OBJETIVOS DO BLOGUE

Olá, bem-vindo ao blog "Chaves para a Sabedoria". A página objetiva compartilhar mensagens que venham a auxiliar o ser humano na sua caminhada espiritual. Os escritos contém informações que visam fornecer elementos para expandir o conhecimento individual, mostrando a visão de mestres e sábios, cada um com a sua verdade e experiência. Salientando que a busca pela verdade é feita mediante experiências próprias, servindo as publicações para reflexões e como norte e inspiração na busca da Bem-aventurança. O blog será atualizado diariamente com postagens de textos extraídos de obras sobre o tema proposto. Não defendemos nenhuma religião em especial, mas, sim, a religiosidade e a evolução do homem pela espiritualidade. A página é de todos, naveguem a vontade. Paz, luz, amor e sabedoria.

Osmar Lima de Amorim


sábado, 13 de setembro de 2014

TOLERÂNCIA E SABEDORIA (1ª PARTE)

"Na prática do Budismo são enfatizados o conhecimento e a sabedoria. Durante o reinado de Asoka surgiram instituições educacionais em cada templo. A partir daí todos os templos budistas tornaram-se verdadeiros centros de aprendizado. A partir do século II d.C., em Nalanda, Taxila e Vikramasgila, alguns templos converteram-se em universidades mundialmente famosas.

Nos anais da história, as civilizações budistas da Índia, da Birmânia e do Sri Lanka estavam entre as primeiras a ter educação universitária. A admissão era baseada na competência e não na riqueza, na raça ou no credo. Os estudantes do Afeganistão e da China residiam nesses centros de aprendizado. As universidades floresceram até por volta do Século XIII d.C. Elas foram totalmente destruídas pelos exércitos invasores mongóis do norte a partir do século XIV.

No século III a.C., a Índia e o Sri Lanka possuíam hospitais tato para homens quanto para animais. Esses fatos estão mencionados no livro The Outline of World History, de H. G. Wells. O Imperador Asoka foi o primeiro a construir hospitais na Índia e a encorajar, no século III a.C., o cultivo de ervas medicinais. Não foi à toa que Wells chamou Asoka de ‘o mais nobre rei da história da humanidade’.

Conta-se que certa vez, um velho Bikku mal-humorado foi acometido de uma doença repugnante, cuja visão e odor eram tão nauseabundos que ninguém se aproximava dele. Buda foi até onde esse infeliz jazia; pediu água quente e cuidou dele. Cuidou do Bikku dia após dia, enquanto esteve naquela localidade, e declarou: ‘Quem quer que cuide de um doente estará cuidando de mim. (...)’”

(Buddhadasa P. Kirthisinghe - Buda e os direitos humanos - Revista Sophia, Ano 4, nº 16 - p. 38)


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