OBJETIVOS DO BLOGUE
Olá, bem-vindo ao blog "Chaves para a Sabedoria". A página objetiva compartilhar mensagens que venham a auxiliar o ser humano na sua caminhada espiritual. Os escritos contém informações que visam fornecer elementos para expandir o conhecimento individual, mostrando a visão de mestres e sábios, cada um com a sua verdade e experiência. Salientando que a busca pela verdade é feita mediante experiências próprias, servindo as publicações para reflexões e como norte e inspiração na busca da Bem-aventurança. O blog será atualizado com postagens de textos extraídos de obras sobre o tema proposto. Não defendemos nenhuma religião em especial, mas, sim, a religiosidade e a evolução do homem pela espiritualidade. A página é de todos, naveguem a vontade. Paz, luz, amor e sabedoria.
Osmar Lima de Amorim
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
A ARTE DA ACEITAÇÃO
terça-feira, 24 de junho de 2025
DESAFIOS DA LUTA (2ª PARTE)
Consciente
dessa condição, mais fáceis se tornam quaisquer enfrentamentos, ante a
segurança dos resultados que propiciam ventura e paz.
Ninguém se
deve dificultar a ascensão, por comodismo ou receio, quando convidado à
conquista do infinito. Deter-se no pequeno espaço mental e físico em que se
encontra constitui atraso moral, que deverá ser superado.
A execução de
qualquer tarefa propicia desgaste de energia, aplicação de esforço, contribuição
pessoal. Naquela que se refere à transformação do ser e da sociedade, é
compreensível que se torne mais dispendiosa, porque trata de alterar o já
conseguido, modificando as estruturas vigentes e ampliando os horizontes para o
enriquecimento geral.
Para
impedi-lo, muitas forças se conjugam, como efeito dos interesses que se
encontram em jogo.
A comodidade
se refestela na inutilidade e na exploração do trabalho das pessoas diligentes,
sempre disposta a combater qualquer alteração na ordem dominante.
O
autoritarismo explora a simplicidade e a ignorância daqueles que lhe sofrem o
jugo, colocando-se contra qualquer movimento que lhe ameace a estabilidade.
A perversidade
instalada nos sentimentos primários, confia na própria força e arma-se para
impedir o avanço da fraternidade e dos ideais libertadores.
A frustração e
o vazio existencial reúnem-se para investir contra as propostas de
enriquecimento interior.
O orgulho e o egoísmo
dão-se as mãos e disputam a primazia que se creditam, não admitindo a perda da
pequenez moral em que se comprazem.
A inveja e o
despautério abrem abismos pelo caminho, dificultando o avanço dos que
contribuem para a harmonia e o bem-estar geral.
A intriga
insensata faz-se calúnia atroz e conspira com virulência, dificultando o
entendimento dos propósitos enriquecedores.
O medo e a
inveja preferem a situação infeliz em que se alastram, negando-se a ocasião de
segurança emocional.
São as características
negativas que resultam dos instintos primários, em predomínio em a natureza humana,
que se comprazem na situação que lhes diz respeito, negando-se à conquista dos
valores éticos e espirituais. (...).”
quinta-feira, 22 de maio de 2025
PERDÃOTERAPIA (1ª PARTE)
"O homem é quase sempre o obreiro da
sua própria infelicidade. Praticando a lei de Deus, a muitos males se forrará e
proporcionará a si mesmo felicidade tão grande quanto o comporte a sua
existência grosseira."
As paixões
grosseiras que predominam em a natureza humana decorrem das experiências
transatas que ainda não foram superadas.
São
responsáveis pelos arrastamentos ao mal, em razão do primarismo de que se
revestem, não se permitindo ser contrariadas nos seus impulsos e sentimentos
servis.
Estimuladas
pelo egoísmo doentio, desbordam em agressividade e cinismo que agridem,
inicialmente, o próprio indivíduo que as cultiva, para logo depois atingir o
grupo social no qual esse se encontra.
Radicando-se
nos instintos mais imperiosos, quais sejam a reprodução mediante os impulsos
sexuais, a nutrição por meio do alimento, e o repouso, por cuja maneira refaz
as forças gastas, somente a grande esforço cedem lugar aos sentimentos e à
razão que os devem comandar, orientando-os para a preservação da existência,
porém não agressivamente nem de forma angustiante.
É inevitável o
desenvolvimento moral do ser humano.
Etapa a etapa,
desenvolvem-se os gérmens do amor nele existente, que se irão assenhoreando dos
departamentos do instinto em predomínio, para que o raciocínio e a emoção
exerçam o seu papel no desenvolvimento dos tesouros morais adormecidos.
quinta-feira, 11 de julho de 2024
AS AFLIÇÕES
quinta-feira, 2 de junho de 2022
O SENTIMENTO E A EMOÇÃO GERAM CRUELDADE
sexta-feira, 13 de abril de 2018
ENQUANTO POSSUIRMOS, JAMAIS AMAREMOS
sábado, 3 de junho de 2017
O MALTRATO DOS ASPIRANTES (1ª PARTE)
quinta-feira, 18 de maio de 2017
AMAR É CONHECER (PARTE FINAL)
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
AÇÃO SEM APEGO (PARTE FINAL)
"(...) Existe uma historinha sobre dois jardineiros. Ambos possuíam algumas macieiras. O primeiro queria que as árvores produzissem muitas maçãs. E assim ele as regava constantemente e colocava muito adubo. Mas as árvores não se tornavam mais fortes; elas se tornavam mais fracas. Ele não notava isso. Em sua ganância em ter muitas maçãs, ele lhes dava água e adubo em demasia.
Quando chegou a hora, as árvores produziram algumas maçãs, mas não tantas quanto o esperado - apenas dez cestos. Ele começou a pensar: 'Não há tantas maçãs, mas irei vendê-las a preços elevados'. E assim ele seguiu para o mercado. Lá encontrou o outro jardineiro que era um homem muito pacífico e humilde, que trouxera cinquenta cestos cheios de maçãs saudáveis e bonitas. Ele ficou surpreso e invejoso.
Ele perguntou ao outro: 'Estas maçãs são todas de seu jardim?'. 'Sim, são', respondeu o outro, com voz humilde e gentil. 'Mas como pode você ter tantas? O que você fez? Usou um método especial?'. Nenhum método especial, apenas cuidei das árvores por amor às próprias árvores e não por causa das maçãs', respondeu o outro jardineiro.
A sabedoria dessa história nos ensina que, se fizermos nosso trabalho com amor, os frutos virão naturalmente. Existe uma Lei divina operando por trás de todas as nossas ações e o verdadeiro praticante da Doutrina do Coração, que é a verdadeira Teosofia, não se preocupa com os resultados. Se trabalharmos de maneira altruísta para o próximo, quer seja para os minerais, vegetais, animais e seres humanos, tornamo-nos uma força benevolente na Natureza. (...)
Como disse o Mestre ao jovem Krishnamurti: 'Aquele que age sem apego esquece-se totalmente de si próprio e se torna uma caneta na mão de Deus'."
(Duzan Zagar - Ação sem apego - TheoSophia - Outubro/Novembro/Dezembro de 2011 - Pub. da Sociedade Teosófica no Brasil - p. 36/37)
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
AÇÃO SEM APEGO (2ª PARTE)
O Mahachoham em sua carta a A.P. Sinnett deu o seguinte conselho: 'Ensinar as pessoas a verem que a vida nesta terra, mesmo a mais feliz, é apenas um fardo e uma ilusão [...]'. Esse ensinamento nos dá uma mensagem de completo desapego.
Ser capaz de ensinar às pessoas o que é dito acima não é uma coisa fácil de ser feita. Se tomarmos estas palavras com seriedade, então é óbvio que, antes que possamos ensinar aos outros essa verdade, ela deve ser primeiramente apreendida por nós próprios. Devemos compreender que, neste belo planeta, somos convidados. Chegamos, e, depois de um certo tempo, partimos. Mas nesse meio termo vivemos nossas vidas como se fôssemos ficar aqui para sempre. Apegamo-nos muito às coisas terrestres e nosso grande mestre é o desejo, o anelo. Tornamo-nos prisioneiros de nossos desejos e realmente não estamos perceptivos desse fato. Todo desejo pelo fruto da ação é como um novo carcereiro, uma nova joia de Mâra (como diriam os budistas) com sua falsa combinação de luz. Cada desejo traz um novo apego e um novo tipo de temor e desapontamento. (...)"
(Duzan Zagar - Ação sem apego - TheoSophia - Outubro/Novembro/Dezembro de 2011 - Pub. da Sociedade Teosófica no Brasil - p. 35/36)
terça-feira, 19 de julho de 2016
VIDA VIRTUOSA
terça-feira, 9 de junho de 2015
COMO LIDAR COM AS EMOÇÕES NEGATIVAS
Minha tarefa é a mais fascinante de todas. Ela me mantém tão ocupado que não sobram tempo nem energia para me inquietar com os assuntos de outras pessoas. Estou empenhado na missão de fugir da ignorância para a compreensão e a iluminação. Essa tarefa monopoliza toda a minha atenção para dominar pensamentos e emoções de cólera, inveja, orgulho, vingança, medo, carência e enfermidade. Devo reconhecer e eliminar tais obstáculos para sempre, de modo que, quando os últimos resquícios de negação desaparecerem, a água pura da vida possa brotar e fluir livremente através de mim para abençoar a todos. Eis aí o meu trabalho. Poderia me contentar com menos?
(Paramhansa Yogananda - A Sabedoria de Yogananda, Como Ter Coragem, Serenidade e Confiança - Ed. Pensamento, São Paulo, 2012 - p. 75/77)
www.editorapensamento.com.br
sexta-feira, 1 de maio de 2015
CRITICANDO O FALSO MORALISMO DOS FARISEUS
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
APARIGRAHA (1ª PARTE)
terça-feira, 11 de março de 2014
A CRUZ DE CADA UM
quinta-feira, 6 de março de 2014
O "EU" AUTOCENTRADO (PARTE FINAL)
A inveja é um subproduto do ego que se sente diminuído quando algo de bom aconece com alguém, quando alguém possui mais, sabe mais ou tem mais poder do que ele. A identidade do ego depende da comparação e se alimenta do mais. Ele se agarra a qualquer coisa. Quando nada funciona, as pessoas procuram fortalecer seu ego considerando-se mais injustamente tratadas pela vida, mais doentes ou mais infelizes do que os outros. (...)
O 'eu' autocentrado tem também necessidade de se opor, resistir e excluir para manter a ideia de separação da qual depende sua sobrevivência. Assim, ele coloca 'eu' contra 'os outros' e 'nós' contra 'eles'. O ego precisa estar em conflito com alguém ou com alguma coisa. Isso explica por que, apesar de você querer paz, alegria e amor, não consegue suportar a paz, a alegria e o amor por muito tempo. Você diz que quer ser feliz, mas está viciado em ser infeliz. A sua infelicidade não vem dos fatos da sua vida, mas do condicionamento da sua mente.
Você se sente culpado por algo que fez - ou deixou de fazer - no passado? Uma coisa é certa: você agiu de acordo com o nível de consciência ou de inconsciência que tinha na época. Se estivesse mais alerta, mais consciente, teria agido de outra maneira.
A culpa é outra forma que o ego tem para criar uma identidade. Para o ego não importa que essa identidade seja negativa ou positiva. O que você fez ou deixou de fazer foi uma manfiestação de inconsciência, que é natural da condição humana. Mas o ego personifica a situação e diz 'Eu fiz tal coisa' e assim cria uma imagem de si mesmo como 'ruim, falho e insuficiente'. A História mostra que os seres humanos cometeram inúmeros atos violentos, cruéis ou prejudiciais contra os outros e continuam a cometê-los. Será que todos os seres humanos devem ser condenados? Será que são todos culpados? Ou será que esses atos são apenas expressões de inconsciência, um estágio no processo de evolução do qual estamos nos libertando? (...)
Se você estabelece objetivos autocentrados na sua busca de libertação e de autovalorização, mesmo que os atinja, eles não irão satisfazê-lo. Estabeleça objetivos, sabendo porém que o mais importante não é atingi-los. Quando alguma coisa inesperada acontece, fica demonstrado que o momento presente - o Agora - não é apenas um meio para atingir um fim: cada momento do processo é importante em si. Busque seu objetivo valorizando cada passo da caminhada. Só assim você não se deixará dominar pela consciência autocentrada."
(Eckhart Toole - O Poder do Silêncio - Ed. Sextante, Rio de Janeiro, 2010 - p. 27/30)
www.sextante.com.br
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
POR QUE O MAL FAZ PARTE DA CRIAÇÃO DIVINA
http://www.omnisciencia.com.br/livros-yogananda/romance-com-deus.html



















