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Mostrando postagens com o rótulo instinto

RELIGIÃO É QUESTÃO DE FUNDAMENTOS

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"Religião é questão de fundamentos. Se nossa motivação fundamental é a procura da Bem aventurança ou felicidade, se não há um só ato, um só momento de nossa vida que não esteja definitivamente determinado por esse motivo final, não deveríamos considerar que esse anseio é a mais profunda e arraigada motivação da natureza humana ? E o que pode ser a religião se ela não se encontra entrelaçada de alguma maneira com o anseio mais profundamente arraigado da natureza humana? Se há de ter algum valor existencial, a religião precisa estar alicerçada em algum instinto ou anelo vital. Esse é um postulado a priori sobre o qual se baseia o conceito de religião exposto neste livro. Alguém poderia argumentar que, ao lado do anseio pela felicidade, existem muitos outros instintos humanos (o instinto gregário , o instinto de autoconservação , etc.). Por que não deveríamos interpretar a religião também à luz desses outros instintos? A resposta é que esses instintos ou são expressões secundárias d...

FIZEMOS DA CRIAÇÃO DIVINA UMA BAGUNÇA

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"Deus não nos deu o raciocínio apenas para que questionássemos tudo, sem jamais estar satisfeitos. O próprio fato de poder questionar mostra que existem certos processos evolutivos que nos capacitam a adquirir cada vez mais conhecimento. Talvez não compreendamos totalmente, mas instintivamente sabemos que deve haver certa justiça na lei que cria infinitas diferenças entre os seres humanos. É possível achar alguma pista? Nós a encontramos na lei da reencarnação, cujo corolário é o karma ou princípio de causa e efeito. Em certo momento, Deus criou todas as almas de modo uniforme e justo. Todos tínhamos a mesma bondade e o mesmo potencial dentro de nós, mas devido ao mau uso da inteligência e do livre-arbítrio, criamos terrível desordem e falta de igualdade falta de uniformidade - na vida. Não podemos generalizar ao falar de pessoas, pois Deus concedeu a cada indivíduo a liberdade de fazer escolhas pessoais. Mesmo que sejamos, até certo ponto, limitados pelas circunstâncias cármicas...

PERDÃOTERAPIA (1ª PARTE)

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“ 921. Concebe-se que o homem será feliz na Terra, quando a Humanidade estiver transformada. Mas, enquanto isso se não verifica, poderá conseguir uma felicidade relativa? "O homem é quase sempre o obreiro da sua própria infelicidade. Praticando a lei de Deus, a muitos males se forrará e proporcionará a si mesmo felicidade tão grande quanto o comporte a sua existência grosseira."   As paixões grosseiras que predominam em a natureza humana decorrem das experiências transatas que ainda não foram superadas. São responsáveis pelos arrastamentos ao mal, em razão do primarismo de que se revestem, não se permitindo ser contrariadas nos seus impulsos e sentimentos servis. Estimuladas pelo egoísmo doentio, desbordam em agressividade e cinismo que agridem, inicialmente, o próprio indivíduo que as cultiva, para logo depois atingir o grupo social no qual esse se encontra. Radicando-se nos instintos mais imperiosos, quais sejam a reprodução mediante os impulsos sexuais, a nutri...

PAIXÃO E AMOR (PARTE FINAL)

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"(...). O Evangelho de Jesus é o poema que canta o Seu amor pela Humanidade de todas as épocas, retratando em páginas de incomparável beleza a Sua doação de vida e de entendimento em relação a todas as criaturas que Lhe constituíam o objetivo a que se entregou.  Oferecendo-se em holocausto humano, permaneceu fiel à Sua mensagem de libertação afetiva, sem frustração nem angústia, encerrando aquela fase do Seu messianato com insuperável declaração de entendimento da incoercível inferioridade dos Seus perseguidores: - Perdoa-os, meu Pai, porque eles não sabem o que fazem . A grande paixão de Jesus é a criatura humana, mas as paixões humanas, normalmente são caracterizadas pelos instintos e desejos desenfreados, exceto quando direcionadas para as construções do bem e do amor em qualquer lugar onde se apresentem. " Texto extraído do livro "Lições para a Felicidade", de Divaldo Franco/Joanna de Ângelis, Livraria Espírita Alvorada Editora, Salvador/BA, 2003, p. 155/156. Im...

INSTINTO E INTELIGÊNCIA

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"(...) O instinto, quando desenvolvido e educado, torna-se um sentido a mais, vigilante no organismo em defesa de sua estrutura biológica, e a inteligência é a luz balsâmica a conduzi-lo no labirinto das agressões externas que o ser deve enfrentar. Judas, por instinto infeliz, de medo e de ambição desmedida, enganou-se, traindo Jesus. Maria Madalena, guiada pela inteligência que a induziu a libertar-se dos instintos vis que a dominavam, encontrou Jesus e liberou-se do vício, sublimando os sentimentos em que chafurdava. Átila, guiado pela fúria do instinto perverso, assolou grande parte do mundo do seu tempo e sucumbiu devorado pelo ódio. Agostinho de Hipona, reconhecendo, pela inteligência, a grandeza de Jesus e de Sua mensagem, superou os tormentos íntimos do instinto sexual e fez-se modelo de equilíbrio para si mesmo e para a posteridade.  Pilatos, lavou as mãos, por instinto, evitando envolver-se na trama da covardia farisaica e, por falta de inteligência lúcida, comprometeu-se...

OS TRÊS INSTRUMENTOS DO CONHECIMENTO

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"Em todos os seres encontramos três tipos de instrumentos de conhecimento. O primeiro é o instinto, altamente desenvolvido nos animais; é o mais inferior de todos. Qual é o segundo? O raciocínio,  o mais altamente desenvolvido no homem. Todavia, o instinto é um instrumento inadequado; a esfera de ação dos animais é muito limitada e, dentro desses limites, age o instinto. No caso do homem, o instinto evoluiu e transformou-se na razão; a esfera de ação humana ampliou-se. Contudo, até a razão é insuficiente: adianta-se até um ponto do caminho e, então, tem de parar; não pode avançar mais e, se você insistir, o resultado será uma inevitável confusão. A própria razão torna-se insensata. A lógica transforma-se em argumentação, num círculo vicioso. Tomemos, por exemplo, a base de nossa percepção: matéria e força. Que é matéria? Aquilo sobre o qual a força atua. E força? Aquilo que atua sobre a matéria. Você percebe a complicação, que os lógicos chamam de gangorra; uma ideia dependent...

MANSUETUDE

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"Para sermos violentos basta-nos a ignorância, o agir instintivo, basta ser ególatra, basta ser um fraco, basta padecer frustração e infelicidade. Aí está por que é tão espontâneo e fácil ser cruel e movido pela ira, ser queimado pelo ressentimento, ser levado pelo revanchismo... Ao contrário, para ser não violento, muitas qualidades espirituais devem ser cultivadas: coragem, generosidade, sabedoria, fortaleza e bem-aventurança. O indivíduo bruto, sempre disposto ao ódio, à inveja, muito suscetível ao medo, ao apego, às aversões, comporta-se como uma inquieta e perturbadora máquina de agressão, erros, injustiças e contravenções. O mundo precisa que aumente o número de pessoas não violentas, de pessoas benevolentes. 'Onde houver ódio, que eu leve o Amor'. " ( Hermógenes - Deus investe em você - Ed. Nova Era, Rio de Janeiro, 1995 - p. 198/199 ) www.record.com.br

DESENVOLVER O DISCERNIMENTO PARA JULGAR (1ª PARTE)

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"Quando a mente está tranquila, como é belo, rápido e suave o modo como se percebe tudo! Uma pessoa tranquila reflete quietude nos olhos, aguda inteligência no rosto e receptividade apropriada na mente. É homem de ações prontas e decisivas, mas não é levado por impulsos e desejos que subitamente lhe ocorram. Sempre pense, primeiro, no que vai fazer, e no modo como isso o afetará. Agir por impulso não é liberdade, pois você ficará amarrado aos efeitos nefastos das más ações. No entanto, ser capaz de fazer coisas que o seu discernimento lhe diz serem boas para você, isso sim é ter liberdade plena. Essa espécie de ação guiada pela sabedoria resulta numa existência divina. O homem não deve ser um autômato psicológico, como um animal, que age apenas movido pelo instinto. Não pensar é um grande pecado contra o Espírito que habita em você. Fomos feitos para ser conscientes do que fazemos. Devemos refletir antes de agir. Devemos aprender a usar a mente para que possamos evolui...

AMOR

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"O que é o amor? É um instinto natural com que nascemos? É um comportamento que precisamos aprender? É um sentimento capturado no olhar de um amante? Ou é, talvez, algo que teremos que lutar durante várias vidas para conquistar? Pessoalmente, acredito que o amor é tudo . Acredito que ele seja a luz da Força Divina da qual fazemos parte. Quanto mais clara é a nossa luz, mais forte é a consciência desta parte da nossa natureza. Nascemos com este senso da nossa luz e podemos aumentá-la ou escondê-la de nós mesmos e do resto do mundo. Alguns perdem a luz de vista e passam o resto da vida buscando substitutos pobres para o amor. Drogas, sexo e violência são alguns deles. Quando começamos a reconhecer a luz do amor dentro de nós, é mais fácil vê-la dentro dos outros. Quando duas pessoas estão 'apaixonadas', elas veem essa luz uma na outra. O mundo externo diminui de importância, porque estão no seu mundo particular do amor e sentem o esplendor e a felicidade que o am...