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Mostrando postagens com o rótulo posse

DESAPEGO

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"' Há duas espécies de afeições: a do corpo e a da alma , e, frequentemente, se toma uma pela outra. A afeição da alma, quando pura e simpática, é durável; a do corpo é perecível. Eis porque, frequentemente, aqueles que creem se amar, com um amor eterno, se odeiam quando a ilusão termina.'   ( O Livro dos Espíritos – Questão 939 – Boa Nova Editora )  Tudo passa na Terra; só permanecerão as coisas do céu.  Passam cônjuges e filhos, mas permanecerá a família universal .  Passam as características da juventude, para atingirmos o amadurecimento pessoal.  Passam construções de alvenaria, para edificarmos em nós obras imortais.  Passam impérios e poderes de mão em mão, para valorizarmos os do coração.  Passam vestimentas e joias raras, para aprendermos a apreciar valores éticos.  Passam nacionalidades e costumes, para alcançarmos a cidadania cósmica .  Passa o gênero atual, para galgarmos a plenitude da ambiguidade da alma.  Passam valores mo...

AMOR

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"' O amor nos põe à disposição o mais frutífero e abençoado dos terrenos para o crescimento interior. Esse 'solo fecundo', quando fertilizado pelo afeto real, nos faz abrir mão da ilusão de possuir toda a verdade, eliminando, em consequência, nossas síndromes de inflexibilidade ' . A condição primordial para que possamos realmente partilhar o amor é não impedir o outro de crescer como indivíduo distinto de nós. Quando bloqueamos o crescimento de quem amamos, a relação de afetividade fica segmentada por montanhas de frustração e desapontamento. ' A justiça consiste no respeito aos direitos de cada um. (...) O direito estabelecido pelos homens, portanto, não está sempre conforme a justiça. Aliás, ele não regula senão certas relações sociais, enquanto que, na vida particular, há uma imensidade de atos que são unicamente da alçada do tribunal da consciência '. O ' respeito aos direitos de cada um ', a que se referem os Guias Espirituais , está fundament...

CIÚME

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"Ciúme é uma Emoção peculiar e poderosa. Ela parece ser Repulsão mais a consciência de um possível ou até provável tipo especial de superioridade de seu objeto, superioridade essa que possibilitará a essa pessoa ganho e apropriação exclusiva para si de algo que é amado, cobiçado, desejado, por ambos. Ela implica Amor a um certo objeto, e Ódio de outra pessoa que impede a aquisição exclusiva desse objeto. A intensidade da emoção é diretamente proporcional ao tanto de exclusividade de posse que se deseja ter ou se teme que outro tenha. Quando não se deseja a posse inteira e exclusiva, mas se teme que seja desejada e assegurada por outro, o ciúme toma a forma de dúvidas em reação à retribuição de seu amor pelo objeto deste, uma sensação de insegurança no que tange à retenção do estimado afeto da pessoa amada. Na medida em que está seguro em seu próprio lugar de permanência, o Amor não é suscetível ao Ciúme, mas acolhe a afeição concedida por outros ao seu objeto, como um campo comum...

QUALIDADES DO DEVOTO QUE CATIVAM A DEUS (CAPÍTULO XII)

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"Aquele que está livre de ódio a todas as criaturas, é amigável e benevolente para com todos, é desprovido de possessividade e da consciência do 'eu', é equânime no sofrimento e na alegria, tudo perdoa e está sempre contente, que pratica yoga  com regularidade, buscando o tempo todo conhecer o Eu e unir-se ao Espírito por meio da yoga , que é dotado de firme determinação, com a mente e o discernimento entregues a Mim, esse é Meu devoto e Me é querido.  13-14 Aquele que não perturba o mundo e que não pode ser perturbado pelo mundo, que está livre de exultação, ciúme, receio e preocupação, ele também Me é querido. 15  Aquele que está livre de expectativas mundanas, que é puro de corpo e mente, que está sempre pronto para agir, que permanece sem se tornar preocupado ou ser afligido pelas circunstâncias, que abandonou todos os empreendimentos motivados pelo desejo e originado no ego, esse é Meu devoto e Me é querido. 16 Aquele que não sente regozijo nem aversão em relação ao ...

O QUE NÃO ME PERTENCE QUE VÁ EMBORA

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"Por que ser ciumento? Se você entrega seu amor a alguém que não o aprecia; se esta pessoa não quer você ou dá a outro o reconhecimento que você acha que merece, é óbvio que o ciúme não vai segurar a pessoa e nem vai curar a tensão do relacionamento. Aprisionar alguém com ciúme e exigências certamente não produzirá felicidade. Relacionamentos felizes só crescem com amor e confiança. O amor sobrevive quando nos sentimos respeitados, úteis e livres do sentimento de posse.   Então, qual é o remédio? Sempre que o ciúme tentar prender você, afirme com convicção. 'Estou livre da escravidão do ciúme e do medo. O que é meu é meu, e o que não me pertence que vá embora!' Quando você se libertar de todo o medo e ciúme, sua vida será maravilhosa. Você pode ser livre. O que é seu será sempre seu, e o que não é para ser seu jamais faria você feliz. A satisfação plena resulta do aperfeiçoamento constante de si, de modo que ao invés de ter que procurar os outros, eles é que o procurarão. ...

ABANDONAR O APEGO ÀS COISAS INANIMADAS

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"O apego a posses materiais e similares é outro obstáculo que devemos abandonar em nossa busca do tranquilo permanecer. Podemos nos opor a essa atitude de aferramento treinando da maneira que se segue. Primeiro, devemos considerar que, [17] se formos apegados à nossa riqueza, fama ou reputação e gerarmos orgulho desses atributos elogiados pelos outros, as delusões de orgulho e de apego vão nos levar a renascer em reinos inferiores, onde sofreremos terríveis medos. [18] Devemos compreender que nossa mente confusa é incapaz de discriminar entre o que é benéfico e o que é prejudicial a si mesma. Por isso, ela corre descontroladamente para os objetos de apego, inconsciente do imenso tormento que, em nome deles, terá de suportar em vidas futuras. [19] Sábia é a pessoa que permanece desapegada de riqueza, fama e coisas do gênero, porque é o nosso aferramento a esses deleites que dá origem a todos os nossos medos. [20] Outro ponto a considerar é que todas as nossas posses e tudo aquilo p...

MORTE

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"O nosso nascimento também dá origem aos sofrimentos da morte. Se, durante a nossa vida, tivermos trabalhado arduamente para adquirir posses, e se tivermos nos tornado muito apegados a elas, experienciaremos grande sofrimento na hora da morte, pensando: 'Agora, tenho de deixar todas as minhas preciosas posses para trás'. Mesmo agora, achamos difícil emprestar algum dos nossos mais preciosos bens, quanto mais dá-lo! Não é de surpreender que fiquemos tão infelizes quando nos damos conta de que, nas mãos da morte, temos de abandonar tudo.  Quando morremos, temos de nos separar até mesmo dos nossos amigos mais próximos.Temos de deixar nosso companheiro ainda que tenhamos estado juntos durante anos, sem passar sequer um dia separados. Se formos muito apegados aos nossos amigos, experienciaremos grande sofrimento na hora da morte, mas tudo o que poderemos fazer será segurar suas mãos. Não seremos capazes de parar o processo da morte, mesmo se eles implorarem para que não morramo...

O OBSERVADOR E O OBSERVADO (9ª PARTE)

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"23. O fenômeno observador-observado cria um relacionamento de possuir e de ser possuído. Aqui as palavras utilizadas são sva-sakti e svãmi-sakti. O sutra indica que cada um tenta satisfazer a si mesmo. Svãmi-sakti é o possuidor e quer possuir, seja um objeto ou um indivíduo. Mas aquilo que o homem busca possuir, por sua vez, quer possuir o possuidor. O relacionamento do possuidor e do possuído é obviamente de uso. É uma estranha lei da vida que aquele que quer possuir deve também estar pronto para ser possuído. Ambos estão comprometidos com svarupa-upalabdhi , que significa tentar satisfazer seu próprio fim. Possuir é ser possuído. Os dois seguem juntos. Ter um sem o outro é uma impossibilidade. Este é o ponto crucial do relacionamento de uso. O explorador e o explorado seguem juntos. A necessidade de ser explorado dá origem ao explorador. No relacionamento de uso vemos a pior forma de exploração do homem pelo homem.  Patañjali diz no sutra  subsequente que: 24. Este desejo ...

O OBSERVADOR E O OBSERVADO (8ª PARTE)

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"22. Para aquele que não objetiva realizar-se através da existência do observado, o observado não existe; mas para os demais ele continua a existir. O homem normalmente estabelece um relacionamento de uso com o mundo em que vive, seja físico ou psicológico. É deste relacionamento que surge o observado. Precisamos nos lembrar de que tal relacionamento jamais poderá estabelecer-se com algo que está vivo, pois a vida é um estado de fluxo e, portanto, não é estática. O uso possível apenas em relação a algo estático ou imóvel. Assim, para ter aquele relacionamento, a vida precisa ser transformada em imagem. O sutra  acima diz que, para aquele que tenha ido além do relacionamento de uso,  o observado não existe. Tal indivíduo não tem objetivo a realizar advindo da existência do observado. Daí que o observado desaparece quando cessa este relacionamento de uso. O sutra , contudo, diz que para os demais, o observado continua a existir. A partir disso, fica evidente que o observado não ...

A BEM-AVENTURANÇA DA ALMA

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"Alimentar o desejo do luxo é o caminho mais seguro para a desgraça. Não seja escravo de coisas ou posses; elimine até suas 'necessidades'. Empregue o tempo na busca da felicidade duradoura ou bem-aventurança. A alma imortal e imutável está por trás da cortina de sua consciência, onde foram pintados o fracasso, a doença e a morte. Erga o véu da mudança ilusória e assuma sua natureza imortal. Entronize sua consciência volúvel na imutabilidade e serenidade que traz dentro de si e que são o trono de Deus, deixando que sua alma manifeste bem-aventurança dia e noite. A natureza da alma é bem-aventurança - um estado interior perene de alegria sempre nova, incessante, que eternamente nos domina até mesmo quando passamos pelas provas do sofrimento físico e da morte.  Não desejar não é negar; é obter o autocontrole de que necessitamos para recuperar a herança eterna de realização plena dentro da alma. Primeiro, pela meditação, dê à alma a oportunidade de manifestar esse e...

A REAL NATUREZA DO AMOR

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"(...) Não sabemos o que o amor realmente significa. Conhecemos apenas o amor que se baseia no apego e na posse. Quando uma pessoa se enamora, especialmente se for amor à primeira vista, não construído através de reações acumuladas, o objeto de amor parece revestir-se de uma beleza divina. Infelizmente, essa condição esvaece, pois se mescla a outros sentimentos, mas ele indica o que é a real natureza do amor; é a luz que brilha de uma natureza dentro de nós próprios que ilumina a beleza oculta nas coisas.  Toda a ação da natureza espiritual tem o encanto e o frescor da espontaneidade. A virtude tem esse encanto. É como uma flor sempre nova. A ação da natureza espiritual não é apenas integralmente voluntária; ela é também irrestrita. Ela se doa completamente. A beleza da virtude está em tal doação. Existe uma natureza muito profunda dentro de nós que se exterioriza apenas quando o terreno estiver desimpedido para ela. Aquela natureza permanece a mesma, e é atemporal em ...

FORME BONS HÁBITOS

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"Passo a passo, você atingirá o fim da estrada. Um bom ato seguido por outro conduz a um bom hábito. Escutando, você é estimulado a agir. Decida agir; junte-se somente com pessoas boas; leia somente livros elevados; forme o hábito de namasmarana  (repetição do nome do Senhor) - e, então, a ignorância ( ajnana ) automaticamente desaparecerá. Anandam (Bem-aventurança), que crescerá dentro de você, pela contemplação sobre Anandaswarupa (a forma divina que personifica a bem-aventurança), afastará toda aflição e toda preocupação. Esta proximidade é ganha pelo bhaktha (devoto), o qual não pode estar firme, exceto após a anulação do 'eu' e do 'meu'. Quando um preso é conduzido de um lugar a outro, é escoltado por dois policiais. Não é? Quando o homem que é prisioneiro nesta cadeia² se move de um lugar a outro, é também acompanhado por ahamkara (egoísmo) e mamakara (possessividade). Quando ele se movimenta sem estes dois, esteja certo, ele é um homem livre, liberta...

SIMPLICIDADE

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"Simplicidade não significa mero ajustamento a um padrão. Requer-se muita inteligência para sermos simples, e não apenas que nos ajustemos a determinado padrão, por mais nobre que ele se nos afigure, exteriormente. A maioria de nós, infelizmente, começa a ser simples nas coisas exteriores, é bem fácil ter escassas posses e estar satisfeito com poucas coisas; contentar-se com pouco e talvez dividir este pouco com outros. Porém, uma simples manifestação exterior de simplicidade, nas coisas, nas posses, não implica, por certo, simplicidade interior. Porque, nas condições atuais do mundo, estão-nos sendo impostas cada vez mais coisas, exteriormente. A vida se está tornando cada vez mais complexa. Para fugir de tal situação, procuramos renunciar às coisas ou desapegar-nos delas — de automóveis, casas, organizações, cinemas, e das inumeráveis circunstâncias que nos assaltam do exterior. Pensamos que, pela renúncia, seremos simples. Já houve muitos santos e muitos instrutores que ren...

ALEGRIA INCOMPARÁVEL

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"A lógica das abstinências é a mesma. A não possessividade requer não indulgência, que surge de não roubar, que surge da não falsidade, que só pode existir com a não violência. As observâncias e abstinências estão inter-relacionadas, e relacionam-se também com todo o sistema de compreensão da mente de Patañjali. A disciplina é apenas um foco em um contexto amplo; nela 'não devem interferir fatores biológicos, físicos nem sociais' (sutra 31). Os resultados da disciplina terão a medida do nosso esforço, e devemos ficar atentos a desculpas como cansaço, falta de tempo, etc. Patañjali promete a recompensa para os que se esforçam: 36. 'Para aquele que está estabelecido em satya , ou não falsidade, a própria ação é a recompensa.' 37. 'Quando estamos estabelecidos em asteya , ou não roubar, sentimos como se tivéssemos toda a riqueza do mundo.' 38. 'Quando estamos estabelecidos em brahmacarya , ou não indulgência, somos dotados de inexaurível energi...

ABSTINÊNCIA E COMPREENSÃO

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"As abstinências devem ser praticadas por meio da percepção e compreensão da nossa conduta e das nossas motivações. A não falsidade representa, além da eliminação de toda espécie de dissimulação, a capacidade de ver as coisas como elas são, e não como nós as projetamos. Mehta afirma que as projeções surgem de um passado mal resolvido; as frustrações das experiências passadas se projetam em situações novas e nos impedem de viver livremente cada momento da vida. Não roubar abrange todas as formas de imitação, ainda que sutis. Quando estamos insatisfeitos com o que temos ou somos, passamos a desejar ou a imitar a condição de outras pessoas. Esse comportamento vem do sentimento de estarmos psicologicamente incompletos. Quando não desejamos ter o que não é nosso ou ser o que não somos, experimentamos um estado de preenchimento psicológico, de satisfação pela vida. A não indulgência representa o abandono da busca de prazer. Isso não significa negar o prazer, mas parar de cor...

TREINANDO A MENTE (1ª PARTE)

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"Há tantas formas de apresentar a meditação, e devo ter ensinado isso milhares de vezes, mas a cada vez é diferente, de um modo direto e sempre novo. Felizmente vivemos numa época em que pelo mundo todo muita gente se familiariza com a meditação. Tem sido cada vez mais aceita como uma prática que atravessa as barreiras culturais e religiosas e se eleva acima delas, permitindo àquele que a busca estabelecer um contato direto com a verdade do seu ser. É uma prática que a um tempo transcende o dogma e é a essência das religiões. Via de regra desperdiçamos nossas vidas distraídos do nosso eu verdadeiro, numa atividade sem fim; a meditação é o caminho para trazer-nos de volta a nós mesmos, onde podemos realmente experimentar e provar nosso ser completo, além de todos os padrões habituais. Nossas vidas são vividas em intensa e ansiosa luta, num turbilhão de velocidade e agressão, competindo, apegando-nos possuindo e conquistando, sobrecarregando-nos sempre de atividades irre...

FELICIDADE AQUI E AGORA

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"Todos os nossos esforços conscientes são direcionados à busca da felicidade, mas a infelicidade surge da própria tensão desses esforços. Conseguimos nos manter infelizes a maior parte do tempo. O dinheiro (ou a falta dele) é uma das maiores causas de infelicidade. O rei Abdul Rahamn III, o maior dos reis Omayyad da parte moura da Espanha, era rico, poderoso, temido e respeitado em todo o mundo ocidental. Sua bela capital, Córdoba, era orgulho e inveja de toda a Europa. Ele reinou por mais de cinquenta anos, mas, durante esse longo período, lembrava-se de ter sido verdadeiramente feliz apenas por catorze dias. O desejo é a principal causa da infelicidade. Os objetos mundanos de desejo - dinheiro, posição, posses, fama - são amaldiçoados por uma doença peculiar; a dualidade. Sua natureza projeta duas reações opostas, como dor e prazer, estados agradáveis e desagradáveis se alternam na mente. Por isso, a satisfação de um desejo nunca leva a um estado de felicidade ininterrup...

ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO

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"Tempo dedicado a nós mesmos, tempo dedicado ao próximo, tempo dedicado a Deus, tempo dedicado ao repouso - eis os quatro itens essenciais à boa administração de nossas vidas. Os ignorantes, egoístas e materialistas empenham quase todo o tempo no preenchimento de seus desejos de posse e prazer . Até o repouso é visto como algo que atrapalha, que impõe suspensões inoportunas ao trabalhar e ao gozar. Tempo para Deus... absolutamente nenhum. Tempo para o próximo? Que é isto?! O próximo é aquele que estiver ao alcance da mão para ser explorado como um meio de se ganhar mais e mais intensamente curtir. Que desequilíbrio! Infelizmente, é o que mais se encontra. Você não é desses... Ou é?! Senhor, com Teu infinito Poder, muda tais pessoas, salvando-as das 'trevas exteriores' ." ( Hermógenes - Deus investe em você - Ed. Nova Era, Rio de Janeiro, 1995 - p. 35/36 ) www.record.com.br

DESCUBRA O PROPÓSITO DE SUA EXISTÊNCIA USANDO A INTUIÇÃO

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"Se usar a intuição, você conhecerá o verdadeiro propósito de sua existência neste mundo, e quando descobrir isso, encontrará a felicidade. A Terra é um palco e Deus é o Diretor de Cena. Se todos insistissem em ser reis e rainhas, o desenrolar do drama seria impossível. Além da realeza, o servo e o herói também precisam desempenhar bem seus papéis, para o êxito da peça. Vilões são os que perturbam o drama justo do Senhor. Os que escolhem tais papéis têm de pagar caro por seu flagrante desrespeito à direção divina. Independentemente da posição material ou da riqueza que a pessoa tenha, não se pode dizer que ela é bem-sucedida se isso for conseguido por meios escusos. A verdadeira felicidade só é possível quando desempenhamos nosso papel com correção ; jamais de outra maneira. Quem faz o papel de milionário e quem faz o papel de pequeno comerciante - ambos são iguais perante Deus. No dia final, Deus despe todas as pessoas de suas posses e títulos. O que sua alma adquiriu é tudo ...

O QUE VOCÊ ENTENDE POR AMOR?

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"O amor é misterioso. Ele só pode ser entendido quando o conhecido é entendido e transcendido. Haverá amor só quando a mente estiver isenta do conhecido. Portanto, devemos abordar o amor negativamente, e não o contrário. O que é o amor para a maioria de nós? Quando amamos, há possessividade, dominação ou subserviência. Dessa possessão surgem o ciúme e o medo da perda, por isso legalizamos esse instinto possessivo. Além do ciúme, surgem inúmeros conflitos com os quais cada um está familiarizado. Portanto, possessividade não é amor. Nem o amor sentimental. Ser sentimental, emocional, exclui o amor. A sensibilidade e as emoções são meramente sensações. ...Só o amor pode transformar a insanidade, a confusão e o conflito. Nenhum sistema, nenhuma teoria da esquerda ou da direita pode trazer paz e felicidade ao homem. Onde há amor não há possessividade, não há inveja. Há piedade e compaixão, não em teoria, mas verdadeiramente - por seu cônjuge e seus filhos, seu vizinho e seu...