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Mostrando postagens com o rótulo punição

NÃO HÁ PUNIÇÃO, HÁ RESPONSABILIZAÇÃO

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"A lei causa e efeito é simples: quem provocou a desordem? Você? Então, resolva, você é o responsável. Só que tenha misericórdia. Então, você diz: Gente, eu sou responsável, mas eu fiz bobagem mais do que eu imaginava . Por sua vez, os espíritos de luz nos dizem: Nós vamos ajudá-lo, porque se não tiver ajuda, você não conseguirá consertar.   Essas são as leis divinas. Até que um dia, você opera uma síntese profunda de todas as lei divinas, porque como diz o filósofo e padre, Teilhard de Chardin: 'Tudo o que sobe converge'. Tudo que está subindo está convergindo, na altura, tudo está unificado. E todas as leis divinas se unificam no amor. Por quê? Não há necessidade de lei para ensinar quem ama a não prejudicar, porque quem ama, ama. Se você faz seu trabalho com o mais profundo amor, é o melhor que pode fazer hoje. Daqui a quinhentos anos, você poderá fazer melhor? Sim, mas hoje é o melhor. Portanto, se você ama, vai ter o melhor relacionamento, vai ser o melhor profissiona...

A CHAVE DOS LABIRINTOS

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"Cada acontecimento em nossa vida, cada pessoa, relacionamento, nosso trabalho, a família, tudo parece constituir um degrau, ou um ladrilho, que pavimenta nosso caminho, nossa estrada, nossa vida, levando-nos ao passo seguinte, à próxima decisão.  Isso parece o karma se desdobrando. É como se tivéssemos sementes dentro de nós, que vão germinando e se revelando gradualmente, mostrando o que somos e o que trazemos para desenvolver, aprender, resolver nesta existência, acrescido de cada experiência nova.  É preciso entender que a lei do karma não é punitiva e sim educativa. A vida sempre nos oferece caminhos e opções para nosso progresso. Mas, se recusarmos a oferta, o sofrimento pode aparecer. Foi nossa opção. Porém, mesmo aí, surge uma nova oportunidade. Uma dificuldade momentânea pode também ser uma alavanca para nosso progresso, que pode contribuir para reaproximar pessoas queridas, da mesma família, pais e filhos, marido e esposa, amigos... Deus é amor, Suas leis são amorosa...

FRUTOS

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"Desejos - ações - frutos das ações - o Karma não é punitivo, é educativo. À medida que o tempo passa, vamos experimentando os efeitos de nossas ações. Segundo essa lei de ação e reação, tudo que fazemos produz resultados. Somente boas dão bons frutos; os erros também trazem consigo suas consequências.   Diz um provérbio árabe que nosso destino vem amarrado ao nosso pescoço. Não há como fugir dele. Mas se o destino já vem conosco, onde fica o livre-arbítrio? E onde e quando foram geradas as causas embutidas no fardo que trazemos para esta vida? Isso sugere a possibilidade de um passado do qual podemos não ter lembrança, ou de algum propósito de Deus para nós. Porém, como foi dito no início, não se trata de castigo e sim de uma oportunidade de correção de rumo e chances de regeneração. Aí entra o livre-arbítrio: qual a direção que vamos tomar agora? Que rumo vamos dar à nossa existência?  Podemos começar, purificando nossa mente com bons pensamentos, os quis geram bons sen...

CAUSAS ATUAIS DA AFLIÇÃO (PARTE FINAL)

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"5. A lei humana atinge certas faltas e as pune. O condenado pode então dizer que sofre a consequência do que fez. Mas a lei não alcança, nem pode alcançar todas as faltas; incide especialmente sobre as que trazem prejuízo à sociedade, e não sobre as que só prejudicam os que as cometem. Deus, porém, quer que todas as suas criaturas progridam e, portanto, não deixa impune qualquer desvio do caminho reto. Não há uma só falta, por mais leve que seja, nenhuma infração da sua lei, que não acarrete consequências forçosas e inevitáveis. Daí se segue que, nas pequenas coisas, como nas grandes, o homem é sempre punido por aquilo em que pecou. Os sofrimentos que decorrem do pecado são-lhe uma advertência de que procedeu mal. Dão-lhe experiência, fazem-lhe sentir a diferença entre o bem e o mal e a necessidade de se melhorar, a fim de evitar, futuramente, o que redundou para ele numa fonte de amarguras; se não fosse assim, não haveria motivo algum para que se emendasse. Confiante na impunida...

ENTENDER A PAIXÃO

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"Ter uma vida religiosa é uma autopunição? A mortificação do corpo ou da mente é um sinal de entendimento? O martírio é um caminho para a realidade? A castidade é negação? Você acha que pode ir longe mediante a renúncia? Você realmente acha que pode haver paz por meio do conflito? Os meios não importam infinitamente mais do que o fim? O fim pode existir, mas os meios existem. O real, o que existe , deve ser entendido, e não abafado pelas determinações, os ideais e as racionalizações inteligentes. O sofrimento não é o caminho para a felicidade. O que chamamos de paixão tem de ser entendida, e não reprimida ou sublimada, nem é bom encontrar um substituto para ela. Independentemente do que você faça, qualquer dispositivo que invente, só fortalecerá aquele que não foi amado e entendido. Amar o que chamamos de paixão é entendê-la. Amar é estar em comunhão direta. E você não pode amar algo do qual se ressente, sobre o qual tem ideias e conclusões. Como você pode amar e entender ...

A NATUREZA DA ARMADILHA

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"A tristeza é resultado de um choque, é o abalo temporário de uma mente que estava calma, que havia aceitado a rotina da vida. Algo acontece - uma morte, a perda de um emprego, o questionamento de uma crença acalentada - e a mente fica perturbada. Mas o que torna uma mente perturbada? A mente encontra uma maneira de ficar novamente tranquilizada: refugia-se em outra crença, em um emprego mais seguro, em um novo relacionamento. No entanto, novamente a onda da vida a atinge e abala sua segurança. Mas a mente logo encontra outra defesa, e assim ela prossegue. Esse não é o caminho da inteligência, é? Nenhuma forma de compulsão externa ou interna vai ajudar, concorda? Toda compulsão, ainda que sutil, é resultado da ignorância, nasce do desejo de recompensa ou do medo da punição. Entender toda a natureza da armadilha é estar livre dela - nenhuma pessoa, nenhum sistema, nenhuma crença pode libertá-lo. A verdade é o único fator libertador. Mas você tem de ver por si mesmo, e n...

CRIATIVIDADE (PARTE FINAL)

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"(...) Tudo o que acontece conosco agora reflete nossa carma passado. Se sabemos disso e o sabemos realmente , sempre que sofrimento e dificuldades nos atingem não os vemos mais como falhas ou catástrofes, nem os vemos de modo algum como punição. Não nos culpamos mais, nem nos permitimos odiar a nós mesmos. Vemos que a dor que atravessamos é a culminância dos efeitos, a fruição de um carma passado. Os tibetanos costumam dizer que o sofrimento é 'uma vassoura que varre todo o nosso carma negativo'. Podemos até ser-lhes gratos porque um carma está chegando ao fim. Sabemos que a 'boa sorte', um fruto do bom carma, pode logo passar se não a usarmos bem, e a 'má sorte', o resultado do carma negativo, pode na verdade estar dando a nós uma maravilhosa oportunidade de evoluir. Para os tibetanos, o carma tem um significidado realmente vivo e prático no seu cotidiano. Eles vivem de acordo com o princípio do carma, no conhecimento da verdade que contém, e essa...

AJA COM ALEGRIA

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"É sintoma de tolice refletir sobre contratempos e erros, uma vez cometidos, e punir-se por eles, recusando-se a comer. É uma forma bem infantil de correção. Que benefício resulta de tratar mal o corpo visando a, com isto, retificar a mente? Rechace a ilusão de que ficou velho e doente, fraco e debilitado. Algumas pessoas começam a contar os anos, e se afligem com o avançar da idade, e, como covardes, tremem com medo da morte. Lembre-se você, porém, de que alegria é céu, e tristeza, inferno. Tenha sempre algum trabalho a realizar, e o faça tão bem que lhe dê alegria. Vyaamoham é a poeira que cobre a manga do lampião e esconde a luz. O apego aos objetos sensuais e o prazer que eles dão são a fuligem que gruda dentro da chaminé, e que também bloqueiam a luz. Com namasmarana (repetição do Nome de Deus), limpe a chaminé a cada dia, e a luz brilhará para você e para os outros. Além disso, mantenha boas atividades e boas companhias. Isso ajudará muito ao asceta ( sadaka ). A atm...

IRA

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"Qual de nós que, diante de uma indignidade, de uma ofensa grave, de uma tremenda injustiça... não se deixa tomar numa crise de ira?! Na hora, sentimos impulso de destruir, de punir, de dominar o autor ou autores do malfeito! Basta não ter 'sangue de barata'. E há ainda aquele que de 'pavio curto', que, igual a algum tipo de mate, 'já vem queimado'! Irar-se é humano. Não é humano é manter a ira. Um sábio hindu - Ramakrishna - disse: 'A ira de um sábio dura tanto quanto um risco que se faz na água.' E São Paulo aconselha: 'que o sol não se ponha sobre tua ira', isto é, não deixes a ira passar para o dia seguinte. Senhor. Ajuda-me a ser calmo em toda circunstância ." ( Hermógenes, Deus investe em você - Ed. Nova Era, Rio de Janeiro, 1995 - p.77/78 ) www.record.com.br

O BOM E O MAU KARMA, E OS LUGARES ONDE SÃO EFICIENTES

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"O Bom e o Mau Karma operam em um ou em todos os Três Mundos da Existência. 1. O Mau Karma (Akusala-karma, literalmente karma inábil) só é colhido em Kamaloka. Kamaloka é o Mun­do dos Sentidos, e consiste na vida sobre a Terra e na vida no Hades. Geralmente, na Literatura Teosófica, essa pala­vra se limita ao 'Hades', ou Estado entre a Terra e o Devachan; mas, metafisicamente falando, refere-se a todos os Mundos ou Estados resultantes dos Desejos (Kama) e nos quais o Desejo é expresso. Refere-se, também, aos Infernos (Narakas), ou regiões de purificação (Pêtalas), que são os mais baixos subplanos do Mundo Astral. Na vasta maioria dos casos, o mau Karma é esgotado em am­bas essas partes do Kamaloka. Nas vidas terrenas poste­riores, ajustamos os males feitos ao nosso próximo e apren­demos as lições nas quais falhamos, enquanto nos Nara­kas e Pâtalas esgotamos nossas tendências passionais. 2. O Bom Karma (Kusala-karma, literalmente, 'karma hábil') é trabalha...

AS 4 LEIS DO CÓDIGO DE DEUS (1ª PARTE)

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"Quando os rishis definiram o Código de Deus, este ficou para sempre inalterado. É tão definitivo que mesmo o Ocidente, quando d'Ele tomou conhecimento, não ousou alterá-lo. Suas 4 Leis básicas, simples e claras, nortearam e ainda norteiam todos os outros códigos. (...) A Lei do Carma - ou Lei da Interdependência - estabelece que toda ação gera uma reação proporcional. Quem com ferro fere com ferro será ferido . Um sorriso por um sorriso. Um dente por um dente. Um olho por um olho. O Carma não é uma Lei de punição, pois Deus não pune ninguém. Ele apenas deixou suas Leis e estas leis causam a autopunição se forem infringidas. o Carma, a primeira Lei básica de Deus, estabelece que tudo chega a alguém, ou alguma coisa, com um nível de qualidade e de quantidade e sai desse alguém, ou dessa coisa, como resultado da sua chegada e da sua transformação laboratorial, também com um nível de qualidade e quantidade, e com ou sem fator agregado. Sai desse alguém para alcançar outro ...

LÓGICA DA REENCARNAÇÃO (1ª PARTE)

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"A desigualdade dos homens será o resultado de um plano divino de criar deliberadamente homens desiguais? E o Criador dá a esses homens oportunidades as mais diversas, durante uma única existência, e depois recompensa-os ou pune-os de conformidade com suas obras? Surgirão bruscamente do Nada, almas com um conjunto de qualidades morais e intelectuais nitidamente acentuadas; umas são primitivas, simples, grosseiras; outras, refinadas, inteligentes? O homem primitivo e o outro, de alta moral, após vida relativamente curta, irão gozar juntos prazeres eternos, ou sofrer unidos, penas infindáveis? Gozarão ou sofrerão com a mesma intensidade? Ou haverá gradação nos prazeres e nos sofrimentos, como consequência eterna de uma curta e transitória vida?  O assunto é digno de meditação.  No dizer de Annie Besante esta concepção de almas desiguais, que surgem do nada e depois de curtos anos de vida vão gozar ou sofrer eternamente , é verdadeiramente monstruosa. ...

O AMOR E O PERDÃO (PARTE FINAL)

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"(...) Todos nós gostamos de criticar, julgar e condenar as pessoas que nos cercam e até aquelas que estão longe do nosso convívio. Cristo tinha todos os motivos para julgar, mas não o fazia, nem condenava; ele acolhia, incluía, valorizava, consolava e encorajava. Pedro dissera que, ainda que todos negassem Cristo, ele não o negaria e, se necessário, até morreria com ele. Foi muito grave o erro de Pedro ao negar, ainda que por momentos, Cristo e a história que viveu com ele. Além disso, para negá-lo, foi infiel à própria consciência. Contudo, Cristo não o condenou, não o questionou, não o criticou, não o reprovou, apenas o acolheu. Cristo o conhecia mais do que o próprio Pedro. Ele previu seu comportamento. Sua previsão não era uma condenação, mas um acolhimento, um sinal de que não desistiria de Pedro em qualquer situação, um indício de que o amor que sentia por ele estava acima do retorno que poderia receber, acima dos seus gestos e atitudes. Certa vez, Cristo disse ...

O PRAZER DA COOPERAÇÃO (1ª PARTE)

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“Um dos problemas básicos que o mundo enfrenta é o da cooperação. Cooperar significa trabalhar juntos, sentir juntos, ter algo em comum para se agir livremente. Entretanto, as pessoas em geral não se sentem inclinadas a cooperar espontaneamente; elas são forçadas a cooperar por vários meios – ameaça, intimidação, castigo, recompensa. Esses são os métodos mais comumente praticados no mundo. Sob governos tirânicos, os homens são brutalmente forçados a cooperar; se não o fazem, são mortos ou aprisionados. Nas chamadas nações civilizadas, somos persuadidos a cooperar mediante conceito como ‘pátria’ ou em prol de ideologias caprichosamente elaboradas e largamente propagadas, a fim de serem aceitas; ou ainda, cooperamos para a execução de um plano traçado por alguém que consideramos especial – um projeto de utopia. Portanto, é o plano, a ideia ou a autoridade que induzem as pessoas a trabalhar juntas. Isso em geral se chama ‘cooperação’, e supõe sempre recompensa ou punição – o q...

O PROBLEMA DO BEM E DO MAL (PARTE FINAL)

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"(...) Geralmente afirma-se que o sofrimento é um mal e é comumente associado à ideia de castigo, pois predomina a concepção cristã de que o sofrimento é uma punição. Será preferível equiparar o sofrimento à experiência; boa se contribuir para a melhoria espiritual e má se não forem tiradas do mesmo lições proveitosas, ou se for acolhido com revolta. O conhecimento da natureza humana, segundo a Teosofia, leva o homem a considerar tudo sob o ponto de vista da Mônada ou do Ego, em vez de olhar pelo prisma da personalidade, ou seja, do homem terreno. Com efeito, para o homem físico existe o dualismo: Bem - Mal.  Já para o Ego, só existe experiência, propriamente dita, porque para o Ego não há bem nem mal. As experiências serão agradáveis ou desagradáveis, para a personalidade, facilitadoras ou não da evolução. A Mônada, ou espírito divino em germe, não tem experiências a colher. Ela tem ambiente para expansão, para suas manifestações de Vida, de Ação, de Atividade ou de T...

AS LEIS QUE REGEM A NATUREZA (PARTE FINAL)

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"(...) Não existe qualquer penalidade arbitrária ligada à Lei da Natureza. A Natureza não pune. Na Natureza temos a afirmação das condições, a sequência de acontecimentos, e nada mais. Dada uma tal condição, haverá um resultado, que é uma sequência ou sucessão inevitável; não é uma pena nem uma punição arbitrária. Mas o contraste entre a Lei da Natureza e a lei do homem pode ser levado ainda mais adiante. A lei do homem pode ser infringida, mas nenhuma Lei da Natureza pode sê-lo. A Natureza não conhece violação de suas Leis. A lei do homem pode ser violada por ele mesmo, mas a Lei da Natureza não. A Lei permanece a mesma, não importa o que se faça, ela permanecerá imutável e firme como uma rocha, contra a qual as ondas arrebentam, sem sacudi-la ou movê-la um fio de cabelo que seja, conseguindo apenas cair a seus pés sob a forma de espuma. Assim é a Lei da Natureza: uma afirmação de condições, de sequências invariáveis de acontecimentos invioláveis, indestrutíveis; ta...

AS LEIS QUE REGEM A NATUREZA (1ª PARTE)

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"Quando falamos da lei da Terra, sabemos muito bem o que se quer dizer com isso. A lei da Terra é algo que está sempre mudando; a partir das ideias das autoridades que fazem a lei, seja a autoridade de um monarca autocrata, ou de uma Assembleia Legislativa, quer seja ela proclamada em nome da Soberania, ou da comunidade na qual a lei tem que agir e governar. A lei é sempre uma coisa que é feita, uma ordem emitida, e a autoridade que promulga a lei pode mudá-la; a autoridade que a cria pode também anulá-la. Não é somente isso que podemos observar a respeito das leis da Terra. As leis são ordens: ‘Faça isto’; ‘Não faça aquilo’; e as ordens são reforçadas pelas penalidades. Se infringirmos determinada ordem, teremos que arcar com a punição. (...) Quando falamos das Leis da Natureza, não queremos dizer nenhuma das coisas que tomamos como característica das leis do homem. A Lei da Natureza não é uma ordem emitida por uma autoridade. É uma afirmação das condições sob as quais ...

CARMA NÃO É PUNIÇÃO

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"Carma não é punição, mas, acima de tudo, uma oportunidade para aprender. Este planeta é uma enorme escola e nossa tarefa é aprender e crescer. O carma é um conceito universal, que existe em todas as grandes religiões. Você colhe o que planta. Todo pensamento e toda ação têm inevitáveis consequências. Somos responsáveis por nossas ações. A maneira mais segura de reencarnar numa raça ou religião em particular é manifestar preconceito contra aquele grupo. O ódio é um trem expresso, carregando você para aquele grupo. (...)  É importante lembrar que o carma se refere à aprendizagem nunca à punição. Nossos pais e as outras pessoas com quem interagimos possuem livre-arbítrio. Elas tanto podem nos amar e ajudar quanto nos odiar e prejudicar. A escolha que elas fazem não é nosso carma, mas uma manifestação de seu livre-arbítrio. Elas também estão aprendendo.  Às vezes uma alma escolhe uma vida especialmente difícil para acelerar seu crescimento espiritual, ou como um a...

CARMA, LEI CÓSMICA (1ª PARTE)

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"O princípio da justa retribuição pelo bem e pelo mal praticados é reconhecido pelas principais religiões. Essa justiça imanente, dirigida por um Deus vigilante que preside a todos os atos humanos, de maneira a "nenhum fio de cabelo cair, sem que Ele intervenha", é, para muitos, o único modo pelo qual podem conceber o mundo e as coisas.  A existência de uma Entidade, que atemoriza os Seus filhos com castigos eternos, é ainda freio real que toca emocionalmente a milhões de seres humanos. Mas, para os céticos e racionalistas, estas concepções parecem insuficientes, senão pueris. Entretanto, ainda têm sua utilidade e por isto devem ser respeitadas, desde que sirvam, de fato, para a elevação espiritual de seus seguidores.  Para aqueles que não podem aceitar a ideia de um Deus pessoal que recompensa e pune os Seus filhos, porque lhes repugna intelectualmente representação tão antropomórfica do Criador, a Teosofia oferece uma explicação racional dessa justiça imane...