morri? Onde estou? Se isto é o céu, não vale tanto quanto eu pensava, e se é o inferno, é muito melhor do que eu acreditava.' Os erros ensinados na vida ocasionam graves inquietações e mesmo sofrimentos depois da morte, por culpa dos que persistem em ensinar no mundo fábulas estúpidas sobre vãos espantalhos, em vez de recorrerem ao raciocínio e ao bom senso. A desleal e blasfema doutrina do inferno ígneo tem causado mais mal do que imaginam seus pregadores, não só neste mundo como também no outro. Hoje o desencarnado tem a possibilidade de encontrar outros também desencarnados, porém melhor instruídos, que...

O QUE SE VÊ (1ª PARTE)

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"O que é que vemos primeiramente ao observarmos este novo mundo? Supondo que um de nós transferisse sua consciência ao plano astral, que mudanças lhe chamariam primeiro a atenção? De momento perceberia pouca diferença e poderia supor estar vendo a mesma coisa que anteriormente. Expliquemos o porquê, embora parcialmente, já que a explicação completa requereria um tratado sobre a física astral. Assim como a matéria terrestre apresenta três estados: sólido, líquido e gasoso, cujas condições são diferentes, assim também há diferentes graus, densidades e condições de matéria astral, análogas e correspondentes aos seus similares da matéria física. Portanto, o indivíduo consciente no plano astral continuaria vendo as paredes e os móveis de seu aposento, porque, embora a matéria física de que estão formados já não seria visível para ele, a matéria astral mais densa delinearia alguns objetos de tal modo que perceberia sua configuração tão claramente como antes. Se examinasse o objeto de pe...

CHORADEIRA E DOR (MORTE)

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"Choradeira e dor. Eliminadas estas errôneas concepções preliminares a respeito da morte, e conhecidos os fatos reais inerentes a ela, logo se verifica quão insensata e indesejável é a choradeira que geralmente a envolve. Todos os grotescos e pesados lutos, variáveis como o figurino da moda, não são apenas os concomitantes de um absurdo anacronismo, mas um ignóbil legado das superstições medievais, e com o exagerado pesar que tão infantilmente visam tipificar, constituem um erro fatal, nascido da mais grosseira ignorância e incredulidade. Se um cristão crê firmemente que seu amado morto está gozando da presença de Deus, não deveria vestir-se de luto, e sim, de gala, como faz o verdadeiro teósofo, consciente de que o morto passou para uma vida superior e mais feliz no plano astral, e está a caminho de outra ainda mais gloriosa no mundo celeste. Todavia, não apenas o pesar inconsiderado pela morte de um parente é filho da ignorância e acumula grandes e desnecessários sofrimentos, ma...

O SIGNIFICADO DA DOR - 3

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"A primeira coisa que é necessária a ser realizada pela alma humana, a fim de envolver-se neste grande esforço de descobrir a verdadeira vida, é o mesmo realizado pela criança em seu primeiro desejo de atividade no corpo - ela deve ser capaz de ficar de pé. É claro que o poder de manter-se firme, do equilíbrio, da concentração, da retidão na alma são qualidades de um caráter forte. A palavra que se apresenta mais prontamente como descritida dessas qualidades é 'confiança'. Permanecer imóvel em meio à vida e às suas mudanças, firme no lugar escolhido, é uma façanha que só pode ser realizada por aquele que confia em si mesmo e em seu destino. Caso contrário, as apressadas formas de vida, a maré apressada dos indivíduos, as grandes inundações de pensamento, inevitavelmente os levarão consigo, e então ele perderá aquele lugar de consciência de onde era possível iniciar o grande empreendimento. Este ato do indivíduo recém-nascido deve ser levado a cabo conscientemente, e sem pr...

O MUNDO CELESTE

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"É uma porção do mundo mental, cujos moradores estão especialmente preservados de tudo quanto pode manchar ou entorpecer sua perfeita felicidade ou a incessante transmutação de suas úteis experiências e faculdades. O céu que escrevem os clarividentes ou os extáticos, não é mais que o céu materializado do mundo astral, composto das formas mentais de quem nele habita e reproduz o céu segundo o pintam as diversas religiões em suas Escrituras sagradas. Não tem nada de comum com o verdadeiro céu do mundo mental, donde todas as emoções antiegoístas, as nobres aspirações, os pensamentos generosos, os elevados anelos da passada vida terrena se transmudam em potências e faculdades para empregá-las na vida seguinte. Quanto mais copiosas hajam sido as experiências colhidas, mais potentes serão as faculdades adquiridas. No mundo celeste todo amor altruísta encontra seu prazer em uma plenitude e vizinhança de comunhão que jamais poderá conhecer na terra. A permanência do homem no mundo...

O MUNDO ASTRAL

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"Depois da morte física e do desprendimento do duplo etéreo, a roupagem externa do homem é o corpo astral, o corpo dos apetites, das paixões e emoções. A atenção do ego não tem então mais remédio que se dirigir aos contatos do mundo astral, e assim o percebe, muito embora confusamente, porque sua atenção se fixa mais no agitado torvelinho dos desejos que borbulham no mesmo corpo astral e não pode satisfazer porque já não possui corpo físico por intermédio do qual os satisfaça. Deste modo aprende afinal que a satisfação de um desejo em prejuízo do próximo reverte em sofrimento, que serve de semente para uma qualidade de sua futura consciência física. De outro modo, também goza da satisfação dos desejos convenientes à sua etapa de evolução. Sua estadia no mundo astral é tão duradoura como seus desejos, segundo a qualidade que tiveram na sua última vida terrestre, e goza de paraíso de índole material. Com o tempo se desintegra o corpo astral, e então a externa roupagem do ego é o...

A CONSCIÊNCIA VIGÍLICA (1ª PARTE)

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"Estamos agora em condições de compreender como a vida do homem já 'desperto' prossegue dia após dia nos três mundos: físico, astral e mental. Vive ativamente em três corpos: o mental, o astral e o físico, o que quer dizer, num corpo composto das três classes de matéria física, astral e mental, correspondentes na nomenclatura hinduísta à terra, à água e ao fogo. Estes corpos são a roupagem do ego, o verdadeiro homem.  Na ordinária roupagem pode o corpo de uma pessoa estar coberto por três peças: a jaqueta de lã, a camisa de linho e a camiseta de algodão, que são tiradas e postas sem detrimento de sua pessoa. Da mesma forma o homem verdadeiro pode despojar-se de seu corpos sem deixar de ser o mesmo homem. Porém, ainda que continuadamente viva nos três mundos, somente se põe em contato direto com aquele em que sua consciência atua vigilicamente no corpo que contém a mesma classe de matéria que o respectivo mundo. Contudo, a percepção deste mundo pode ser tão...

A YOGA

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"O terceiro método para tornar insensível o corpo físico e atuar o ego independentemente no astral, é a prática da yoga, aprendendo-se a concentrar o pensamento. A vantagem deste método é que o ego, livre de suas ataduras físicas, pode recordar ao tornar ao corpo físico tudo quanto fez e o que aconteceu fora deste. Ao contrário, no êxtase artificialmente conseguido, a pessoa, ainda que em completa consciência no mundo astral e capaz de responder a perguntas e transmitir informes por meio do inerte corpo físico, não recorda, em geral, ao volver ao corpo físico, o que lhe sucedeu no mundo astral durante o êxtase." Annie Besant - A Vida do Homem em Três Mundos - Ed. Pensamento, São Paulo - p. 85) www.pens amento-cultrix.com.br

CONTINUIDADE DE CONSCIÊNCIA

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"O homem que atua conscientemente no mundo astral pode ou não ter continuidade de consciência, isto é, recordar ou não, ao volver ao corpo físico, quanto viu e fez no mundo astral. A este fato, deve estar o cérebro convenientemente educado, com certas modificações em seu funcionamento. Uma melodia que compreenda três oitavas não pode ser interpretada como um instrumento que abarque somente duas. Se o cérebro tem latente a capacidade de vibrar em três oitavas, pode-se atualizar dita capacidade, porém, se o cérebro não a tem latente e se fazem violentos esforços para que reproduza as vibrações astrais, acarretarão notas falsas e discordantes, manifestadas em acidentes histéricos, irritabilidade nervosa, impressões contrafeitas e distensão das células normais do cérebro. Daí a necessidade da disciplina da yoga. Numa etapa de evolução mais adiantada, a consciência vigílica inclui o mundo astral e não há necessidade do sono nem do êxtase para atuar conscientemente nele, bem como ...

O HOMEM DESPERTO NOS MUNDOS SUPRAFÍSICOS (PARTE FINAL)

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"Não é possível enumerar, nem muito menos descrever, a dilatadíssima variedade dos habitantes do mundo astral, e a esta multidão se junta, para maior confusão do neófito, a contínua mudança das formas mentais e a representação também mental, porém, revestida de matéria astral, de cenas, panoramas, quadros e lugares, tal como o vulgo das diferentes religiões os concebeu e lhe ensinou a conceber durante sua vida terrena. Porque ao despertar pela primeira vez no mundo astral, pode enganar-se quem esteja a ver a plasmação objetiva de seus próprios pensamentos, confirmando-lhe assim os erros que sustentou na terra. Assim é que enquanto o homem se familiariza com o mundo astral e pode por ele atuar em todos os subplanos tão livremente como no mundo físico, se lhe oferece à sua atividade uma obra utilíssima no ensino e guia dos recém-chegados ao mundo astral, explicando-lhes o que são e como hão de se portar, e também podem auxiliar com sua inspiração aos moradores da terra, protegen...

O HOMEM DESPERTO NOS MUNDOS SUPRAFÍSICOS (1ª PARTE)

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"Quando o homem chega à madureza necessária para entrar numa etapa de evolução mais adiantada, seus corpos astral e mental estão perfeitamente organizados, e não tarda em atuar conscientemente no mundo astral e depois no mundo mental. Então, vê em realidade objetiva o que antes lhe parecia sonho e se comunica positivamente com os seus inimigos e amigos de além-túmulo, pois uns e outros vivem igualmente em seus corpos astrais, muito embora ele volte ao corpo físico quando 'desperta de seu sono', e os outros já não possuem o corpo físico. Isso lhe vem por completo 'objetivamente' e a comunicação é até mais livre e perfeita que na vida terrestre, ao passo que para ele é também objetiva enquanto o seu corpo físico dorme; porém lhe parece sonho sua consciência vigílica.  Geralmente, um homem assim disposto, é 'despertado' no mundo astral, isto é, tornado consciente neste mundo, por alguém que compreende ser ele útil ali, e por este fato guia-o nos primeiro...

O VERDADEIRO SONHO

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"Pode sonhar que viu um inimigo ou um amigo, ou que visitou um país estrangeiro, e tais casos são experiências positivas do mundo astral, segundo compreendermos mais perfeitamente ao tratarmos do êxtase. Às vezes durante o sonho resolvemos problemas ou tomamos decisões que ao despertar vemos com toda a clareza embora não a tomemos como avisos ou advertências recebidas, porque o homem comum não é consciente do que lhe sucede no mundo astral enquanto dorme seu corpo físico. Não obstante, sua consciência atua então mais livremente com relação a qualquer questão de índole mental ou emocional, pelo fato de não estar entorpecida pela pesada matéria física, daí resolvê-la com maior facilidade. Também por um esforço de vontade realizado antes de entregar-se ao sono, pode focar sua atividade volitiva em qualquer pessoa, como força motora para encontrá-la e vê-la no mundo astral, com ela comunicando-se livremente. Da força de sua vontade e da receptividade de seu cérebro físico depend...

AS CAUSAS GERADORAS DO CARMA (1ª PARTE)

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"Estava, um dia, certo Brâmane sentado no alto de uma colina, em meditação, quando viu passar o rei com sua numerosa escolta de cavaleiros e soldados esplendidamente vestidos. Depois de contemplar toda esta magnificência, o Brâmane, deslumbrado curvou a cabeça e pensou: 'Quanto este príncipe é feliz e poderoso. Vive cercado de felicidade e grandeza! Quando poderei eu alcançar tanta felicidade também?' E a tristeza da sua condição pesou-lhe fortemente no espírito. Guardou este desejo no íntimo do coração embora nunca, em sua longa vida, se afastasse do caminho da justiça. Envelheceu e morreu. Ora, após a morte, tornou-se glorioso monarca, senhor de vastos territórios, recebendo embaixadas, dirigindo numerosos exércitos, soberano absoluto de milhares de súditos, construindo fortalezas e cidades. Entretanto este imenso império estava encerrado inteiramente nos limites da imaginação astral do Brâmane ambicioso. Os nossos desejos, as nossas aspirações criam form...