OBJETIVOS DO BLOGUE

Olá, bem-vindo ao blog "Chaves para a Sabedoria". A página objetiva compartilhar mensagens que venham a auxiliar o ser humano na sua caminhada espiritual. Os escritos contém informações que visam fornecer elementos para expandir o conhecimento individual, mostrando a visão de mestres e sábios, cada um com a sua verdade e experiência. Salientando que a busca pela verdade é feita mediante experiências próprias, servindo as publicações para reflexões e como norte e inspiração na busca da Bem-aventurança. O blog será atualizado com postagens de textos extraídos de obras sobre o tema proposto. Não defendemos nenhuma religião em especial, mas, sim, a religiosidade e a evolução do homem pela espiritualidade. A página é de todos, naveguem a vontade. Paz, luz, amor e sabedoria.

Osmar Lima de Amorim


quarta-feira, 12 de março de 2014

ANTES QUE A ALMA POSSA ERGUER-SE NA PRESENÇA DO MESTRE, SEUS PÉS DEVEM SER LAVADOS NO SANGUE DO CORAÇÃO (PARTE FINAL)

"(...) A visão do Mestre só poderá vir ao peregrino espiritual quando seus olhos, ouvidos e palavra tiverem sido purificados. E esta purificação é, com efeito, a profunda experiência da solidão. Ver e não verter lágrimas; ouvir e não sentir-se ofendido; falar e não ferir - isso somente é possível quando a mente recebe o desafio da vida, porém não emite qualquer resposta proveniente de sua esfera de memórias. Quando há somente o desafio e não há resposta, encontra-se o caminho, pois a mente é iluminada do alto. Enquanto a mente se debate no escuro para encontrar um caminho, ele não pode ser encontrado, pois a mente está perdida no matagal de suas próprias projeções. É somente quando a mente cessa de projetar - de lançar sua própria sombra - que a senda pode ser vista. 'Sua Luz mora sempre em nosso meio' - porém a mente, ao lançar suas próprias sombras, impede-nos de ver essa luz. A mente precisa perder a sua opacidade e tornar-se transparente, para que o caminho possa ser iluminado. A transparência da mente é, com efeito, um estado de solidão, porque ela foi despida de tudo quanto possuia. Ela nada tem a que se ater: nem substância nem sombra. É certamento o supremo estado espiritual, no qual a mente se tornou vazia."

(Rohit Mehta - Procura o Caminho - Ed. Teosófica, Brasília - p. 37/38)

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