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Mostrando postagens com o rótulo nascimento

PERDA

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" São compreensíveis as lamentações e os pesares, o pranto e os suspiros, pois o ser humano passa por processos psicológicos de adaptação e de reajuste às perdas da vida. ' Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque, o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos. ' Nascer e morrer fazem parte de um fenômeno comum e necessário. Tudo nasce, tudo se desenvolve, mas tudo se definha. Sempre há um tempo de partir. A morte na Terra é o término de uma existência física, é a passagem do ser infinito para uma nova forma existencial. Ela é um interlúdio, ou seja, um intervalo entre as diversas transformações da vida, a fim de que a renovação e a aprendizagem se estabeleçam nas almas, ao longo da eternidade. Morrer não é uma perda fatal, não é um mal, é um essencial processo de harmonização da Natureza. Durante quanto tempo lamentaremos o passamento de um ser amado? Dependerá de como estamos prep...

SAIBA O PORQUÊ DE VOCÊ EXISTIR

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"Seria um insulto para o seu Eu você nascer, viver e morrer sem ao menos saber a resposta do mistério de sua presença aqui como ser humano. Esquecer Deus é perder todo o sentido da existência. Aprenda a senti-Lo e a desfrutar de Sua presença. Faça disto um hábito. Com o tempo, você verá o quanto se beneficiou. Adquirir prosperidade e bens materiais não é garantia contra o sofrimento. Dia virá em que você vai se sentir totalmente impotente, um mero peão do destino: então, começará a perceber que só Deus é o seu porto seguro. Mas Ele não quer Se impor a ninguém;. Tome a iniciativa de buscá-Lo com desejo fervoroso, priorizando-O acima de todos os outros desejos. Viva no mundo como um cisne, que consegue nadar em águas lamacentas sem manchar suas alvas penas. Quando a mente está lubrificada pelo óleo do desapego, os desejos materiais não conseguem se grudar na pessoa.  A gota de orvalho que se separa do lago e flutua sozinha sobre a folha de lótus secará a não ser que volte para o lag...

MORTE

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"O nosso nascimento também dá origem aos sofrimentos da morte. Se, durante a nossa vida, tivermos trabalhado arduamente para adquirir posses, e se tivermos nos tornado muito apegados a elas, experienciaremos grande sofrimento na hora da morte, pensando: 'Agora, tenho de deixar todas as minhas preciosas posses para trás'. Mesmo agora, achamos difícil emprestar algum dos nossos mais preciosos bens, quanto mais dá-lo! Não é de surpreender que fiquemos tão infelizes quando nos damos conta de que, nas mãos da morte, temos de abandonar tudo.  Quando morremos, temos de nos separar até mesmo dos nossos amigos mais próximos.Temos de deixar nosso companheiro ainda que tenhamos estado juntos durante anos, sem passar sequer um dia separados. Se formos muito apegados aos nossos amigos, experienciaremos grande sofrimento na hora da morte, mas tudo o que poderemos fazer será segurar suas mãos. Não seremos capazes de parar o processo da morte, mesmo se eles implorarem para que não morramo...

AS PORTAS DA PERCEPÇÃO

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"Como já disse, o modo como percebemos o mundo depende inteiramente de nossa visão cármica. Os mestres usam um exemplo tradicional: seis diferentes tipos de seres se encontram na margem de um rio. O ser humano do grupo vê o rio como água, uma substância para lavar o corpo ou saciar a sede; para um animal como o peixe, o rio é seu lar; um deus o vê como o néctar que lhe traz a bênção; para o semideus é uma arma; para o fantasma faminto, pus e sangue pútrido, e o ser dos infernos vê ali lava derretida. A água é a mesma, mas ela é percebida de maneiras diferentes e até contraditórias. Essa profusão de percepções nos mostra que todas as visões cármicas são ilusões; já que uma substância pode ser percebida de tantas maneiras diferentes, como é que algo pode ter qualquer realidade verdadeira e inerente? Ela também nos mostra como é possível que algumas pessoas sintam este mundo como o céu, e outras como o inferno. Os ensinamentos nos dizem que há basicamente três tipo de visão: a 'v...

O CORPO FÍSICO

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"O homem não intervém na construção deste corpo. Os devas vivificam o átomo físico permanente, assimilando nele substância terrestre mineral, vegetal ou animal e o misturam entre os alimentos do pai escolhido para o próximo nasciturno. Do pai passa para o átomo permanente à mãe eleita, e no momento da concepção, começa o deva encarregado do serviço a construir o corpo físico, regulando-se pela planta ou esboço que os Senhores do Karma lhes confiaram para modelar a matéria física em forma adequada ao esgotamento do karma de forma regulada durante a vida física. Desta matéria elaboram-se os órgãos sensorias relacionados com os centros do corpo astral, e o cérebro ou órgão da mente relacionados com o corpo mental. O corpo físico é o que vive menos, pois fica abandonado e inutilizado com a morte física. Assemelha-se a um abrigo, manta, capa ou gibão de contínuo de repartição, porque todas as noites nos desprendemos dele durante o sono, muito embora mantendo com ele um magnético laç...

INCORPORAÇÃO DA CONSCIÊNCIA

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"Ao traçar-se a circunferência de um círculo, pode-se começar por qualquer de seus pontos e tornar a ele depois da volta completa. O ponto de partida é convencional. Assim também o círculo ou ciclo de uma vida humana nos três mundos pode ser começado em qualquer dos seus pontos. Não obstante, é costume tornar-se por início o nascimento na terra com o corpo físico, pois tem este a vantagem de ser sólido,¹¹ tangível e mui conhecido do leitor. Porém existe a desvantagem de se considerar os corpos do homem em ordem inversa à do revestimento, de modo que à primeira vista parece que o corpo mental, o mais interno do três, começa a atuar depois da morte física, em vez de atuar, segundo o faz incessantemente, durante toda a vida no corpo físico e depois da morte . Começando a contar o ciclo de vida com o nascimento na terra, dá-se à morte física uma excessiva importância e parece uma quebra ou interrupção da vida do homem, como se entrasse ao morrer em uma estranha ou ignorada região, e...

DESTINO DOS CORPOS

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"Os corpos têm de ser utilizados, gastos e, por último, abandonados. O homem utiliza seu corpo mental durante todo o ciclo de evolução nos três mundos , desde o nascimento no mundo físico até que deixa o mundo celeste para renascer na terra. É o primeiro corpo do qual se reveste em cada ciclo de vida e o último que abandona. Depois do corpo mental, se reveste do astral para descer do mundo mental ao mundo das emoções e o abandona quando deste mundo emocional ascende ao mental. Finalmente se reveste do corpo físico ou de ação, que abandona ao morrer na terra, ou seja, quando do mundo físico ascende ao astral em seu caminho para o mental. Portanto, vemos que o homem está revestido de três corpos ou roupagens inseparáveis durante a série de reencarnações, e sobrevestido de outros três corpos ou roupagens transitórias e separáveis, que nascem e morrem e cuja matéria componente reverte à massa geral de seu respectivo mundo, para fazer parte de outras agregações de matéria mineral, ...

O HOMEM E SUA ROUPAGEM

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"As palavras nascimento e morte significam tão somente as portas onde o homem passa de um mundo para o outro. Em realidade não nasce e nem morre e sim vive sempre. Porém quando deixa um mundo, os habitantes do mesmo, dizem: 'Morreu' , enquanto os habitantes do mundo em que acaba de ingressar por sua vez exclamam: 'Nasceu' . Em verdade, é o mesmo homem que vai de mundo em mundo aprendendo as lições que em cada um o ambiente lhe oferece, permanecendo a maior parte do tempo em que percorre este ciclo¹ na pura felicidade das mansões celestes. O homem é semelhante à ave que tendo o seu ninho na adorável beleza de um bosque, ao sentir fome, deixa sua ditosa morada e voando para o lago vizinho, em suas águas busca com o bico o alimento, regressando ao seu silvestre retiro logo que satisfaça sua necessidade, a fim de ali consumir o alimento encontrado. Assim o homem vive normalmente no mundo celeste;  consome ali o alimento que levou consigo e, quando sente fome,² bate...

O CICLO DO SER E DO EXISTIR

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" Tudo que Existe egressa do Ser E regressa ao Ser. O Ser é o Insondável Tao. Das profundezas do Ser Nascem todos os seres que existem O Ser, porém, É o abismo do Não existir. EXPLICAÇÃO: O Ser é eterno, sem princípio nem fim. É Brahman, a Divindade, o Infinito, o Uno. Mas é da íntima natureza do Ser manifestar-se sempre de novo em existir, assim como o Uno se revela no Verso, o Infinito no Finito. Quando o Finito egride do Infinito, falamos em 'nascer' - quando ele regride à sua origem, falamos em 'morrer'. Nascer e morrer não são princípios nem fins, são apenas etapas evolutivas na base do eterno Ser. São como ondas que se erguem e recaem no seio do mar." ( Lao-Tse - Tao Te King, o Livro Que Revela Deus - Tradução e Notas de Huberto Rohden - Fundação Alvorada para o Livro Educacional, Terceira Edição Ilustrada - p. 113/114 )

A PULSAÇÃO DA MORTE (1ª PARTE)

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"Não haveria nenhuma possibilidade de chegar a conhecer a morte se ela acontecesse só uma vez. Mas felizmente a vida não é mais que uma contínua dança de nascimento e morte, um bailado de mudanças. Toda vez que ouço o sussurrar de um ribeirão de montanha, ou as ondas quebrando na praia, ou ainda as batidas do meu coração, escuto o som da impermanência. Essas mudanças, essas pequenas mortes, são nossos elos vivos com a morte. Elas são o pulso da morte, o coração dela batendo, incitando-nos a largar todas as coisas a que somos apegados. Vamos então trabalhar com essas mudanças agora, durante a vida: esse é o verdadeiro modo de nos prepararmos para a morte. A vida pode ser cheia de dor, de sofrimento e dificuldades, mas todas essas experiências são oportunidades que nos são dadas para nos ajudar a aceitar emocionalmente a morte. E só quando acreditamos que as coisas são permanentes que perdemos a oportunidade de aprender com a mudança. Se desperdiçarmos essa possibilidade...

ESTA VIDA: O BARDO NATURAL

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"Vamos explorar o primeiro dos Quatro Bardos, o bardo natural desta vida, e todas as suas muitas implicações; (...) O bardo natural desta vida compreende todo o período da nossa vida que vai do nascimento à morte. Seus ensinamentos deixam claro para nós porque esse bardo é uma oportunidade tão preciosa, o que realmente significa ser um ser humano e o que há de mais importante - o único essencial - a ser feito com a dádiva desta vida humana.  Os mestres nos dizem que há um aspecto das nossas mentes que é seu terreno fundamental, um estado chamado de 'a base da mente ordinária'. Longchenpa, o destacado mestre tibetano do século XIV, descreve-o deste modo: 'É um estado não iluminado e neutro que pertence à categoria da mente e dos eventos mentais, e que se tornou a base ou fundação de todos os carmas e 'engramas' do samsara e do nirvana'.¹ Ele funciona como um armazém em que são estocados como sementes todas as impressões das ações passadas causadas po...

CELEBRA O TEU NATAL - DE DENTRO!

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"Quantas vezes, meu amigo, celebrastes o Natal de fora? O Natal litúrgico, de 25 de dezembro de cada ano? 20, 30, 50 vezes em tua vida? Foi um verdadeiro Natal - ou foi apenas um pseudonatal? Foi um Natal  - ou foi o teu Natal ? Foi como um fogo pintado na tela - ou foi um fogo real, cheio de força, luz e calor? Natal sem natalidade não passa de ilusão e mentira... Que quer dizer um Natal onde não haja nascimento do Cristo? Nasceu ele, é verdade, há quase 2000 anos, na gruta de Belém - mas não nasceu na gruta de teu coração. Foi reclinado na singela manjedoura de palha - mas podes tu dizer em verdade: Já não sou eu que vivo, o Cristo é que vive em mim? Ainda que mil vezes nasça Jesus em Belém - se não nascer em ti, perdido estás... A árvore de Natal que costumas armar em tua casa é bem o símbolo inconsciente do teu pseudonatal interior: árvore sem raízes, morta ou moribunda, ostentando lindos enfeites de papel sem vida, frutinhas ocas de cel...

A MORTE E O DESPERTAR (1ª PARTE)

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"A morte é inevitável, familiar, e contudo ainda permanece um dos grandes mistérios da consciência. Nosso dilema humano é o de estarmos literalmente entre dois mundos. Prendemo-nos como escravos ao que podemos ver, e ficamos insatisfeitos. Queremos saber mais, mas nos sentimos inseguros a respeito do que podemos ver. É lógico que aceitamos o nascimento com mais felicidade do que a morte, pois o nascimento é essencialmente um processo visível, uma soma, enquanto a morte é, para nosso mundo tangível, uma subtração. Além disso, para cada morte há dois aspectos: existe aquele que está morrendo e aqueles que ficam para trás. A iminência de nossa própria morte, ou a perda de um membro da família, costuma nos lançar de volta a nós mesmos, trazendo novamente questões essenciais: quem sou eu? Por que estou aqui? O que realmente acontece na morte? Shakespeare, ao escrever sobre a impermanência deste mundo, responde à pergunta 'quem sou eu?' dessa maneira: 'Somos do m...

TODOS OS VIVOS NASCEM E MORREM - MAS A VIDA É IMORTAL

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" Imperecível é o espírito da profundeza, Como o seio profundo da maternidade. Céus e terra radicam o seio da mãe. São a origem de todos os vivos, Que espontaneamente brotam da Vida. EXPLICAÇÃO: Lao-Tse, na sua vidência cósmica, enxerga o Universo como um abismo de ilimitadas potencialidades, de cuja essência Infinita brotam sem cessar as existências finitas. Todos os seres vivos individuais surgem sempre de novo da Vida Universal, quando nascem; e regressam a esse mar imenso de Vida, quando deixam de ser indivíduos vivos - assim como as ondas do oceano nascem do seio das águas imensas e recaem a esse mesmo seio. O vivo nasce quanto emerge da Vida, e morre quando mergulha novamente nessa Vida. A Vida é sem princípio nem fim, mas os vivos têm princípio e fim. A célebre questão sobre 'a origem da Vida', tão discutida pelos cientistas, é uma questão absurda porque a Vida não tem origem, nem terá fim; somente os vivos têm princípio e têm fim. Começar a exis...

PASSOS NO CAMINHO (PARTE FINAL)

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"(...) • Desejo de União ou Amor: essas são as qualificações cujo desenvolvimento é a preparação para o primeiro Portal da Iniciação. Para obtê-las, o homem reveste-se de resolução, firma a mente na ideia de caminhar para a frente com rapidez, de forma a poder tornar-se um Auxiliar da Humanidade. Logo que tiver adquirido o suficiente dessas qualificações para bater à Porta e vê-la aberta, ele está pronto a atravessar o limiar e a palmilhar o Caminho. Então ele é iniciado ou recebe o 'segundo nascimento'. Entre os hindus, ele é chamado de o Viandante (Parivrajaka ou Sotapanna) e, antes de chegar à segunda Iniciação, deve descartar por inteiro os obstáculos da: Separatividade – deve compreender que todas as personalidades são uma; da Dúvida – deve saber e não apenas acreditar nas grandes virtudes do Karma, da Reencarnação e da Perfeição a serem alcançadas palmilhando o Caminho; da Superstição – a dependência de ritos e cerimônias. Descartados por inteiro esses três g...

PASSOS NO CAMINHO (1ª PARTE)

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"O curso normal da evolução humana leva o homem para o alto, estágio por estágio. Entretanto, uma distância imensa separa até os gênios e os santos do homem que 'está no limiar da divindade' – e ainda mais daquele que cumpriu a ordem de Cristo: 'Sede perfeitos, como Vosso Pai do Céu é perfeito.' Há alguns passos que levam à subida para a Passagem, da qual está escrito: 'Estreita é a porta e árduo o caminho que leva à vida, e poucos são os que o encontram.' Quem são 'os perfeitos', dos quais fala Paulo, o Apóstolo? Na verdade, há passos que levam a esse Portal, e poucos são os que palmilham o seu caminho árduo. A Porta é a da Iniciação, o segundo nascimento, o batismo do Espírito Santo e do Fogo, o Caminho que leva ao conhecimento de Deus, que é a Vida do Eterno. No mundo ocidental, os estágios, ou passos, foram chamados de Purgação, Iluminação, União; por esses estágios, o Místico – o que é levado à visão Beatífica pela devoção – designa...

O BOM CORAÇÃO (1ª PARTE)

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"O tipo de nascimento que teremos na próxima vida é determinado então pela natureza das nossas ações nesta vida. E é importante não esquecer nunca que o efeito das nossas ações depende inteiramente da intenção ou motivação que está por trás delas, e não da sua magnitude. No tempo do Buda vivia uma velha mendiga chamada 'Confiando na Alegria'. Ela observava os reis, príncipes e povo em geral fazendo oferendas ao Buda e a seus discípulos, e não havia nada que quisesse mais do que poder fazer o mesmo. Saiu então pedindo esmolas, mas ao fim do dia não havia conseguido mais do que uma moedinha. Levou-a ao mercador para tentar trocá-la por algum óleo, mas ele lhe disse que aquilo não dava para comprar nada. Quando soube que ela queria fazer uma oferenda ao Buda, encheu-se de pena e deu-lhe o óleo que queria. A mendiga foi para o mosteiro e acendeu uma lâmpada. Colocou-a diante do Buda e fez o seguinte pedido: 'Nada tenho a oferecer senão esta pequena lâmpada. Mas com...

OS CORPOS IMORTAIS DO HOMEM (1ª PARTE)

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"'Temos uma casa de Deus, uma casa que não é feita com as mãos, e que é eterna nos céus' – disse o grande Iniciado cristão São Paulo, 'porque neste (corpo) gememos, desejando ardentemente sermos providos com a nossa morada que está no céu.' Essa casa celeste é a que se constrói com os corpos imortais do Homem, a habitação do Espírito através de eras infinitas, a morada do próprio homem, através de nascimentos e mortes, através do incomensurável período de sua vida imortal em manifestação. O Espírito, que é 'o fruto de Deus', reside sempre no seio do Pai, como verdadeiro filho de Deus, e compartilha a Sua vida eterna. Deus fez o homem para ser 'a imagem da Sua própria eternidade'. A esse Espírito chamamos Mônada, porque é uma unidade, a verdadeira essência da Personalidade. A Mônada, quando desce para a matéria, a fim de conquistá-la e espiritualizá-la, apreende para si própria um átomo de cada um dos três mundos superiores, para deles fazer ...

HABILIDADE PARA LIDAR COM A DOR (1ª PARTE)

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"Como desenvolver uma atitude positiva diante da adversidade? Antes de mais nada, vemos que o essencial na vida é o crescimento do eu verdadeiro em termos de sabedoria, maturidade, força e caráter, e não a expansão de nossas propriedades materiais ou da nossa fama. Nosso ambiente atual (família, negócio ou trabalho) é apenas uma escola por meio da qual nos aperfeiçoamos. Assim como não nos afligimos quando uma criança tira nota baixa no exame escolar, do mesmo modo não precisamos nos afligir quando nos defrontamos com um fracasso temporário - pois, observando-se a vida como um longo processo de nascimento e renascimento, é uma certeza absoluta que todas as adversidades são temporárias. Nossos automóveis, casas, contas bancárias e reputação, tudo isso desaparecerá e será esquecido daqui a cinquenta ou quinhentos anos. Se ficarmos excessivamente ansiosos em preservá-los, estaremos apenas buscanto pirita, que é o ouro dos tolos. O que perdura são as qualidades interiores, não...

O HOMEM E SEUS CORPOS MORTAIS

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"Os Mundos nos quais o homem está evoluindo à proporção que faz sua  caminhada pelo círculo de nascimentos e mortes são três: o mundo físico, o  astral ou intermediário e o mundo mental ou celeste. Nesses três mundos ele  vive, do nascimento à morte, em sua vigília do dia a dia; nos dois primeiros ele  vive, do nascimento à morte, em sua vida noturna de sono e por algum tempo  depois da morte; no último, ocasionalmente, mas raramente, ele entra, durante  o sono, em alto transe, e ali passa a parte mais importante da sua vida depois  da morte, alongando-se o período ali vivido à proporção que ele evolui. Os três corpos nos quais ele funciona nesses três mundos são todos mortais:  nascem e morrem. Melhoram vida após vida, tornando-se mais e mais valiosos  para servir como instrumentos do Espírito revelado. São cópias, em matéria  mais densa, dos corpos espirituais imortais, não influenciados pelo nascimento   ou pela morte, e ...