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Mostrando postagens com o rótulo universal

NÃO JULGUEIS - E NÃO SEREIS 'JULGADOS!' - NÃO CONDENEIS - E NÃO SEREIS CONDENADOS!

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"Com estas duas frases lapidares enuncia o divino Mestre a lei universal e infalível de causa e efeito, ou, como diz a filosofia oriental, a lei do 'karma'. Se os homens compreendessem praticamente essa lei, não haveria malfeitores sobre a face da terra, porque o homem compreenderia que fazer mal a seus semelhantes é fazer mal a si mesmo, e, como ninguém quer ser objeto de um mal, ninguém seria autor do mal; cada um compreenderia que ser mau é fazer mal a si mesmo. O universo é um 'kosmos', isto é, um sistema de ordem e harmonia, regido por uma lei que não admite exceção, ou no dizer de Einstein, o universo é a própria Lei Universal. Dentro desse sistema cósmico, a toda ação corresponde uma reação equivalente. Pode essa reação tardar, mas ela vem com absoluta infalibilidade. Objetivamente, ninguém pode perturbar o equilíbrio do universo, embora, subjetivamente, os seres conscientes e livres possam provocar perturbação. A ação do perturbador provoca infalivelmente a...

O SERMÃO DA MONTANHA, BASE DA HARMONIA ESPIRITUAL

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"Há séculos que as igrejas cristãs do Ocidente se acham divididas em partidos, e, não raro, se digladiam ferozmente - por causa de quê? Por causa de determinados dogmas que elas identificam com a doutrina de Jesus - infalibilidade pontifícia, batismo, confissão, eucaristia, pecado original, redenção pelo sangue de Jesus, unicidade e infalibilidade da Bíblia, etc.  No entanto, seria possível evitar todas essas polêmicas e controvérsias - bastaria que todos os setores do Cristianismo fizessem do Sermão da Montanha o seu credo único e universal. Essa mensagem suprema do Cristo não contém uma só palavra de colorido dogmático-teológico - o Sermão da Montanha é integralmente espiritual, cósmico, ou melhor, 'místico-ético'; não uma teoria que o homem deve 'crer', mas uma realidade que ele deve 'ser'. E neste plano não há dissidentes nem hereges. A mística é o 'primeiro e maior de todos os mandamentos', o amor de Deus; a ética é o 'segundo mandamento...

UNIDADE NA DIVERSIDADE

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"Somos todos seres humanos, mas alguns são homens e outros, mulheres. Aqui um negro, ali um branco, mas todos pertencemos à espécie humana. Nossas faces diferem, não vejo duas iguais, mas somos todos seres humanos. Onde está essa humanidade da qual nós fazemos parte? Vejo um homem ou uma mulher, de pele clara ou escura. Entre todas essas faces, sei que há uma humanidade abstrata, comum a todos. Posso não encontrá-la quando a procuro perceber, sentir e realizar, mas estou certo de que existe. Se há alguma coisa de que tenho certeza é esta natureza humana que temos em comum. Mediante a extensão desse conceito eu os vejo como homem ou mulher.  Assim acontece com essa religião universal, que passa através de todas as diversas religiões sob a forma de Deus, que existe e perdura por toda a eternidade. 'Sou o fio que atravessa todas as pérolas', sendo cada pérola uma religião ou seita que dela derivou. Assim apresentam-se as diferentes pérolas, e o Senhor é o fio que as une, embo...

O SENTIDO DA VIDA, SEGUNDO MOISÉS, BUDA, CRISTO (1ª PARTE)

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"Qual o sentido da vida humana, a razão de ser da sua existência? Todos os gênios da humanidade respondem o mesmo: o sentido da vida do homem é a sua autorrealização. E essa realização supõe, acima de tudo, o conhecimento da verdadeira natureza do homem. Cerca de seis séculos antes da Era Cristã, vivia na Índia um príncipe real chamado Gautama Siddhartha. Pouco depois do seu casamento abandonou ele, clandestinamente, o Palácio Real e foi peregrinar pelas florestas da Índia, durante 16 anos, meditando, meditando e jejuando. Queria descobrir uma resposta definitiva ao tenebroso mistério do sofrimento universal da humanidade. Os animais selvagens não sofriam, e por que devia o homem, coroa da creação, viver em sofrimento permanente? Certo dia, estava o príncipe sentado à sombra de uma árvore, mergulhado em profunda meditação. Quando despertou do seu prolongado samadhi , proferiu quatro palavras – e os discípulos dele, sentados em derredor, exclamaram: Buda! Buda! isto é: ...

O CAMINHO PARA A HARMONIA

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"Quando nos sentamos e contemplamos o mar, o céu, a lua ou as estrelas, temos uma sensação de espaço e eternidade. Isso muda, pelo menos por algum tempo, não apenas a nossa psique, mas também o corpo. Quando a consciência é inocente, há menos impureza a obstruir a luz, e sente-se a beleza mais profundamente. Pensamentos ruins, preconceitos e ideias preconcebidas fazem a vida parecer enfadonha e árida. A inocência de uma criança é um complemento à beleza; nessa inocência, há também virtude. A verdadeira virtude é a beleza da luz divina se irradiando do nosso interior. As palavras de uma canção ou o tema de um quadro não tornam a arte religiosa. Para ser verdadeiramente religioso, devemos abandonar o desejo de estar numa forma individual e fluir para a beleza do universal. Sem sensibilidade para o universal, podemos estar engajados não apenas em um ritualismo vazio, mas também em formas de arte vazias. As formas podem ser tecnicamente excelentes, mas não contêm a essência da...

A RELIGIÃO E O YOGA

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"Uma religião que seja igualmente aceitável por todas as mentes é o que desejo propagar. Deve ser igualmente filosófica, emocional, mística e conducente à ação. Essa será a combinação ideal, a analogia mais próxima a uma religião universal. Quisera Deus que, na mente de todos os homens, essas características estivessem igualmente presentes em plenitude! Esse é o meu ideal do homem perfeito. Considero parcial a pessoa que tenha apenas um ou dois desses traços característicos; o mundo está repleto de indivíduos sectários, conhecedores somente desse caminho único que trilham; tudo o mais para eles é perigoso e terrível. Encontrar um equilíbrio harmonioso entre esses quatro caminhos é o meu ideal de religião. Essa religião é alcançável pelo que se denomina na Índia yoga , união. Para o homem de ação, é a união entre os homens e toda a humanidade: para o místico, entre seu Self  inferior e superior; para o amante, entre ele e o Deus de amor; para o filósofo, é a união com toda ...

RUMO À TRANSFORMAÇÃO (1ª PARTE)

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"As transformações no nosso conceito do divino são como uma viagem de um horizonte a outro, uma jornada que sempre nos leva além. Dionísio, o Aeropagita, afirmou: 'É mais apropriado louvá-lo retirando do que atribuindo, pois imputamos-lhe atributos quando partimos dos universais e descemos através do intermediário até os particulares. Mas aqui retiramos-lhe todas as coisas subindo dos particulares para os universais, para que possamos conhecer abertamente o incognoscível, que está oculto no interior e sob todas as coisas que podem ser conhecidas. E observamos essas trevas além da manifestação, ocultas sob toda luz natural' ( A Filosofia Perene, A. Huxley ). Helena Blavatsky chama aquilo que está além da luz e das trevas de As Grandes Trevas. Lemos em Luz no Caminho : 'Aferra-te àquilo que não tem substância nem existência./Ouve apenas a voz que não tem som./Considera apenas aquilo que é invisível/tanto para o sentimento interno quanto para o externo.' E...

KARMA INDIVIDUAL E KARMA COLETIVO (PARTE FINAL)

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"(...) 6. Karma Universal. Esse refere-se a toda a Raça Humana, aos Deuses dos Poderes Celestiais, e a toda a classe de seres desenvolvidos num Sistema Solar. Cada planeta está destinado a desenvolver-se ao longo de cer­tas linhas, mas ao fim todos se encontrarão. Devemos, porém, estender a influência do Karma Universal para além da sepultura, porque a unidade espiritual de todos os seres não pode ser alterada, de forma alguma, pelo simples desprendimento do corpo. Os que sofrem nos Nârakas, ou Infernos, ou Purgatórios — seja como for que gostemos de chamá-los, precisam ao máximo da nos­sa ajuda. Naquelas profundas e escuras regiões do Mun­do Astral, onde as paixões violentas estão sendo trabalhadas para se extinguirem — profundas, sujas, miseráveis e sem raios, onde os mais degradados, e aparentemente de uma irreparável maldade, afundam, de forma inevitá­vel, rastejantes, em densa obscuridade e escuridão, cum­pre-nos encontrar outro campo de trabalho. Muitas pes­soas fazem um...

O UNIVERSO TRANSCENDENTE E IMANENTE

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"Quem admite um Deus-pessoa, um Deus individual, não pode, logicamente, admitir um Deus onipresente (ou imanente), porque qualquer realidade individualizada se acha localizada em determinado ponto do espaço; só um Deus universal é que pode ser um Deus onipresente. Vida individualizada só pode existir em determinados veículos individuais; mas a Vida Universal é uma realidade onipresente. A Realidade ou Vida Universal, o Deus Transcendente (Divindade), é chamada na filosofia oriental o 'Brahman Imanifesto' - ao passo que a Realidade ou Vida Individual, o Deus Imanente, e apelidade de 'Brahman Manifesto' ou o Brahma, que no homem se chama 'Atman'. Esse 'Brahma' ou 'Atman' corresponde ao 'Lógos' dos filósofos gregos, termo que, através do autor do quarto Evangelho, entrou no Cristianismo Cósmico: 'No princípio era o Lógos, e o Lógos estava com Deus, e o Lógos era Deus... Nele estava a Vida, e a Vida é a Luz dos homens; a Luz ...

UMA CONSCIÊNCIA SUPERIOR (PARTE FINAL)

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"(...) Muito da engenharia moderna depende dessa descoberta. Foi intuição - algo das profundezas do homem - e não um processo cognitivo. As intuições nascem completas, como os bebês. Sempre há alunos que lançam um olhar vazio e desesperançado sobre o professor enquanto ele tenta expor algum princípio simples, até que subitamente faz-se a luz. Portanto, a intuição não é uma coisa rara. Todos os homens a possuem em alguma medida. Muito frequentemente o cientista ou o inventor tenta durante muito tempo e sem sucesso solucionar um problema. Depois, quando não está mais pensando sobre o assunto, a solução subitamente brilha em sua mente. O seu pensar anterior o preparou, assim como, de certa forma, o ensinamento do professor prepara as mentes de seus alunos, mas a intuição surge num lampejo. Às vezes ilumina toda a mente, como um relâmpago numa noite escura. Às vezes vem de tal profundeza de nosso ser que a consideramos algo incomum ou sobrenatural. A universalidade dessas ...

MUDANÇAS CONSTANTES (PARTE FINAL)

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"(...) As crianças permanecem felizes mesmo em circunstâncias difíceis. Elas brincam, distraem-se  com qualquer coisa que haja em torno e continuam felizes. A questão de aceitar ou não as mudanças não surge no caso das crianças, porque para elas a vida é uma brincadeira; quando o brinquedo deixa de ser interessante, elas simplesmente o abandonam para fazer alguma outra coisa. Assim, quase como uma criança, podemos abrir mão de algo divertido ou belo. Mas não conseguimos fazê-lo quando a coisa permanece na memória; queremos experienciar o mesmo repetidamente, talvez com alguma pequena mudança que nos agrade. Portanto, o sentimento do 'eu' é criado por uma atitude que recusa aceitar o que não pode ser eterno. Nenhum de nós é o tipo de indivíduo independente que pensamos ser. Faz parte do eu imaginar-se um indivíduo forte (se possível, mais forte do que qualquer outro). Mas se investigarmos em profundidade, descobriremos que, como qualquer outra pessoa, somos dependen...

CORAGEM E VONTADE (2ª PARTE)

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"(...) É costume falar-se de 'mau carma' quando ocorre um resultado desagradável ou penoso. Às vezes, perguntamos o que fizemos para merecer tal coisa, mas na verdade não há nem bom nem mau carma, no que diz respeito a este assunto, existe somente a lei inflexível que dirige os acontecimentos divinos. Uma das primeiras coisas que o aspirante aprende é a identificar-se com a lei universal, tanto no que concerne ao seu próprio destino quanto ao dos outros, adaptando assim sua vontade à Vontade Daquele que o criou. Isso não quer dizer fatalismo ou resignação cega, mas esforço incessante para compreender e cooperar com as forças evolutivas da Natureza. 'Ajude a Natureza e trabalhe com ela.' (V.S.) Nada pode acontecer fora da Grande Lei. Mas isso não quer dizer que abandonemos tudo para sofrer, como é, às vezes, a atitude no Oriente. O simples fato de aí estarmos e podermos ajudar indica que queremos  ajudar. É parte do 'carma' de outrem. Mas também significa ...

EGO ESPIRITUAL

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" P : Se o Ego Espiritual é onisciente, onde fica então essa decantada onisciência durante sua vida devakhânica? T : Durante esse tempo está em estado latente e potencial, porque, em primeiro lugar, O Ego Espiritual não é o Eu Supremo , que sendo uno com a Alma Universal ou Inteligência, só ele é onisciente; e segundo, porque o Devakhan é a continuação idealizada da vida terrestre que se acaba de abandonar, período de ajustamento retributivo e recompensa pelos danos e sofrimentos imerecidamente experimentados naquela vida especial. O Ego Espiritual só é potencialmente  onisciente, em Devakhan, e de fato , exclusivamente em Nirvana, quando o Ego funde-se na alma-Mente Universal. Volta a ser quase  onisciente durante aqueleas horas na terra em que certas condições anormais e mudanças fisiológicas do corpo, libertam o físico dos entraves e impedimentos da matéria. Exemplos disso são os casos de sonambulismo já citados, de uma pobre criada falando hebraico e outra tocando vi...

LEALDADE (1ª PARTE)

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"A lealdade, quando não maculada por qualquer variedade de egoísmo - seja a um cônjuge, a um colega que esteja comandando, a um ideal ou a um grande Instrutor - é um artigo raro. Sem lealdade não pode haver firme dependência num mundo interdependente. Sem lealdade não pode haver força nas afinidades, princípio de coerência entre fatores diferenciados. Como todas as virtudes, a lealdade possui um aspecto universal e um aspecto individual; e é fatal endurecer o apego individual em detrimento de seus valores universais; é fatal converter o amor em posse, uma crença em reserva, ou uma convicção numa clava. Nossas lealdades não devem tornar-se padrões sob os quais venhamos a constranger as liberdades dos outros, ou critérios por meio dos quais os condenemos.  A lealdade não deve tornar-se exclusiva, não deve destruir a fraternidade nem a compreensão. Isto só é possível quando prestamos obediência a um ideal, que compreende todo interesse desejável como algo menor do que ele mesmo...

A SABEDORIA VEM DO DISCERNIMENTO

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"A Bíblia diz: 'Sim, com tudo o que possuis adquirireis o entendimento' (Provérbios 4:7). Qual é, as pessoas podem perguntar o significado de "adquirireis o entendimento'? O entendimento mencionado é a sabedoria, que segundo o Mestre não vem dos livros, mas do discernimento. - O discernimento é necessário e não surge apenas pelo raciocínio, mas também pela intuição da alma. A razão pode ajudar uma pessoa a entender o como das coisas - isto é, como elas funcionam, como elas ocorrem. Contudo, isso não pode mostrar à pessoa as inter-relações sutis entre as coisas. Também não pode, de uma maneira mais profunda, mostrar o porquê delas. O discernimento é um exercício individual; é a onda consciente de que está dançando no oceano do Espírito. A sabedoria vem com o aprofundamento da percepção que uma pessoa tem do Absoluto. A compreensão do que é sabedoria é universal - explica o Mestre." ( Swami Kriyananda - Diálogos com Yogananda - Ed. Nova Era, Rio de ...

O ENSINO FUNDAMENTAL (PARTE FINAL)

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"(...) Cada criança deve aprender, no começo e no fim de cada dia, a lembrar-se de que é uma alma, através de uma simples oração. Isso pode ser conseguido por meio de uma simples invocação, como, por exemplo, a que empregam para esse fim os filhos dos teósofos, que pertencem ao agrupamento denominado 'Cadeia de Ouro do Amor', a qual diz assim:  'Eu sou um elo da Cadeia de Ouro do Amor, que circunda o mundo, e devo manter meu elo brilhante e forte'.  'Assim, procurarei ser bom e amável para com todos os seres vivos que encontrar e ainda proteger e ajudar todos aqueles que são mais fracos do que eu'.  'Farei todo o possível para ter pensamentos puros e belos; para dizer palavras puras e verdadeiras e executar ações puras e nobres. Oxalá cada elo da Cadeia de Ouro torne-se puro e forte".  A imaginação da criança poderá com facilidade compreender o simbolismo desta bela oração, que encerra a ideia da grande unidade da Vida, mais ampla do...

POTENCIAIS INFINITOS (1ª PARTE)

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"O psicólogo Karl Pribam diz que cada parte do nosso corpo é um reflexo do todo. Uma consequência dessa interconexão de todas as coisas, especialmente daquelas que causam impacto sobre nosso corpo e nossa saúde, é a noção de que todos os pensamentos, palavras e ações estão armazenados em cada uma de nossas células, e desse modo afetam o bem-estar do indivíduo, que, por sua vez, afeta o bem-estar da consciência universal.  Os antigos sabiam que, quando eventos específicos ocorriam no plano galáctico, condições específicas manifestavam-se na Terra. O que é agora aparente é que o campo eletromagnético da Terra também exerce efeito profundo em nossa consciência individual e em nossa consciência universal. Esse campo eletromagnético de energia influencia cada aspecto de nossas vidas, inclusive nossas dimensões emocional e espiritual.  Porém não somos observadores passivos nessa troca, como afirma o físico Fritjof Capra. Em vez disso, somos criadores poderosos que, ao es...

O PECADO EQUIVALE À IGNORÂNCIA (2ª PARTE)

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"(...) 'Por que o crime é um pecado? Porque a vida que lhe pertence é a mesma de todos os seres. Negar a quem quer que seja o direito de viver é negar a realidade dessa vida universal da qual você, também, é uma manifestação. Em termos de espírito, o crime é um suicídio. 'Por que é pecaminoso roubar? Porque o que você nega aos outros nega também a si próprio, já que o Eu superior dos outros é também seu Eu superior. Invariavelmente, ao fim e ao cabo, o ladrão se torna cada vez mais pobre. Dando ênfase aos desejos egoístas e colocando-os acima da compreensão do seu Eu universal, ele se afasta da verdadeira e única Fonte de vida e de toda a fartura. Roubando dos outros em proveito do ganho egoísta, ele acaba por diminuir a sua verdadeira identidade em vez de, como acredita, aumentá-la. 'Por outro lado, dar de si mesmo aos outros aumenta essa identidade e abre a inesgotável Fonte de abundância. 'Por que é algo pecaminoso dizer mentiras? Porque, pela mentira,...

O PROBLEMA DO BEM E DO MAL (2ª PARTE)

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"(...) O estudo profundo da natureza e do homem mostra, ao teósofo, pelo menos duas leis universais: 1 - A lei da evolução, que se manifesta pela transformação do simples no complexo, do indiferenciado no diferenciado, do uno no múltiplo (na presente fase). A reencarnação é um dos aspectos humanos da lei da evolução. 2 - A lei da unidade ou interdependência universal, conhecida também como lei de causa e efeito, ou lei do Carma. O estudo do universo visível e invisível, mostra-nos que a evolução é um processo cósmico, universal, que se manifesta tanto na nebulosa que se acaba transformando num sistema planetário, quanto no mineral que apresenta desde as formas primitivas, até às complexas formas cristalinas; tanto no vegetal em que lobrigamos desde formas simples, unicelulares, microscópicas, até às árvores gigantescas, quanto no animal, em que vemos também as mesmas formas simples, até chegarmos aos mamíferos superiores e ao homem, em que a variedade de tipos físicos, in...

BHAGAVAD GITA

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"O Bhagavad Gita é amplamente aceito como uma das grandes escrituras da humanidade. Ele contém um apelo universal. Trata da reorganização construtiva da vida, e explica como um homem deve cumprir seus afazeres e ao mesmo tempo compreender seu destino espiritual. A mensagem principal do Bhagavad Gita é simples: uma pessoa deve cumprir suas obrigações. Se não, incorre em erro. A ação é a lei da vida; sem ação é impossível viver. Krishna diz que, no caminho espiritual, não é preciso renunciar à ação; as ações executadas com dedicação e atitude adequada ajudam a conduzir a mente ao conhecimento. Quando o trabalho é feito sem motivação egoísta, torna-se uma forma de adoração. O Bhagavad Gita enfatiza que o mesmo esforço deve ser feito no trabalho para si próprio ou para os outros, e que o esforço deve ser o mesmo, independente do tipo de trabalho. O trabalho deve ser feito com amor. Todos os deveres são igualmente importantes; quando são cumpridos sem motivação e...