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Mostrando postagens com o rótulo insegurança

AMOR

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"' O amor nos põe à disposição o mais frutífero e abençoado dos terrenos para o crescimento interior. Esse 'solo fecundo', quando fertilizado pelo afeto real, nos faz abrir mão da ilusão de possuir toda a verdade, eliminando, em consequência, nossas síndromes de inflexibilidade ' . A condição primordial para que possamos realmente partilhar o amor é não impedir o outro de crescer como indivíduo distinto de nós. Quando bloqueamos o crescimento de quem amamos, a relação de afetividade fica segmentada por montanhas de frustração e desapontamento. ' A justiça consiste no respeito aos direitos de cada um. (...) O direito estabelecido pelos homens, portanto, não está sempre conforme a justiça. Aliás, ele não regula senão certas relações sociais, enquanto que, na vida particular, há uma imensidade de atos que são unicamente da alçada do tribunal da consciência '. O ' respeito aos direitos de cada um ', a que se referem os Guias Espirituais , está fundament...

INSEGURANÇA

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" Os inseguros omitem defesa a seus direitos pessoais por medo e evitam encontros ou situações em que precisam expor suas crenças, sentimentos e ideias. A insegurança traz como características psicológicas os mais variados tipos de medo, como o de amar, o da mudança, o de cometer erros, o da solidão, o de se pronunciar e o de se desobrigar. O inseguro não confia no seu valor pessoal, desacredita suas habilidades e desconfia de sua possibilidade de enfrentar as ocorrências da vida, o que o impulsiona a uma fatal tendência de se apoiar nos outros. Por não compreender bem seu poder interior, apega-se na afeição do cônjuge, filhos, outros parentes e amigos e, assim, acaba dependendo completamente dessas pessoas para viver. Em vez do amor, é a insegurança a fonte principal que o une aos outros; por isso, controla e vigia em razão das dúvidas que tem sobre si mesmo. O inseguro, por não saber que não pode controlar os atos e atitudes das outras criaturas, cria grandes dificuldades em seu...

PAIXÃO E AMOR (2ª PARTE)

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"(...). O poeta Shakespeare encontrou a solução para deixar a imaginação humana continuar a paixão de Romeu e Julieta, mediante a tragédia que elaborou para consumi-los, desde que ela não suportaria o desgaste da convivência diária, os conflitos de conduta no relacionamento constante.    Marco Antônio, o vitorioso de Roma e Cleópatra, a rainha do Egito, são também um exemplo trágico da paixão por projeção, que termina em caos. Abelardo e Beatriz igualmente experimentaram as consequências da irreflexão e sofreram a abrupta interrupção do encantamento, pagando o alto preço que se transformou em belas páginas escritas pelo primeiro, que assim eternizou os sentimentos de ambos, que não puderam consumar. A relação é muito grande dos célebres enamorados, que a paixão devorou, pela falta de estrutura e da presença do amor real. O amor é dúlcido, sem violência nem arroubos desesperados, que incendeiam e aniquilam. A sua mensagem é real, sem o imaginário do desequilíbrio nem do fantasi...

A MORTE E O DESPERTAR (1ª PARTE)

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"A morte é inevitável, familiar, e contudo ainda permanece um dos grandes mistérios da consciência. Nosso dilema humano é o de estarmos literalmente entre dois mundos. Prendemo-nos como escravos ao que podemos ver, e ficamos insatisfeitos. Queremos saber mais, mas nos sentimos inseguros a respeito do que podemos ver. É lógico que aceitamos o nascimento com mais felicidade do que a morte, pois o nascimento é essencialmente um processo visível, uma soma, enquanto a morte é, para nosso mundo tangível, uma subtração. Além disso, para cada morte há dois aspectos: existe aquele que está morrendo e aqueles que ficam para trás. A iminência de nossa própria morte, ou a perda de um membro da família, costuma nos lançar de volta a nós mesmos, trazendo novamente questões essenciais: quem sou eu? Por que estou aqui? O que realmente acontece na morte? Shakespeare, ao escrever sobre a impermanência deste mundo, responde à pergunta 'quem sou eu?' dessa maneira: 'Somos do m...

CIÚME

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"Outra doença terrível, destruidora e trágica é o ciúme. Há quem confunda ciúme com amor. Mas não é MESMO! Ciúme é outro sintoma do ego. O ciumento é um egoísta que está inclusive incapacitado para amar. Ciúme é insegurança, incerteza, e mesmo ausência de amor. Quem ama mesmo  se dá todo, sem cobrar do outro; sem pretender tornar o outro uma coisa possuída. O ciumento diz, dentro de si: 'Você é propriedade minha e não merece um pingo de minha confiança e respeito; você é uma coisa exclusivamente para meu uso.' Ciúme - assassino do amor. Ciúme - criação do eu. " ( Hermógenes - Deus investe em você - Ed. Nova Era, Rio de Janeiro, 1995 - p. 149 ) www.record.com.br

O CIÚME PROVÉM DE UM COMPLEXO DE INFERIORIDADE

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"O ciúme provém de um complexo de inferioridade e se expressa por meio da suspeita e do medo. Significa que a pessoa tem medo de não poder se manter no seu relacionamento com os outros, seja ele conjugal, filial ou social. Se sentir motivo para ter ciúme de alguém - por exemplo, se teme que a pessoa amada transfira sua atenção a outrem -, primeiro empenhe-se em compreender se lhe falta alguma coisa interiormente. Aprimore-se. Desenvolva-se. A única maneira de conservar o afeto ou o respeito de outra pessoa é aplicar a lei do amor e merecer o reconhecimento dela mediante o autoaprimoramento. O amor e seus complementos jamais podem ser conquistados ou mantidos com exigências, súplicas ou chantagens. Tenho observado como algumas pessoas se comportam quando estão perto de pessoas ricas ou influentes. Certa vez eu disse a um príncipe indiano: 'O senhor acredita que essas pessoas que buscam obter seus favores realmente o amam?' Ele respondeu que sim. Mas eu as tinha vist...

OS TRÊS ESTÁGIOS DA DÚVIDA

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"A dúvida tem três estágios: ausência da dúvida, a presença inteligente da dúvida, a presença excessiva da dúvida.  A ausência da dúvida gera pessoas psicopatas. Quem nunca duvida de si mesmo, quem se acha infalível e perfeito nunca terá compaixão dos outros. A presença inteligente da dúvida abre as janelas da inteligência e estimula a criatividade e a produção de novas respostas. A presença excessiva da dúvida leva as pessoas a retrair sua inteligência e suas atitudes pela insegurança. Tornam-se excessivamente tímidas e autopunitivas. A dúvida inteligente esvazia o orgulho. Jesus contava ricas parábolas levando as pessoas a confrontar-se com seu orgulho e rigidez, desse modo ele objetivava estimular o espírito delas e romper seu cárcere intelectual. Ele respondia a perguntas com perguntas e quando dava respostas elas sempre abriam os horizontes dos pensamentos. Era um grande mestre da educação e seus discursos formavam e não informavam. Alguns têm títulos de dou...

RAJA YOGA - OS KLESHAS (1ª PARTE - I)

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"A filosofia Samkhya , ensinada pelo Avatar Kapila, na opinião de quase todos os estudiosos, fornece base teórica à Raja Yoga. Mas, também é verdade que a própria Yoga em si já é uma luminosa filosofia autossuficiente. Seu texto básico é o clássico Yoga Sutra, escrito pelo sábio Patanjali. Nelo o problema do sofrimento, da limitação, da insegurança, fragilidade e conflitos que oprimem a existência humana é sabiamente equacionado a partir do estudo de suas causas primeiras, os kleshas.  Para quem já conseguiu desenvolver o discernimento, tudo é miséria por causa das dores provocadas por mudanças, ansiedades e tendências, como também por conta dos conflitos entre as tendências naturais que o homem encontra em sua natureza, e os pensamentos e desejos predominantes em um particular período de tempo. (Yoga Sutra, II:15). Lamentável é não termos espaço para analisar este aforismo tão sábio, tão profundo. Não podemos porém deixar de comentar a grave e preocupante afirmação de...

COMPAIXÃO

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“A compaixão é, por natureza, gentil, pacífica e delicada, embora também seja muito poderosa. Aqueles que perdem facilmente a paciência são inseguros e instáveis. Portanto, para mim, ser dominado pela raiva é um sinal de fraqueza.” (Dalai-Lama – O Caminho da Tranquilidade – p. 40)